Esse é o “jornalismo” brasileiro: faz até caixão de criança como palanque para atacar desafeto político. Que nojo… pic.twitter.com/nSdN3NDET7
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) April 5, 2023
DEU NO X
Esse é o “jornalismo” brasileiro: faz até caixão de criança como palanque para atacar desafeto político. Que nojo… pic.twitter.com/nSdN3NDET7
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) April 5, 2023
Como gostaria de socar a fuça de um blogueiro de merda como esse.
Deixa eu ver se consigo entender: as mortes nos EUA e outros países são culpa do Bolsonaro? Uma conversa dessas é usar o cu pra limpar a boca!
tem que pegar um jornalista deste encher a boca dele de bosta e depois fazer ele comer 5 kg de lula vivo
Já tomei três calmantes só de ver a fala deste nojento 🤮 tomara que amanhã tome um pontapé na bunda e fique sem emprego
olha o que deixa esta juventude doida e logo logo possivelmente a globo vai passar o filme dele , a globo também está deixando muita gente doida por suas notícias de merda que ao invés de unir a globo divide as pessoas igualmente os gov federal colocando uma contra a outra para brigarem para dar ibope no seu jornalismo o povo tem que pedir para o congresso um lei para o governo não dar mais dinheiro nenhum para as emissoras de tv rádio blog canais de youtube
Mini-Manual do Guerrilheiro Urbano Carlos Marighella
Junho de 1969
1. Uma Definição do Guerrilheiro Urbano
2. Como Deve Viver e Subsistir o Guerrilheiro Urbano
3. Preparação Técnica do Guerrilheiro Urbano
4. As Armas do Guerrilheiro Urbano
5. O Tiro: A Razão para a Existência do Guerrilheiro Urbano
6. O Grupo de Fogo
7. A Logística do Guerrilheiro Urbano
8. A Técnica do Guerrilheiro Urbano
9. Características da Técnica das Guerrilhas
9.1. A Vantagem Inicial da Guerrilha Urbana
Surpresa
Conhecimento do Terreno
Mobilidade e Velocidade
Informação
Decisão
9.2. Objetivos das Ações de Guerrilha Urbana
9.3. Sobre os Tipos e Natureza de Modelos de Ação para os Guerrilheiros Urbanos
Assaltos
O Assalto a Banco como Modelo Popular
Batidas
Ocupações
Emboscada
Táticas de Rua
Greves e Interrupções de Trabalho
Deserções, Desvios, Confiscos, Expropriações de Armas, Munições e Explosivos
Libertação de Prisioneiros
Execuções
Seqüestros
Sabotagem
Terrorismo
Propaganda Armada
Guerra de Nervos
9.4. Como Executar a Ação
Algumas Observações nas Táticas
Resgate de Feridos
10. Segurança da Guerrilha
11. Os Sete Pecados da Guerrilha Urbana
12. Apoio Popular
13. Guerrilha Urbana, Escola para Selecionar o Guerrilheiro
Introdução
Eu gostaria de fazer uma dupla dedicatória deste trabalho; primeiro, em memória de Edson Souto, Marco Antônio Brás de Carvalho, Nelson José de Almeida (“Escoteiro”) e a tantos outros heróicos combatentes e guerrilheiros urbanos que caíram nas mãos dos assassinos da polícia militar, do exército, da marinha, da aeronáutica, e também do DOPS, instrumentos odiados da repressora ditadura militar.
Segundo, aos bravos camaradas – homens e mulheres – aprisionados em calabouços medievais do governo brasileiro e sujeitos a torturas que se igualam ou superam os horrendos crimes cometidos pelos nazistas. Como aqueles camaradas cujas lembranças nós reverenciamos, bem como aqueles feitos prisioneiros em combate, o que devemos fazer é lutar.
Cada camarada que se opõe a ditadura militar e deseja resistir fazendo alguma coisa, mesmo pequena que a tarefa possa parecer. Eu desejo que todos que leram este manual e decidiram que não podem permanecer inativos, sigam as instruções e juntem-se a luta agora. Eu solicito isto porque, baixo qualquer teoria e qualquer circunstâncias, a obrigação de todo revolucionário é fazer a revolução.
Um outro ponto importante é não somente ler este manual aqui e agora, mas difundir seu conteúdo. Esta circulação será possível se aqueles que concordam com estas idéias façam cópias mimeografadas ou folhetos impressos, (sendo que neste último caso, a própria luta armada será necessária).
Finalmente, a razão porque este manual leva minha assinatura é que as idéias expressadas ou sistematizadas aqui refletem as experiências pessoais de um grupos de pessoas engajadas na luta armada no Brasil, entre os quais eu tenho a honra de estar incluído. De maneira que certos indivíduos não terão dúvidas sobre o que este manual diz, e podem sem demora negar os fatos ou continuar dizendo que as condições para a luta armada não existem, é necessário assumir a responsabilidade do que é dito e feito. Portanto, anonimato torna-se um problema num trabalho com este. O fato importante é que existem patriotas preparados para lutar como soldados.
A acusação de “violência” ou “terrorismo” sem demora tem um significado negativo. Ele tem adquirido uma nova roupagem, uma nova cor. Ele não divide, ele não desacredita, pelo contrário, ele representa o centro da atração. Hoje, ser “violento” ou um “terrorista” é uma qualidade que enobrece qualquer pessoa honrada, porque é um ato digno de um revolucionário engajado na luta armada contra a vergonhosa ditadura militar e suas atrocidades.
Carlos Marighella, 1969