13 pensou em “SUPERIOR PICARETAGEM LINEAR

  1. Eu não quero dizer aqui que não houve fraudes nas urnas.

    Para mim, a totalização dos votos é a soma de cada uma das centenas de milhares de urnas espalhadas, depois que estas já foram lacradas e já emitiram um boletim de urna.

    Então, como pode haver fraude na somatória, sendo que esta sim pode ser auditada, pois é só pegar cada boletim e somar?

    Eu explico a linearidade do final. É que nas últimas 2 horas imperaram as urnas da BA, onde Bolsonaro perdeu de 7 x 3.

    Houve outras fraudes, como a dos Institutos de Pesquisa e da imprensa.

    • O problema é que se repetiu o ano de 2014 , que o PSDB quis auditar e não conseguiu . O TSE ao menos deveria explicar o porque da demora de totalização somente ocorreu onde Lula vencia por longa margem

      • Caro Airton, a ordem das entregas ou totalizações dos Boletins de Urnas após a lacração destas de urna seguem a sequência de envio ao TSE.

        Se a BA demorou para entregar, pode ter havido manipulação das urnas antes do início das votações e algum ajuste antes da lacração.

        Não disse que não teve fraude. Apenas acho que não é na totalização após a lacração das urnas.

        Realmente o que é estranho é em todo o país ter 95% das urnas apuradas enquanto na BA nem 50%. Muito estranho

        • Como escrevi antes . Em todos os estados onde Lula vencia , a apuração não chegava a 70% enquanto nos estados onde Bolsonaro vencia já estava acima de 95%.
          Outra coisa que chama a atenção é o nº de votos brancos e nulos para presidência , que não chega a 5% , enquanto que para outros cargos majoritários , ficou acima dos 10%.

          • Isso reforça a tese de que a suposta fraude pode ter ocorrido nas urnas, que demoravam a chegar por estarem sendo “preparadas” e não na transmissão de dados.

    • A fraude está na programação, quando a urna emite a totalização já vem com a fraude contabilizada a favor daquele a quem interessa a fraude.

  2. Houve sim a ferramenta Smartmatic dirigindo votos para o ladrão, as FFAA estão apurando e vários coadjuvantes destes crimes serão presos na hora certa. Existem montanhas de provas. Não há crime perfeito!

    • Caro J. Roberto, é muito provável que tenha tido manipulação de votos durante as votações e não na totalização. Números discrepantes entre votos a PR, Gov,, Sen e Deputados em MG e na BA indicam isso.

      Há algo estranho no ar. havia pelo Sistema uma certeza muito grande que o Larápio venceria no 1º turno e a pressa de que países reconhecessem logo a vitória.

      A existência do 2º turno desarmou a bomba. Tanto é que o mercado reagiu com a subida das ações (especialmente a Petrobras) e queda do dólar. Vem redução grande dos combustíveis por aí.

  3. Apenas ficção, não levem a sério! (Nem tentem fazer)
    Como fraudar a eleição:
    Vamos supor que a totalização seja leal, uma vez que existe a possibilidade, mesmo impraticável, de se auditar todos os boletins de urna paralelamente:
    O local ideal pra acontecer a fraude é na própria seção eleitoral, antes do fechamento e impressão do boletim.
    Deu 17h, fecham-se as portas, ninguém entra mais. Após o ultimo eleitor votar, a equipe de mesários se reúne e faz os preparativos para encerramento da votação – essa é a melhor hora! A maioria dos fiscais nesse momento já está no comitê comemorando o fim dos trabalhos. Nem pensem em fazer isso antes do final do horário, o eleitor pode aparecer e não conseguirá votar pois o número do título dele já foi usado.
    No caderno de votação tem o número do título de todos os eleitores, é só habilitar e votar pelos faltantes, mas cuidado: se um faltante justificar em outra seção pode dar problema depois (ou não, eu posso votar e justificar também só pra atrapalhar o sistema, por pura diversão, ou por alguma patologia psicológica mesmo).
    Enfim, melhor decidir com cuidado quais faltantes serão escolhidos, e aí vem uma dica: alguns podem faltar e não precisam justificar: são os -18 e +65 (além dos analfabetos, mas não temos como saber). No caderno de votação tem a data de nascimento, é só escolher corretamente (houve uma grande campanha recentemente para aumentar o número de eleitores -18, mas não podemos considerar suspeito, pode ser apenas coincidência).
    Considerando que a maior abstenção seria justamente destas pessoas (parece meio óbvio cogitar isso, já que não são obrigadas a votar), então teríamos uma quantidade boa de votos para serem trabalhados.
    Essa técnica funciona apenas nas urnas sem biometria, como as usadas na maioria das cidades do interior onde ainda não houve o recadastramento. Imagina as seções de uma escola na zona rural de uma cidade no interior da Bahia por exemplo, como seria fácil fazer isso, longe de tudo… na paz… (sem relação casual, apenas para fim de exemplo).
    Enfim, não estou afirmando que foi feito, apenas mostrando que existe a possibilidade.
    Alguns fenômenos poderiam ser explicados partindo-se do pressuposto afirmativo desta teoria:
    Nas seções onde isso ocorresse, o encerramento seria um pouco mais tardio que as demais, neste caso poderíamos ter um gráfico de apuração com uma tendência no início e uma inversão numérica à medida que estas urnas especiais fossem sendo apuradas, esta tendência pode ser observada nos últimos pleitos (mas não garante que tenha ocorrido por conta de fraude, pode ser uma anomalia matemática misteriosa).
    Nessa possibilidade citada, a urna poderia ser auditada e não seria encontrada fraude alguma nesta, tampouco na totalização.

    Sempre desconfiei desse sistema, não por conta da tecnologia ou algoritmos, mas pelo fato do excesso de confiança que ele passa, atraindo para si todo o foco e responsabilidade e cegando a fiscalização para as outras brechas onde pode ocorrer a fraude. O foco é fiscalizar as calculadoras e não os operadores. Os esforços é pra verificar se a soma de 100 votos + 100 votos sempre vai dar 200 votos, e não atentam de procurar investigar se 200 eleitores realmente compareceram.

    Estas urnas eletrônicas são ideia antiga, começaram de forma bem rudimentar e foram evoluindo com o tempo e o avanço da tecnologia, a primeira eleição totalmente informatizada feita no Brasil foi em 2000, neste ano votamos para prefeito e vereador. Na eleição seguinte, já com esse sistema totalmente implantado e acreditado, ganhou um candidato que havia perdido no primeiro turno os dois pleitos anteriores. Desde então o grupo político deste candidato foi o que mais obteve êxito nas disputas locais e nacionais, sendo imbatível em determinadas regiões (talvez onde ocorra a fraude, mas não podemos concluir isso).
    No entanto algo começou a mudar, surgiu um inimigo desse esquema: a biometria. Aos poucos esse grupo político foi perdendo espaço onde a urna com biometria foi implantada (não podemos associar um fato ao outro, pode ser apenas coincidência). Considero a biometria um item de segurança muito mais importante para evitar esse tipo de ação que o sistema com voto impresso, mas a presença dos dois elementos deveria ser obrigatória para fins de credibilidade total do sistema.

    P.S.: esse é o esquema de fraude mais simples que pode ser implantado, porém requer muito engajamento e uma equipe gigantesca (nesta eleição a quantidade de mesários voluntários aumentou assustadoramente, mas não quer dizer que haja relação com este devaneio, é apenas a última coincidência deste texto). A quantidade de votos trabalhados também é pouca e depende das pessoas faltarem com suas obrigações.
    Consigo pensar um outra forma mais elaborada, tecnologicamente viável, com menor envolvimento de pessoal e maior quantidade de votos trabalhados, mas fica pra próxima.

    • Senhor Gaudêncio, esta “ficção” imaginada tem muita plausibilidade. Mas eu tenho uma dúvida, se a votação já teria acabado, não ficaria suspeito um grande número de votos serem feitos após o horário das 17 horas?

      Fica a dúvida e estou curioso para a outra forma mais elaborada de “ficção”. de burla do Sistema.

      • Prezado João Francisco, trabalhei como mesário em algumas eleições, realmente o que escrevi anteriormente era plausível nessa época, e acredito que continue sendo, visto que não houveram mudanças nesse sentido.
        A votação não se encerra exatamente às 17h, nem se encerra automaticamente. Por padrão, se às 17h ainda tiverem eleitores na fila pra votar, são distribuídas senhas para os presentes e garantido o voto destes (quem chegar depois fica sem senha e sem votar). Para encerrar a votação é necessário realizar o procedimento de finalização: o presidente da mesa digita um código no mesmo teclado que habilita os eleitores e a urna inicia esse procedimento, finalizando com a impressão de todas as vias do boletim de votação e de justificativa. Neste momento ela permite ser desligada também. Após desligar, retira-se a mídia com os arquivos e se lacra a urna, essa mídia é que vai pra o local onde está ocorrendo a totalização. Esse seria o procedimento padrão.
        Enquanto esse código não é digitado, a urna permite que a votação continue normalmente, independente do horário. Não fica registrado o horário da votação em nenhum lugar, para garantir o sigilo, apenas o horário da finalização.
        Nem sempre esse procedimento padrão ocorre conforme o planejado: às vezes a urna trava, a impressora engole papel, ocorre erro na gravação da mídia, ou até mesmo má operação por parte dos envolvidos.
        Certa vez acompanhei a totalização de uma Zona com aproximadamente 300 urnas, 10% tiveram algum problema como estes citados, uma delas chegou ainda ligada (possui bateria interna) para os técnicos finalizarem. Nestas seções não foram colocados os boletins na porta, simplesmente não foram nem impressos. Estas urnas que apresentam problemas na finalização são levadas para um local e os técnicos fazem o encerramento delas para extrair os dados. Por isso falei antes que seria impraticável auditar apenas somando os votos dos boletins, uma vez que nem todos podem ser impressos na seção eleitoral.
        Quanto a sua primeira questão: não ficaria suspeito um grande número de votos serem feitos após o horário das 17 horas? Acredito que isso justificaria o resultado apresentado no gráfico, no entanto pode ter ocorrido que a maioria dos eleitores tenham deixado pra votar na última hora (imagina 16:50 e chegam 200 eleitores em cada seção), atrasando a finalização das urnas e, consequentemente, da totalização pela Zona.
        Quanto à dúvida, a maneira mais fácil de burlar (mais uma vez saliento que só funcionaria nas urnas sem biometria, nunca trabalhei com as urnas biométricas então não sei se é possível burlar):
        Lembro de ter visto uma notícia de umas caixas de urna que foram encontradas abandonadas e ninguém explicou do que se tratava, então pensei: e se mandarem urnas falsas pra seção enquanto votam nas urnas verdadeiras em outro local?
        Inviável? Não, e muito mais fácil que o esquema anterior.
        A cada eleição novas urnas são adquiridas, o modelo vai variando, as mais antigas vão se aposentando, sendo que atualmente devem ter uns oito modelos diferentes em uso, porém cada Zona trabalha apenas com um modelo. Se alguém fizesse uma urna falsa, você saberia a diferença? Saberia identificar diferenças no firmware só de ver a foto do candidato que aparece na tela? Duvido muito. Dá pra fazer algo muito parecido no Excel, até os sons da urna tem disponível fácil na internet, a carcaça pode ser aproveitada das urnas obsoletas que foram arrecadadas em leilão como sucata, vendidas por quilo. Neste caso os envolvidos seriam os administradores de prédio, duas ou três pessoas poderiam cuidar das 20 seções de uma mesma escola por exemplo, sem que mesários, eleitores ou fiscais desconfiem da urna falsa.

  4. VEJAM A SEMELHANÇA COM O GRÁFICO DE 2014 ENTRE AÉCIO E DILMA. ISSO É ELEIÇÃO PRA INGLÊS VER. GASTARAM MAIS EM PROPAGANDA DESSE ÍDOLO DO BUTÃO QUE SAIRIA MUITO MAIS BARATO INSTALAR IMPRESSORAS TÉRMICAS AO LADO DE CADA URNA. Ô CAMBADA DOS INFERNOS QUE PARECE SAÚVA QUANDO MORDE, SÓ SAI SE ARRANCAR A CABEÇA. Afffff…

    • Gastaram mais nisso , do que em aumentar o nº de zonas e seções eleitorais , já incentivaram os jovens a tirar o título , e segundo eles , teve um aumento de 2 milhões de eleitores .
      Gastaram mais nisso do que na divulgação de alteração de locais de votação .
      Gastaram mais nisso do que na divulgação de que a biometria seria usada , mesmo para aqueles não fizeram a biometria no TRE .

      Tudo isso porque é a ” festa da democracia ” .

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