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“É hoje que a terra treme,
é hoje que a pedra rola.
Esse é o som da minha terra
Cheguei no som da Viola.”
Tião nos deixou cedo, 58 anos.
Morreu Rei. Virou lenda e referência nacional para o instrumento.
Além da viola, ainda tinha “peito”.
Renato Andrade foi gênio na viola e muitos outros também, mas Tião Carreiro fazia magia.
Ele sabia que era o melhor, sem querer ser e apesar da personalidade forte, era simples.
Se hoje temos Almir Sater, Pereira da Viola, Lucas Reis e Thacio e o maior da atualidade; Lyan, é graças à influencia de Tião Carreiro.
Helena Meireles, Bambico, Marcus Biancardini, a lista é enorme.
Mas um, incomodava o Tião. Ele também era Mestre. Não me lembro o nome…