13 pensou em “RECLAME NÃO, BOZO: ÍNDIO TEM PRIORIDADE. CAMINHONEIRO NÃO

  1. Esse é o resultado e o retrato do atraso imposto por uma autoridade da justiça (que palavra pomposa e contraditória) num País de mais de 210 milhões de pessoas.

    Prejudicando a economia do Estado, da Nação e de todo povo que ali vive e todos que geram
    e dependem das produções agrícolas.

    Quais intenções e interesses estão por trás de tal atitude?

    • Luiz Carlos, não é só os índios que estravancam o pogresso não, eu também sou responsável. O governo queria passar uma estrada bem onde eu tenho a minha casa. Se tens fazenda, te cuida, porque se bobear eles vêm com as máquinas e vão passando e asfaltando.
      Segundo consta, a BR 158 foi a responsável pela invasão da reserva por não indígenas e afeta diretamente a fauna e a flora, além de prejudicar a segurança e a cultura dos Xavantes que ocupam a região (reserva indígena Marãiwatsédé no Mato Grosso).
      O fechamento da estrada não foi feita porque a Justiça Federal achou que devia e resolveu mandar, não, a justiça age quando provocada por parte legítima, o que aconteceu. A Justiça Federal, macha que só ela, atendeu pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF), por meio do procurador da República Everton Pereira Aguiar Araujo, que ajuizou Ação Civil Pública (ACP) contra a União, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

  2. Queria saber quantas penas de araras azuis são necessárias para fazer um cocar que cada cacique usa para dar entrevista dizendo que está protegendo a natureza??????

    • Mauri, estás, certamenbte, afirmando que os índios destroem a natureza, arrasam o meio-ambiente, liquidam com a fauna, e talvez seja por isso que a Amazônia está despovoada de bichos e se deixar eles acabam com araras azuis, peixes boi, onças, jacarés e bestando botam fogo em tudo e acabam com a floresta também.
      Eu gostaria, até, que me indicasses os livros de antropologia, etnologia e outros nos quais obténs esses elementos sobre a ação devastadora dos índios brasileiros sobre a natureza, igual os índios norte-americanos exterminaram os búfalos.

      • Olá Goiano
        Pergunte as seus vizinhos aí em Paris eles devem ter boas indicações sobre a preservação da Amazônia. Talves assim possam salvar as girafas leões e putros bichos.

        • Mauri, estou longe de Paris, no Brasil, e demoro a voltar lá, com esse euro a sete reais. Aliás, na hora de comprar costuma sair até por mais um pouco.
          Quando vou morar lá, para estudar, tomar banho de cultura e viver a beleza de Paris, da França, da Itália, da Europa enfim, preciso ficar alguns meses, e com essa relação de moedas simplesmente não tenho a menor perspectiva de tão cedo voltar lá.
          Se conseguir algum curso interessante, talvez, assim que a pandemia permitir, quero trocar por Argentina, onde pretendo ficar alguns meses também, já que 1 real está comprando 15 pesos argentinos (embora saibamos que haja outros fatores na relação moeda x custo de vida, isto é, por vezes a moeda está forte mas os preços do outro país de moeda mais fraca estão elevados, o que no caso diminui a vantagem e a ilusão).
          Veja só, Paris, que é uma cidade cara, tem os aluguéis de studio (quitinete) mobiliado na base de 1.000 a 1.300 euros por mês, de modo que quem é que aguenta pagar 8 ou 9 mil reais mensais só de aluguel?
          Hotel simples, muito simples, 70 euros a diária casal (solteiro dá na mesma, salvo se o café da manhã for pago por fora), aí já pensas em 14.000 reais de hotel. Por incr´sivel que pareça, dá para comer por 6 euros um PF bem sem-vergonha. 12 de almoço e janta, 24 o casal. No mínimo 40 euros por dia o casal comendo com muita simplicidade, bota aík 8 mil reais para comer. E passagens (passe do metrô e ônibus) e mais isso e aquilo… Já viu, né?
          O “normal” seria um casal viver lá, assim modestamente, muito modestamente, em um studio de 1.000 euros, cozinhando em casa, comprando vinho barato no supermercado, com cinco ou seis mil reais por mês, mas tão cedo isso não vai voltar a acontecer.
          Ah, divaguei, o que queres saber é se eles entendem de preservação ambiental e se acham que a Amazônia é povoada por girafas, leões, hipopótamos.
          Bem, eles são bem cultos, mas não creio que a ponto de conhecer a flora e a fauna do Brasil, sei lá.
          Quanto à preservação ambiental, eles sediaram o Acordo de Paris, que o Trump não quis assinar, sendo que aqui a coisa anda como anda, tu sabes: pelo plano apresentado pelo governo brasileiro, de 2021 a 2030 poderiam ser emitidos 400 milhões a mais de toneladas de CO2 na atmosfera. Um retrocesso ao compromisso que o Brasil prometeu na assinatura do acordo em 2015.
          Também estamos querendo dez bilhões de dólares por ano para cumprimento da meta de neutralidade na emissão de gases do efeito estufa até 2060, graninha que cairia muito bem mas que pode gerar algum impasse.

  3. Observem que estes índios possuem pistas de pouso clandestinas para acolher narcotraficantes que trazem mercadorias da Bolívia e Perú.
    Entenderam porque são tão protegidos???
    Muita grana rola nestas “proteções”.

    • José Roberto, fontes! Fontes!
      Esses índios devem estar podres de ricos, se associados a narcotraficantes.
      Dá para dizer quais as tribos estão mancomunadas com os bandidos?
      A razão de eu estar querendo confirmar é para saber se os índios perderam a inocência.

  4. Pera aí, gente, que o buraco é mais em baixo…
    Primeiro. Um pouco de conhecimento da história dos EE. UU. nos permite saber que os búfalos (bisões) foram quase que exterminados como consequência da marcha para o oeste.
    Lamentável, mas não foram os índios os grande responsáveis.
    Mesmo culturalmente firmado apenas nos filmes (alguns de grande valor estético-cultural-artístico), pode-se ver essa situação.
    Todavia, os índios americanos (remanescentes das grandes tribos) se integraram à sociedade americana e hoje dela participam plenamente, cônscios de que são cidadãos americanos, mesmo mantendo seus usos e costumes.
    Por aqui, os nossos devem ser mantidos como seres de segunda ou terceira categoria, quem sabe até recolhidos a uma santa ignorância, para poder servir a uns poucos “sabidórios” que se intitulam de ecologistas ou antropologistas, para usufruir da baixa culturalidade desses pobres coitados, que os servem.
    Vejam os resultados que as últimas ações de fiscalização estão alcançando.
    Muitas dessas apreensões que têm sido feita são de produtos originários de terras indígenas.
    Por que eles ou as ONG’s que dizem assisti-los não informam ao governo essas ocorrências?
    Provavelmente por estarem levando o seu ‘pixuleco’…

  5. Arael, uma leitura nem mesmo cuidadosa indicaria o ponto de ironia em “Eu gostaria, até, que me indicasses os livros de antropologia, etnologia e outros nos quais obténs esses elementos sobre a ação devastadora dos índios brasileiros sobre a natureza, igual os índios norte-americanos exterminaram os búfalos”.
    Exatamente: nem os índios nort4-americanos exterminaram os búfalos, foram os cara-pálidas que invadiram as terras, mataram, saquearam, exploraram solo e subsolo, e chacinaram também os búfalos – todos sabemos disso, é claro.
    Quanto à situação atual dos índios norte-americanos, é difícil comparqr a situação deles com a brasileira, seja pelas características culturais de uns e de outros, seja pela geografia desses países, seja pelo grau de progresso social e econômico dos Estados Unidos.
    Lá, sim, podes ter razão, e isso a antropologia condena, eles foram bastante aculturados, perderam muito de suas raízes, embora grupos se esforcem para mantê-las e recuperá-las, muitas vezes até com o objetivo primário ou secundário de atender ao turismo e faturar algum.
    Os povos nativos da América do Norte, os índios dos EE.UU., ocupavam grande parte do território antes da chegada dos europeus (séculos XVII). Com o início da colonização da América do Norte pelos ingleses, franceses e espanhóis, estas tribos foram, aos poucos, perdendo suas terras e identidade cultural.
    Atualmente, os poucos descendentes destes povos vivem em reservas indígenas estabelecidas, pelo governo dos EUA, a partir do século XX.
    Os principais povos indígenas de lá eram os – Sioux (região norte dos EUA) – Cheyenne (região centro-sul)- Apache (região sul) – Creek (região sudeste) – Kaw (região central) – Arapaho (região central) – Comanche (região sul) – Cherokee (costa leste) – Navaho (região sudoeste) – Algonquinos (regiões do Canadá), ainda há remanescentes deles, organizados em tribos ou não.
    Há índios que obtém grandes lucros de participação no petróleo de suas terras, outros vivem da cultura da terra e do gado, sendo que uns exploram até cassinos, ideia que o presidente Jair Messias Bolsonaro manifestou que os nossos indígenas daqui deveriam fazer o mesmo.
    Hoje, no Brasil, verificam-se duas tendências: a da direita, que quer absorver os índios para a cultura civilizada, vale dizer aculturá-los, incluí-los na nossa sociedade, acabar com aquele negócio de viver no mato; e a da esquerda, que acompanha a filosofia antropológica e sociológica de que eles sejam ajudados de longe, e que mantenham, o quanto o desejarem, sua cultura intacta, vivendo o que são, “povos da floresta”.
    Se alguns dos nossos indígenas “levam o seu pixuleco”, como dizes, isso já parece ser, mesmo, parte de sua inclusão nos nossos pérfidos costumes civilizados. É o que muitos desejam, que eles parem com aquela bobagem de pescar, caçar e plantar mandioca e eeburaquem a terra para se enriquecerem de ouro e esmeraldas, ferro e petróleo e de quebra montem cassinos e putarias para a diversão do chamado homem branco.

    • Boiano, um “çidadãum” que se orienta por (muitas aspas) “fontes” como UOL não tem a menor moral para cobrar livros de antropologia ou os caralho a quatro para validar o óbvio.

      Para tipos de moral torpe como a sua, índios enterrarem bebês vivos baseados em crendices é mais cultura e menos ofensa do que uma piada descomprometida com anões.

      • Meu caro Noteukulalau, acreditas, mesmo, que quando o UOL diz que mosquitos voam essa informação deve ser descartada porque tu achas que o ULO é comuna?!
        Quanto à antropologia, fique à vontade para escrever teus tratados defendendo a tese de que os índios devem ser incorporados à sociedade e abandonar seus costumas atrasados, virem morar na cidade e almejarem serem, cada um, felizes proprietários de Iphones e comerem no MacDonalds. Garanto-te aplaudos dos eleitores de Jair Messias Bolsonaro, abandonando sua cultura bárbara.
        Especificamente quanto ao infanticídio, praticado por cerca de 13 etnias brasileiras desde antes do descobrimento, eu acredito, do meu ponto de vista civilizado e cristão, que é possível interferirmos, através de métodos adequados e não extremamente invasivos, na extinção dessa prática, nem que fosse conseguindo que os indígenas aceitassem, ao invés de matar recém-nascidos, entregá-los à civilização para adoção (essa é apenas uma reflexão, devemos pensar em como eliminar qualquer tipo de barbárie do nosso mundo), ou qualquer outra forma que a conscientização das tribos quanto a isso pudesse ser conduzida sem agressão à cultura indígena.
        Quanto ao politicamente correto, devo esclarecer que não deves falar “anão”, mas “pessoa com nanismo e comprometimento do crescimento físico”.

        • Boiano, vulgo corno sem mulher (tecnicamente, corno intrínseco), ridículo como tens de recorrer ao estratagema dialético da “ampliação indevida” para me tachar de “anti-ciência” quando coloco suas fontes CLARAMENTE ENVIESADAS em xeque! Aliás, quando o UOL declarar um dia que mosquitos voam, será a sua maior contribuição ao jornalismo tupiniquim. Mesmo pq com certeza seus editores deve tratar Pablo Vittar como “a” Pablo.

          Com certeza é desejo dos grupos sociais indígenas não serem mais tratados como meros espécimes resguardados em cativeiros. Até mesmo os índios serviçais de tais movimentos (ou vai me dizer que são índios bolsonaristas que curtem andar de Hilux e fazerem pedágios ilegais?).

          Acerca de sua iniciativa de conscientização da comunidade indígena para combater o infanticídio, é a primeira vez que vejo um “comunista jesuíta”. Estou estupefato. Boa sorte aí na tentativa. Que não seja uma tribo de canibais.

          “pessoa com nanismo e comprometimento do crescimento físico”?! “Ah, não…”

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