DEU NO TWITTER

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O leitor fubânico que nos mandar o link da matéria que foi cagada por este jornalisteiro globento, vai ganhar um lindo brinde: um pinico de louça todo ornamentado com magníficos desenhos de flores.

E, além do pinico, vai ganhar também um beijo de Chupicleide, a nossa secretária de redação.

Pelo que o General Heleno postou, o texto deste componente da imprensa funerária-oposicionista deve ser merda pura.

Em resposta ao fedor da bosta de Miguel de Almeida (alguém sabe quem é esse sujeito?), aqui vai uma lembrança do veinho peidão pra ser espalhada na redação de O Globo.

14 pensou em “A BOSTA DO JORNALISTEIRO

  1. O texto é de ontem, intitulado “Eles escutam vozes”, não consegui acessar, pois só está disponível para assinantes de O Globo.
    Como eu ão assino, nem vou assinar aquela merda. Aguardo alguém torná-lo público.
    Só podia ser da Globolixo.

      • Uma pena eu não ter o texto, pois gostaria de ganhar beijo da Chupicleide.

        Beijão, Chupicleide!!!! Sancho te ama!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        Beijão pro Berto (o zoiudinho da Mercedita) também!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. Eles escutam vozes
    Por Miguel de Almeida

    15/03/2021 • 01:01
    Difícil imaginar Jair Bolsonaro sentado numa poltrona com um livro aberto nas mãos. Não custa tentar…

    Eu o vejo com um volume de João do Rio, presenteado por seu subalterno, o incalculável general Augusto Heleno, ávido leitor de bulas, rótulos e placas de trânsito. Bozo procura descansar o cérebro extenuado, depois de deglutir os posts do dia de Carluxo, Bia Kicis e Luciano Hang. E de tentar assistir a uma live de Allan dos Santos sobre catóptrica. Logo desistiu porque não conseguiu repetir a palavra que, por acaso, lembrou-lhe sua dificuldade em pronunciar “lockdown”. Insistiu: Ca-ca-catri…

    As primeiras palavras do livro logo o deixaram cansado. “Eu amo a rua”, escreveu o belo cronista João do Rio, no início do século passado. Assim como fazia com os manuais nos tempos da academia militar, Bozo pulou várias páginas e deparou com a cena de um ambulante, no centro do Rio, vendendo um… rato! Ah, um rato, isso é impossível, como alguém vai vender um rato? E quem vai comprar um rato — pensou, e desistiu da leitura.

    Lamentável que Bozo não tenha prosseguido nos flagrantes urbanos de João do Rio. Encontraria paralelos com sua pregação contra o lockdown e ainda se regalaria com seus antepassados em ideias, atos e omissões.

    Como estudou pouco — sua graduação militar, na vida civil, equivale ao ensino fundamental incompleto —, e o mais intelectual de sua turma é o general Mourão, desconhece vultos da ciência e ainda mais seus feitos. A ser esclarecido sobre o que seja catóptrica, que besteira, prefere frequentar ambientes lotados de homens.

    Pois saberia que existiram vários semelhantes seus durante episódios dramáticos enfrentados pelo cientista Oswaldo Cruz em sua luta civilizatória contra a febre amarela e… a peste bubônica. Porque, naquele início do século 20, os bozonaristas de então também desacreditavam a ciência, a vacina e os cuidados sanitários.

    Oswaldo Cruz deparou com os bozonaristas de alma quando, após liquidar com a febre amarela no Rio, partiu para exterminar a peste bubônica. Como a doença é transmitida pelas pulgas dos ratos, pensou contar com a população. Anunciou que o Estado pagaria 300 réis por rato capturado. Houve então uma caçada sem trégua ao animal. Nos pontos de coleta, as pessoas entregavam os ratos para ser imediatamente queimados.

    A alegria de Oswaldo Cruz durou pouco. Havia sido ingênuo. Logo descobriu ter incentivado uma nova profissão: criador de ratos. Pela cidade do Rio, fanfarrões vendiam matrizes de ratazanas gordas, capazes de gerar boa quantidade de filhotes. O cientista cancelou a compra dos animais. Seu programa fez crescer a população de roedores na cidade.

    Cerca de 50 anos depois, ainda adolescente e portador de hanseníase, o futuro escritor Marcos Rey, autor de “Memórias de um gigolô”, “O enterro da cafetina” e outras ótimas novelas, foi capturado em casa pela polícia sanitária comandada pelo temido Dr. Salles Gomes. Havia sido entregue por um vizinho. Rey ficou internado por anos num asilo no interior de São Paulo. Desde 1949, o isolamento forçado de hansenianos era lei federal. Permitia a captura e internação dos doentes.

    Bastava um telefonema para a polícia sanitária de Salles Gomes, a mais rigorosa, e o suspeito de portar a doença era internado. Caso se confirmasse o diagnóstico, nunca mais veria a família, fosse pai, filho, mãe ou avó. As crianças nascidas nas dezenas de asilos de hansenianos (estimava-se mais de 40 mil, numa conta modesta) imediatamente estariam separadas dos pais, adotadas por outras famílias. A lei do isolamento forçado vigorou até 1986.

    Marcos Rey, com os dedos das mãos atrofiados e com um rosto do tipo bovino, resultado da doença, fugiu do asilo e se escondeu no Rio, quando conheceu Madame Satã nas ruas da Lapa. Jamais contou o que havia passado a nenhum amigo, mas isso já é outra história.

    Bubônica, lockdown, catóptrica — que mundo ingrato. Mais fácil falar Ustra.

    Miguel de Almeida-Assinatura
    Por Miguel de Almeida
    https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/eles-escutam-vozes.html

  3. https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/amp/eles-escutam-vozes.html?__twitter_impression=true

    NEGACIONISTAS

    Eles escutam vozes
    Por Miguel de Almeida

    15/03/2021 01:01
    Difícil imaginar Jair Bolsonaro sentado numa poltrona com um livro aberto nas mãos. Não custa tentar…

    Eu o vejo com um volume de João do Rio, presenteado por seu subalterno, o incalculável general Augusto Heleno, ávido leitor de bulas, rótulos e placas de trânsito. Bozo procura descansar o cérebro extenuado, depois de deglutir os posts do dia de Carluxo, Bia Kicis e Luciano Hang. E de tentar assistir a uma live de Allan dos Santos sobre catóptrica. Logo desistiu porque não conseguiu repetir a palavra que, por acaso, lembrou-lhe sua dificuldade em pronunciar “lockdown”. Insistiu: Ca-ca-catri…

    As primeiras palavras do livro logo o deixaram cansado. “Eu amo a rua”, escreveu o belo cronista João do Rio, no início do século passado. Assim como fazia com os manuais nos tempos da academia militar, Bozo pulou várias páginas e deparou com a cena de um ambulante, no centro do Rio, vendendo um… rato! Ah, um rato, isso é impossível, como alguém vai vender um rato? E quem vai comprar um rato — pensou, e desistiu da leitura.

    Lamentável que Bozo não tenha prosseguido nos flagrantes urbanos de João do Rio. Encontraria paralelos com sua pregação contra o lockdown e ainda se regalaria com seus antepassados em ideias, atos e omissões.

    Como estudou pouco — sua graduação militar, na vida civil, equivale ao ensino fundamental incompleto —, e o mais intelectual de sua turma é o general Mourão, desconhece vultos da ciência e ainda mais seus feitos. A ser esclarecido sobre o que seja catóptrica, que besteira, prefere frequentar ambientes lotados de homens.

    Pois saberia que existiram vários semelhantes seus durante episódios dramáticos enfrentados pelo cientista Oswaldo Cruz em sua luta civilizatória contra a febre amarela e… a peste bubônica. Porque, naquele início do século 20, os bozonaristas de então também desacreditavam a ciência, a vacina e os cuidados sanitários.

    Oswaldo Cruz deparou com os bozonaristas de alma quando, após liquidar com a febre amarela no Rio, partiu para exterminar a peste bubônica. Como a doença é transmitida pelas pulgas dos ratos, pensou contar com a população. Anunciou que o Estado pagaria 300 réis por rato capturado. Houve então uma caçada sem trégua ao animal. Nos pontos de coleta, as pessoas entregavam os ratos para ser imediatamente queimados.

    A alegria de Oswaldo Cruz durou pouco. Havia sido ingênuo. Logo descobriu ter incentivado uma nova profissão: criador de ratos. Pela cidade do Rio, fanfarrões vendiam matrizes de ratazanas gordas, capazes de gerar boa quantidade de filhotes. O cientista cancelou a compra dos animais. Seu programa fez crescer a população de roedores na cidade.

    Cerca de 50 anos depois, ainda adolescente e portador de hanseníase, o futuro escritor Marcos Rey, autor de “Memórias de um gigolô”, “O enterro da cafetina” e outras ótimas novelas, foi capturado em casa pela polícia sanitária comandada pelo temido Dr. Salles Gomes. Havia sido entregue por um vizinho. Rey ficou internado por anos num asilo no interior de São Paulo. Desde 1949, o isolamento forçado de hansenianos era lei federal. Permitia a captura e internação dos doentes.

    Bastava um telefonema para a polícia sanitária de Salles Gomes, a mais rigorosa, e o suspeito de portar a doença era internado. Caso se confirmasse o diagnóstico, nunca mais veria a família, fosse pai, filho, mãe ou avó. As crianças nascidas nas dezenas de asilos de hansenianos (estimava-se mais de 40 mil, numa conta modesta) imediatamente estariam separadas dos pais, adotadas por outras famílias. A lei do isolamento forçado vigorou até 1986.

    Marcos Rey, com os dedos das mãos atrofiados e com um rosto do tipo bovino, resultado da doença, fugiu do asilo e se escondeu no Rio, quando conheceu Madame Satã nas ruas da Lapa. Jamais contou o que havia passado a nenhum amigo, mas isso já é outra história.

    Bubônica, lockdown, catóptrica — que mundo ingrato. Mais fácil falar Ustra.

    Miguel de Almeida-Assinatura
    Por Miguel de Almeida

  4. Como eu já imaginava: um texto idiota, escrito por um jornalista imbecil metido a intelectual. O sujeitinho aí jamais passaria na prova de seleção das academias militares que ele tanto desdenha. E, se abduzido e colocado como aluno em uma destas academias, não aguentaria uma semana de estudo, exercícios, disciplina e esforço.
    Para estes tipos estudar é fazer política nos grêmios estudantis e fumar maconha nos DCE’s da vida e, depois de 5 anos em uma Universidade Privada buscar o diploma que o papai pagou. E, se aluno de uma Federal, após 10 anos de peleguismo em marchas da maconha e protestos, trepadas e surubas pelos cantos, buscar seu diploma de jornalista, pago por todos nós.
    Diploma este que não lhe serve para nada, pois jornalismo pode ser exercido sem o diploma. E, diploma que não lhe deu o básico: ética. Tampouco permitiu-lhe ter a capacidade de redigir um texto coerente, quiçá agradável ou irônico. Escreve apenas o asco que lhe habita as entranhas, tal qual ser repugnante que aparenta ser.
    Já vi milhares assim, nos bancos escolares, Brasil afora.
    Lutei e luto para, literalmente, exterminá-los. Luta inglória, proliferam como ratos, nos bancos das universidades federais e públicas. Cultivados e acalentados pelo qie há de mais nokento e retrógrado na academia brasileira, seus professores.

  5. É incrível como esse jornaleco se tornou parcial!
    O editor não tinha o menor conhecimento do texto, muito menos do autor, mas formou uma opinião contra o jornalista, e a boiada o seguiu.
    Só tomaram conhecimento, após pesquisa na rede social.
    Ê vida de gado, povo marcado, povo feliz…

    • Quem é esse escroque que se assina por Lula Tavares?? Fecha a rabiola, pustula, porque a tua opinião de merda aqui não serve para absolutamente nada. Aliás, você pode limpar a merda que defeca ou defecada pelos imbecis que você defende, com a sua opinião abissalmente obtusa.

  6. Pingback: FRATERNAL SAUDAÇÃO BOVINA | JORNAL DA BESTA FUBANA

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