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Pois é, quando o Moro quebrou o sigilo das escutas do Ladrão, que por horas não estava coberto pelo seu mandado, revelando os famosos “Bessias” e o “Tchau Querida”, o mundo (e a Dilmanta) caíram.
Agora, contra o Bonoro, vale tudo. Até seu julgamento de inelegibilidade vai constar em análise até sua saída do exército.
A Justiça brasileira, exceções à parte, é uma lástima. Não abrir o celular de Adélio e vasculhar o do Presidente Bolsonaro é simplesmente incompreensível.