Dois dos maiores escândalos da atualidade têm em comum o sobrenome Lewandowski entre os personagens.
No caso do INSS, a Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (AMBEC) e o Centro de Estudos dos Benefícios dos Aposentados e Pensionistas (CEBAP), contrataram Enrique Lewandowski como advogado no processo que investiga a ladroagem contra velhinhos e pensionistas. O mesmo padrão se repete na bilionária fraude envolvendo o Banco Master.
O Master contratou o escritório da família Lewandowski, com o patriarca já na cadeira de ministro da Justiça, mediante R$ 250 mil mensais.
Enrique é filho de Lewandowski, que era ministro da Justiça na vigência do contrato. A Polícia Federal é subordinada ao titular do ministério.
Pedido de convocação de Enrique Lewandowski aguarda votação. Cita o “peso” e a “influência” de ser “filho do então ministro”.
Requerimento da deputada Bia Kicis (PL-DF) para quebrar o sigilo bancário de Enrique, mirando o INSS, pode trazer muito mais que isso.
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Não há motivos pra surpresa ou espanto.
Normal, normal, normal.
Tá tudo dentro dos conformes.
De acordo com o modo de agir petralhoso.
Eu vejo o Lewa como o típico sabujo sevandija. Sujeito vil; baixo, ignóbil, desprezível.
Vai para o limbo agora, lugar de onde nunca deveria ter saído.