DEU NO JORNAL

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O fato assucedeu-se na madrugada de quinta pra sexta passada, no Clube Pinheiros, em São Paulo.

Xandão Cabeça-de-Ovo é sócio e frequentador assíduo do clube Pinheiros e mora bem próximo ao local, por essa razão, seus seguranças ficam sempre nas proximidades.

Ele não estava presente no bar.

Conforme diz a notícia, Xandão “ficou  sabendo” do fato através de um segurança.

Segurança pago com o dinheiro do contribuinte, claro.

E o servidor baba-ovo de Xandão determinou a um funcionário do bar que dissesse aos clientes pra pararem de ofender e falar mal de uma pessoa tão popular, tão querida, proba, de notável saber  jurídico e de reputação ilibada.

Atenção, meus caros leitores: não é novela, não é piada, não é ficção.

O fato aconteceu mesmo.

Houve até registro de uma queixa.

Clique aqui para ler o Boletim de Ocorrência e tomar conhecimento das qualificações que os cachaceiros atribuíram a Xandão.

7 pensou em “PODES CRER

  1. Durante o regime militar de 64 não tinha destas coisas. Ô saudade daqueles tempos. Havia liberdade de ir e vir, de religião e de pensamento.

  2. Cuidado meus amigos . Duas coisas que se deve pensar bem ao fazer :
    1 – Xingar um ministro de filho da puta .
    2 – Xingar um filho da puta de ministro. Sendo que a última pode acabar em morte.

  3. “Quando os nazistas vieram buscar os comunistas, eu fiquei em silêncio; eu não era comunista.

    Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu fiquei em silêncio; eu não era um social-democrata.

    Quando eles vieram buscar os sindicalistas, eu não disse nada; eu não era um sindicalista.

    Quando eles buscaram os judeus, eu fiquei em silêncio; eu não era um judeu.

    Quando eles me vieram buscar, já não havia ninguém que pudesse protestar.”

    (Martin Niemöller, conhecido pastor protestante que se opôs ao regime nazista. Ele passou os últimos 7 anos do regime nazista preso em campos de concentração)

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