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Antes da pandemia estive no Peru e na Colômbia. Nos dois países presenciei nas estradas e nos centros comerciais, principalmente das capitais dos respectivos países, enormes grupos de venezuelanos, procurando e querendo todo o tipo de ajuda dos peruanos e colombianos. Para mim, Maduro já passou do ponto, está apodrecendo e tem “gente” que não vê e ainda o engole. Por isso, ele vem se mantendo e sendo, quem diria, até paparicado. Mas, como diz o ditado: “Passarinho que acompanha morcego acorda de cabeça para baixo.”
Quando estive na Venezuela senti a paciência do povo,
que na maioria assistia calado a ruína do seu país.
Aqui na cidade em que moro ( Balneário Camboriú) SC já
encontrei vários venezuelanos que emigraram à força
fugindo da fome e da ditadura , são pessoas tristes que
foram forçadas e deixar a sua terra para sobreviver.
Eles não reclamam e dificilmente se identificam., pois
não vale a pena lembranças da tristeza na terra natal.
Acompanhando o ditado citado pelo DECO acima,
lembrei-me de uma citação do nobre e saudoso colunista
Stanislaw Ponte Preta, que dizia : Passarinho que come
pedra, sabe o cu que tem .
si u çugeitin “… não vale nada…”,
siguinifica qui num vale o qui o gatu interra.