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Ô dó. Tão bonita, tão talentosa, tão lacradora, inteligente, tão incompreendida.
O ser esquerdista é imediatamente reconhecido pela sua manifesta condição de tentar burlar a inteligência daqueles que pensam diferente dele. Ardiloso, representa com competência o patético papel de pessoa normal.
Na verdade, trata-se apenas de uma entidade movida pelo ódio, pela soberba e pela psicopatia. O ser esquerdista extrapola a sensatez e consegue se perder na cotidiana aventura humana de ser um ser.
Às vezes sou surpreendido pela dúvida sobre a essência de sua condição humana. Fica difícil recorrer até mesmo à regra da exceção. Mas deve haver. Creio.
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