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Parceiro “Bill”
Tenha paciência, mas esta de hoje não aguentei!
Senti mel-de-abelha de primeira no pé da goela.
Foi arte demais! Ninguém segura seus dedos e será difícil avaliar a ptencialidade de sua imaginação.
Que câmera arretada!
Lembrei-me dos 25 anos, quando eu possuia uma “fuderosa” “Leica”, de fabricação russa, comunista toda…, tempo em que a “revelação” dos filmes duravam pelo menos uma semana.
Cheguei a organizar vitoriosa exposição de uma “cambada” que havia por aqui, intitulado: Grupo Câmera do Recife, realizada no Náutico.
Onde diabo você se esconde? Tem endereço físico ou móvel?
Preisamos fazer de seus trabalhos uma exposição de fotografias na AABB-Recife, onde tenho um “cargo de bosta” e talvez lhe interesse a gente fazer um “auê” com outros fotógrafos, reportagem em jornal, etc. coisa e tal.
Se for macho, mande-me o endereço.
Berto sabe onde me escondo, aqui no Caxangá, perto do Country, de Brennand e outros endinheirados, sendo eu o único “esfomeado” e levemente envelhecidos, porque estou na casa dos 90, como dizem os interioranos..
Bom domingo!
Abração , do parceiro,
Carlos Eduardo
Gratidão, pariceiro. Por incrível que pareça, as fotografias, são clicadas de um celular.
Moro em Tauapiranga, Serra Talhada.
Terra do nosso saudoso Dr. Agamenon.
Fiz estreia no jornalismo, na FOLHA DA MANHÃ, de propriedade dele. Ainda tenho o original completo, bem guardado, deste 1952.
Em temos de comparação – para emparelhar com os benefícios dele na urganização do Recife – só imagino Maurício de Nassau.
Há us quatro anos esrevi um artigo para a Revista Movimentto (2 T, miita frescura), também guardado.
Nunca o entrevistei mas já publiquei foto dele com a esposa, em festa no Internaional, quando militei na crônica social.
Abração, parceiro, tenho 120 páginas pra revisar devagarinho e esta manhã foi trabalho de rua, mesmo com chuva e 22º de frescura.
CE