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Coitada da paca, morreu porque era eleitora do Flávio
¿Y ahora qué? Ai meu bom Jizuis (di ritinha di miudo), poemai por nós, as pecadoras. Hoje vou praticar o pecado da gula. Já que a paca é cara pacarai e Flávio está na frente nas pesquisas (quem acredita nelas?), hoje meu jantar será o xiquérrimo e baratérrimo Pato à Baviera, em Santa Maria do Herval.
A PACA DE SEU LUIZ
Mote. Cego Aderaldo
A paca no meu país
Virou prato de bacana
Servida com a boa cana
Deixa o sujeito feliz.
Come João, come Luiz
Sem possuir alvará
E o Ibama o que dirá
A quem o bicho consome
“Quem a paca cara come
Paca cara pagará”.
Tem a paca recheada
Servida ao molho madeira
Tem paca na frigideira
Saborosa e temperada.
Paca nova acebolada
Trazida lá do Pará
Mas Greta não saberá
Quem comeu, qual o seu nome
“Quem a paca cara come
Paca cara pagará”
Não vejo ambientalista
Reverberando o protesto
Para abominar o gesto
Se escondeu o ativista.
E o falso moralista
Come feito um carcará
Mas a lei só julgará
Um pobre que mata a fome
“Quem a paca cara come
Paca cara pagará”
Versos do poeta Hélio Crisanto