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3 pensou em “É NO BRASIL TODO

  1. A esquerda estava querendo saber o que Bolsonaro faria no dia seguinte aos protestos, achando que estes acabariam no dia 7 de setembro.

    Os caminhoneiros estão demonstrando que a coisa só começou. A pressão irá aumentar até que Rodrigo Pacheco coloque em pauta o impeachment do Xandão e o Senado o coloque para fora. Tudo dentro das 4 linhas.

    O STF pressiona por um lado, o povo pelo outro.

    Até lá, paralizações em todo o Brasil.

    Se não é pelo amor será pela dor.

    • João,

      Sempre admirei os que têm coragem de se rebelar contra o pensamento único e alistar-se nas fileiras do exército fubânico, onde tremula no mastro uma bandeira verde-amarela. Roosevelt, em sua posse em 1933, disse em seu discurso: “…antes de mais nada, deixe-me afirmar minha firme convicção de que a única coisa que temos a temer é … o próprio medo – terror sem nome, irracional e injustificado que paralisa os esforços necessários para converter recuo em avanço.” A frase foi insirada em um ensaio de Henry David Thoreau, intitulado A obrigação da desobediêcia civil (Aesthetic Papers, 1849).

      • Caro Sancho, este é o único espaço que eu vejo para expor minhas convicções conservadoras sem ter medo do patrulhamento.

        A Guerra está em andamento. A Esquerda com suas narrativas e nós com os fatos e o povo indo à luta.

        Repito o que já disse várias vezes: não é pelo Bolsonaro e sim pelo país.

        Uma coisa que percebi na Paulista é que a Organização do evento era fraca, amadora até, não estavam preparados para o que se viu. Quem deu o tom e o show foi a população, o povo. Bolsonaro era um mero representante local.

        Percebi que os carros de som estavam ali na maior parte para fazer discursos chatos. O povo queria se libertar, gritar, pular. Quem estava nos carros de som ficava de boca aberta sem saber direito o que fazer diante do que via.

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