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— Seka ndi live (@seka_ndi_live) April 24, 2026
DEU NO X
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Como diria um sábio: “só sei que não sei de nada”, kkkkkk!
“Às apalpadelas”
Como mostro sempre o JBF para minhas amigas Clotilde e Umilde, ambas me olharam e perguntaram se eu sabia onde dava o nome para exercer tão “nobre missão”…
E uma cidade indiana viviam sete sábios cegos.
Quem deles seria o mais sábio, perguntava-se Jesus de Ritinha de Miúdo, que pra lá mudaram em busca de tal verdade.
Certa noite, depois de muito conversarem acerca da verdade da vida e não chegarem a um acordo, o sétimo sábio ficou tão aborrecido que resolveu ir morar sozinho numa caverna da montanha. Disse aos companheiros:
– Somos cegos para que possamos ouvir e compreender melhor do que as outras pessoas a verdade da vida. E, em vez de aconselhar os necessitados, vocês ficam aí brigando como se quisessem ganhar uma competição. Não agüento mais! Vou-me embora.
No dia seguinte, chegou à cidade um comerciante montado num elefante imenso. Os cegos jamais haviam tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.
O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:
– Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar os seus músculos e eles não se movem; parecem paredes…
– Que bobagem! – disse o segundo sábio, tocando na presa do elefante.
– Este animal é pontudo como uma lança, uma arma de guerra…
– Ambos se enganam – retrucou o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante. – Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia…
– Vocês estão totalmente alucinados! – gritou o quinto sábio, que mexia as orelhas do elefante.
– Este animal não se parece com nenhum outro. Seus movimentos são ondeantes, como se seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante…
– Vejam só! – Todos vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados! – irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante.
– Este animal é como uma rocha com uma cordinha presa no corpo. Posso
até me pendurar nele.
E assim ficaram horas debatendo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava a montanha, apareceu conduzido por uma criança.
Ouvindo a discussão, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tateou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:
– Assim os homens se comportam diante da verdade