PENINHA - DICA MUSICAL

Este é Joshua Messick.

Ele está tocando o “Hammered Dulcimer”, o instrumento sobre o qual comentamos ontem à noite, durante a conversa da turma fubânica no Cabaré do Berto.

A música é “Scarborough Fair” de autoria desconhecida.

6 pensou em “ESTA É PARA O MAGNOVALDO

  1. Eita, ferro! Esse Peninha é um cabra prá lá de sacudido!
    Muitíssimo obrigado pela dedicatória. Só você mesmo para buscar essas excentricidades lá onde só arretados musicantes vão!
    Um grande abraço, bom final de semana cheio de paz e alegria.

  2. Adorei a postagem, queridos Peninha e Magnovaldo. A música é lindíssima e o som do instrumento musical me lembrou um xilofone e também uma harpa. Fantástico!!!
    Parabéns aos dois, por nos brindarem com postagens tão eruditas e belas.
    Pesquisando na Wikipédia, enciclopédia livre, encontrei::

    “Dulcimer martelado.
    Dulcimer é um instrumento de cordas percutidas, de origem medieval. Consiste em uma caixa acústica de madeira com cordas metálicas de aço, dispostas horizontalmente, possuindo um número variável de cordas montadas sobre. Pertence à família do saltério.

    É composto de várias cordas de metal, dispostas em grupos de duas a cinco por nota e distribuídas ao longo de uma caixa de ressonância plana, de forma trapezoidal.

    As cordas passam sobre pontes que se encontram acopladas à caixa. Cada corda é equipada com uma surdina controlada por um pedal. A tessitura do dulcimer é bastante ampla e vai desde o re2 ao mi6. O som se produz quando as cordas são batidas por baquetas, pequenos martelos que produzem um som vibrante, seco e metálico. Existem variantes de disposição de escalas cromáticas e não cromáticas.

    Considerado como antecessor do piano, embora não tenha teclas, o instrumento é originário do Oriente Próximo, provavelmente do santur iraniano. Seu uso foi difundido na Península Ibérica durante o século XII.

    O dulcimer é usado na música folclórica de toda a Europa. No final do século XIX, o dulcimer húngaro (ou címbalo húngaro) deu lugar a um elaborado instrumento, totalmente cromático, com quatro pés e um pedal de surdina, como o piano. É utilizado na ópera de 1926 Háry János, do compositor húngaro Zoltán Kodály.”

    Abraços para os dois queridos colunistas!

  3. “Scarborough Fair” é uma canção tradicional inglesa de autoria desconhecida. A canção teve muitos intérpretes e versões, sendo as mais destacadas a gravação feita pela dupla Simon & Garfunkel e a versão do grupo irlandês Celtic Woman que contou com a participação da soprano Hayley Westenra.

    Are you going to Scarborough Fair?
    Parsley, sage, rosemary and thyme
    Remember me to one who lives there
    He once was a true love of mine
    Tell him to make me a cambric shirt
    Parsley, sage, rosemary and thyme
    Without no seams nor needle work
    Then he’ll be a true love of mine
    Have him wash it in yonder dry well
    Parsley, sage, rosemary and thyme
    Where ne’er a drop of water e’er fell
    And then he’ll be a true love of mine
    Tell him to find me an acre of land
    Parsley, sage, rosemary and thyme
    Between salt water and the sea strands
    Then he’ll be a true love of mine
    Tell him to reap it with a sickle of leather
    Parsley, sage, rosemary and thyme
    And gather it all in a bunch of heather
    Then he’ll be a true love of mine
    Are you going to Scarborough Fair?
    Parsley, sage, rosemary and thyme
    Remember me to one who lives there
    He once was a true love of mine

    • Nada como também ouvir a lição histórica de um sacudido entendedor das coisas como o Maurino. Como se diz por aqui na terra dos bifes, “Living and Learning”, ou seja, vivendo e aprendendo. Valeu, Maurino, pela lição de cultura. Um grande abraço,

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