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Salvo engano, esta música foi lançada em 1972, quando o país crescia de modo estrondoso, havia sido tricampeão mundial de futebol há pouco. Junto da música veio o adesivo “Brasil, ame-o ou deixe-o”.
Não precisa nem dizer que a esquerdalha da época cancelou tais iniciativas. Os Incríveis não fizeram mais sucesso depois disso.
A Ditadura cultural da esquerda nunca deixou de agir, mesmo no regime militar. Vejam, da Brasil Paralelo: “1964 – entre armas e livros”, que mostra quem venceu esta revolução. Vale cada minuto do vídeo.