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Tem que fazer o desfile sim e transmitir em horário nobre da Grobo.
A vaia vai ser épica.
Se proíbe, além de não ter vaia, o Demiurgo se faz de vítima.
Vergonha na cara é mercadoria em falta.
Será que Bolsonaro conseguiria? Ok, a pergunta é retórica.
E a canja vai ser destaque. Que a avenida trema com as vaias. Pelo menos é o que esperamos.
Uns tudo podem e outros nada podem!
Precisamos dar passos diferentes… O Carnaval, conhecido como “festa da carne”, tem origem no latim carnis levare ou carne vale. Originalmente, refere-se à despedida dos prazeres carnais e do consumo de carne antes dos 40 dias de jejum da Quaresma, que antecedem a Páscoa.
Festa da carne…
Suando na Sapucaí, suando nos estádios, suando em alcovas…
Excesso de sudorese. Tem uns cabras que vão ao estádio suar pelo time do coração. Entediadas/solitárias/com a perereca em fogo, algumas esposas/namoradas/companheiras de tais “fãs do esporte bretão” suam debaixo de “um ricardão”. E tal fato me conduz aos dizeres de um técnico de futebol: “Não dá para chegar em casa às 4 horas da manhã”.
Abel Ferreira, treinador da Sociedade Esportiva Palmeiras em coletiva: “Gostaria de pedir à CBF e à Globo para jogar mais cedo. Não há como recuperar os jogadores para atuar três dias depois. Não dá para chegar em casa às 4 horas da manhã. Entendo que sempre foi assim no futebol brasileiro, mas precisamos dar passos diferentes. Um dos motivos para a equipe não continuar a empurrar o adversário nos minutos finais nesta noite foi o fato de a equipe sentir a parte física e psicológica, enquanto o adversário estava mais descansado”.