3 pensou em “LUIS FABIANO – SÃO JOÃO DO OESTE-SC

  1. O idolo do Goiano pergunta : Porque não o fazem ? A resposta não é porque não querem , é porque num lugar deste quem tem c* tem medo, ao contrário daqui onde os esquerdopatas e as esquerdoputas vivem mostrando o cu e enfiando dedinho.

  2. Prezado Luis Fabiano, agradeço-te por dedicar-me essa interessante entrevista do Fidel Castro com a Barbara, jornalista norte-americana, na tentativa de confrontar-me com os fatos mais do que sabidos a respeito das liberdades nos países comunistas.
    Ignorar isso seria não saber de nada, estar completamente alienado e alheio da realidade, o que é quase impossível em um mundo onde as comunicações se fazem globalmente e com facilidade – e isso não é de hoje.
    Aprecio a ingenuidade dos que procuram convencer-me de que a direita, e não a esquerda, é o melhor caminho para gerir as atividades do País, pondo-me à frente tais evidências sutir como uma manada de elefantes.
    Isso decorre da falta de alguns conhecimentos:
    a) que não sou socialista, nem comunista, sou de esquerda. Esquerda foi termo adotado quando da Revolução Francesa – para identificar (simplificando) progressistas à esquerda e conservadores à direita – que mais tarde serviu como sinônimo de comunismo, mas que agora adotou novos sentidos e não significa, necessariamente, comunismo, podendo mesmo aproximar-se mais do sentido político original vindo da França.
    b) que o regime comunista se impõe pela força, por uma revolução, cujos resultados contra as forças antes dominantes (reacionárias) só podem ser mantidos pela força, o que se compreende como “estado de revolução”, ou “revolução permanente”.
    Isso quer dizer que se os regimes comunistas não mantiverem o processo revolucionário, ou o estado de revolução, ou a revolução em estado permanente, os reacionários tudo farão para voltar ao estado anterior de privilégios.
    Por isso (e não estamos fazendo juízos de valor, se isso é bom ou mau, e fugimos do maniqueísmo) o estado comunista precisa suprimir as liberdades para evitar a contra-revolução.
    Esse conceito é maquiavélico, só isso, porque é a pura verdade: se o país comunista pretende manter o comunismo, precisa manter-se em estado de revolução, e nesse estado de guerra as liberdades individuais e de imprensa não podem prevalecer sob pena de o regime ser derrubado.
    E esse risco de derrubada não é precisamente porque o regime esteja sendo ruim (pode ser ou não ser), mas porque existem forças diversas dentro do país que virou comunista que continuam querendo voltar ao estado anterior ou a um novo estado que lhes restabeleça privilégios perdidos.
    c) Vivo em um País capitalista, não pleiteio, prego nem luto por sua transformação em um país comunista, prezo as liberdades individuais e a liberdade de imprensa (sempre afirmei isto aqui e quem lê o JBF sempre e de cabo a rabo sa be disso e pode confirmar isso, salvo se estiver de má-fé), mas sou “de esquerda”, na medida em que defendo direitos de negros, pobres, homossexuais e até de bandidos (neste caso, direitos humanos), assim como a proteção da natureza, e exijo que o progresso se faça sem sacrifícios desnecessários para a população menos aquinhoada (consta que mais de oitenta por cento da população brasileira pode ser classificada como “pobre”).

  3. na liberdade iindividual , e em democracia , ha de se convir que ha o respeito , aos direitos individuais, aos direitos de propriedade , o direito de ir e vir , e o ao direito de se dizer direito a segurança , e que isto secontrapoe aos direitos de corrupçao e roubos e assassinatos , e portanto isto que se da em uma democracia , que premia trabalhadores e pune vagabundos se contrapoe frintalmente ao socialismo , onde se predomina os direitos e vidas nababescas dos vagabundos contra as obrigaçoes impostas ao trrabalhadores honestos .

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