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Essa gente sofre com um monte complexo de taras. Vai saber, são frustações sexuais, pederastia, nascimentos resultantes de incesto, má formação dos órgãos genitais (pau minúsculo, grelho duro, criptorquidia), o escambau. Aí vivem assim, infernando a vida de gente saudável…
A atuação da imprensa, em toda a sua extensão, tem sido de uma parcialidade indecorosa. Talvez desconcertados com a teimosia de um presidente que se nega a curvar-se à mais torpe e desumana campanha visando destruir mais do que somente o governo do presidente Bolsonaro, jornalistas perderam qualquer pudor profissional e transformaram a cobertura às atividades do governo que deveria ser jornalística, e, por conta disso, isenta, na mais degradante caça à família Bolsonaro, nem que para isso tenham que destruir toda uma nação. Quem os apoia é alvo do mesmo ódio. É visível e constrangedor o mal-estar quando se vêm obrigados a noticiar alguma notícia favorável à administração federal.
Respeitando as exceções que mínguam a olhos vistos, desde o dia 01 de janeiro de 2019, temos tido a oportunidade de ver rastejar pelo solo minado da repugnante militância ideológica e do imoral interesse financeiro, a nova face do jornalismo brasileiro, representado por uma imprensa prostrada que fez da submissão o sinônimo de sua liberdade e da afinidade com os cofres públicos o símbolo de sua independência. É profundamente lamentável assistir o rebaixamento das Redações, veneradas num passado ainda recente, à condição de chulos guetos ideológicos e antros privilegiados da prostituição profissional. Nesse ambiente putrefato, fartam-se os gigolôs da verdade encomendada.
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