DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

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Eu hoje vivo na roça
Recordando meu sertão,
Pois é lá daquelas brenhas,
Que retiro inspiração.
Minha Árvore de Natal,
Tentei fazer uma igual,
Com alguma inovação.

Peguei garrancho no mato,
Tirei as folhas, limpei,
E numa lata de vinte
Areia lá coloquei.
E depois chegou a vez
Do paninho de xadrez,
Pra envolver a lata usei.

E como eu sou cordelista,
Para a árvore enfeitar,
Dependurei meus cordéis,
Que tem tanto pra contar…
Das histórias do sertão,
Que trago no coração,
E gosto de relembrar!

Minhas bonecas de pano?
No Natal muitas ganhei!
Como artesã de bonecas,
Algumas eu pendurei,
Frutos da recordação,
Que marcam a tradição,
Coisas que vivenciei.

Quando saí do Nordeste
Mãe solteira, e minha cruz,
Me apeguei no meu caminho,
A santa Mãe de Jesus.
Minha base a cada dia,
Era Jesus e Maria.
Meu caminho foi de luz.

3 pensou em “A ÁRVORE QUE ME REPRESENTA

  1. Parabéns, querida poetisa Dalinha Catunda, por essa árvore que transborda amor, inspiração e poesia! Meus votos de um Feliz Natal e um Venturoso Ano Novo, extensivos à sua família! Bjos.

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