DEU NO TWITTER

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Esta manchete aí de cima foi publicada no G1, o portal de notícias da Globo, no último sábado.

E já foi retirada do ar!!!

Fiquei com pena do redator, coitadinho…

Ele deve ter sido demitido por ter escrito a verdade dos fatos.

Mentir é o lema da grande mídia nos últimos tempos.

13 pensou em “DEMISSÃO

  1. Senhores

    Pesquisei no G1 e obtive o seguinte:

    #É Fake:

    Mensagem compartilhada nas redes sociais mostra vídeo da GloboNews como se fosse de ato de apoio a Bolsonaro. O vídeo, na verdade, foi ao ar em março de 2015 e a frase que fala de uma manifestação ‘sem precedentes’, ‘a maior de SP de todos os tempos’, se referia ao protesto contra Dilma Rousseff. Não é a primeira vez que boato com esse teor é compartilhado.
    Por G1

    (03/05/2021 10h56 Atualizado há 18 minutos)

    Ou seja, não foi retirada do ar a notícia.

    Há que se conferir a notícia de que “a polícia militar fez análise em 1200 ciades brasileiras.” Fez?

    A ver. O fato é que posts sem identificação, a meu ver, não têm a credibilidade dos posts identificados.

    Abraços

    • Caro Hipólito, qualquer pessoa com um pouco de bom senso sabe que esta notícia é fake.

      Eu estive na manifestação de 16 de março de 2016, a que impulsionou definitivamente o impeachment da Dilma.

      Aqui em Ribeirão Preto foi uma coisa imensa, como jamais visto e acredito que outra igual não haverá. Foi aquela que mostrou a Paulista em SP forrada, de fora a fora com mais de um milhão de pessoas. Neste dia a imprensa alegou que tinham 10 milhões de pessoas no Brasil todo. Tinham cerca de 450 cidades cadastradas com manifestação programadas.

      Evidente que eu acho que neste dia tinham mais de 10 milhões de pessoas nas ruas.

      Agora, 25 milhões em 1200 cidades? Isso foi uma clara brincadeira, mas parecia tão séria que a Globo teve que correr para desmentir, pois estava colando.

      Agora sério, Alexandre Garcia, que tem 80 anos disse que jamais vira uma festa de 1º de maio como esta. Nele eu acredito.

  2. Olha aí a origem do Ódio dos intelectualoides aos Militares. Olavo tem razão quando fala desses ….👇👇

    Stephen Kanitz

    A História Não Contada de 1964

    Por que intelectuais, jornalistas, historiadores, professores e escritores tem tanto ódio dos militares brasileiros?

    A razão jamais divulgada, até hoje, é essa.

    Uma semana depois de assumirem o governo, os militares patrocinaram uma emenda constitucional que se tornaria o maior erro deles.

    Promoveram a emenda constitucional número 9 de 22 Julho de 1964, e logo aprovada 81 dias depois.

    Essa emenda passou a obrigar todo jornalista, escritor e professor deste país a pagarem imposto de renda, algo que nenhum destes faziam desde 1934.

    Pasmem.

    Este é um dos segredos mais bem guardado pelos nossos professores de história, a ponto de nem os novos militares, jornalistas, professores de história e escritores de hoje sabem o que ocorreu de fato.

    Além de serem isentos do IR, jornalistas tinham financiamento imobiliário grátis, vôos de avião grátis, viviam como reis.

    Nenhum livro de história, nenhum jornalista de esquerda jamais irá lhes lembrar que o Artigo 113, 36 da Constituição de 1934 e repetido no artigo 203 da constituição de 1946, rezava o seguinte.

    203 .“Nenhum imposto gravará diretamente a profissão de escritor, jornalista ou professor.”

    Por 30 anos foi uma farra, algumas faculdades vendiam diplomas de jornalista “até arcebispo era jornalista.”

    Por 30 anos esse favoritismo classista era um nó na garganta de nossos médicos, enfermeiras, bombeiros, polícias e militares, que se sacrificavam pelos outros sem reconhecimento.

    Que mérito especiais tinham esses privilegiados, além a de poderem chantagear governos, que muitos faziam.

    Especialmente os privilegiados de esquerda, pois o Imposto de Renda é o imposto que por definição distribui a renda dos mais ricos para os mais pobres.

    Hipocrisia intelectual maior não há.

    Até a família Mesquita entrou na justiça pleiteando a isenção dos lucros do Estadão, alegando que os lucros advinham de suas profissões de jornalistas.

    Só que com esta medida os militares de 1964 antagonizaram, em menos de dois meses de poder, toda a elite intelectual deste país.

    Antagonizaram aqueles que até hoje fazem o coração e as mentes dos jovens.

    “Grande parte dos jornalistas que tiveram suas crônicas coletadas para este livro, Alceu de Amoroso Lima, Antônio Callado, Carlos Drummond de Andrade, Carlos Heitor Cony, Edmundo Moniz, Newton Rodrigues, Otto Lara Resende, Otto Maria Carpeaux, entre outros, foram aqueles que logo se arrependeram do apoio dado ao golpe.”

    Essa gente apoiou a luta pela democracia, ela só se tornou golpe depois da PEC que tirou seus privilégios classista.

    “Jornalistas apoiaram o regime, mas antes dele fazer aniversário de um ano, já eram adversários do regime que ajudaram a instalar”, continua Alzira Alves.

    Só por que mexeram no bolso dos jornalistas e historiadores, dos intelectuais a professores, numa medida justa, democrática, e que combateu a má distribuição da renda, que esses canalhas incentivavam.

    Se os militares fossem de fato de direita, como jornalistas, professores de história e escritores não pararam de divulgar, eles teriam feito o contrário.

    Eles se incluíram nesta lista classista.

    Mas foram éticos e não o fizeram.

    Jornalistas também não pagavam imposto predial1, imposto de transmissão1, imposto complementar2, isenção em viagens de navio, transporte gratuito ou com desconto nas estradas de ferro da União, 50% de desconto no valor das passagens aéreas e nas casas de diversões.

    Devido a estas isenções na compra de casa própria, a maioria dos jornalistas tinha pesadas dívidas, e a queda de 15% nos seus salários causou sérios problemas financeiros e familiares.

    Some-se a inflação galopante que se seguiu, o baixo crescimento do PIB, e levaria uns 10 a 15 anos para esses jornalistas, escritores e professores recuperarem o padrão de vida que tinham antes.

    O “golpe” que os militares causaram foi esse.

    Contra os intelectuais e não contra a nação.

    • Caro J. Roberto, eu realmente desconhecia este fato. Muito obrigado pela informação.

      Este é um dos motivos pelos quais o JBF é uma Gazeta Escrota e Imperdível.

      • Realmente… eu concordo, prezado J. Roberto

        Gostei.
        Acho que nenhuma classe, deve ser isenta de impostos.

        No caso de igrejas, cito esta reportagem da UOL:

        “Ana Carolina Soares

        Colaboração para o TAB

        12/09/2020 04h01″

        Está na mesa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) um projeto de lei que pede a anulação de dívidas tributárias das igrejas, verba acumulada após fiscalizações e multas aplicadas pela Receita Federal. Caso o governante dê sua bênção à proposta, o país abriria mão de cerca de R$ 1 bilhão. Trata-se de um texto aprovado pela Câmara dos Deputados em agosto, iniciativa do deputado David Soares (DEM-SP), filho do pastor evangélico R.R. Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, aliás, uma das maiores devedoras.

        Se o projeto receber a assinatura de Bolsonaro, as organizações religiosas provarão que seguem fiscalmente beneficiadas no Brasil, onde a imunidade tributária já está garantida pela Constituição. Trata-se de um verdadeiro milagre no país que ocupa a vice-liderança no ranking das nações com maior carga tributária da América Latina, atingindo 33,1% do Produto Interno Bruto (atrás só de Cuba, que pega 42,3%), segundo estudo da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) divulgado em maio de 2020.”

        O pastor RR Soares deve mais de 150 milhões.

        Essa isenção ainda não caiu.

        É tão odiosa quanto a dos jornalistas, etc…

        Estas igrejas cobram o dízimo de seus fiéis, vendem de tudo e não pagam impostos.

        E mais: embarcações e aeronaves não devem pagar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Esta foi a decisão do Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) ao dar provimento, por maioria, ao Recurso Extraordinário (RE) 379572 .

        Ou seeja, se eu tiver um carrinho vellho pago, mas se tiver um jatinho, não pago.

        E quem paga tudo isso é o povinho, que tem isenção ridícula do imposto de renda, dedução ridícula com gastos de educação, etc.

        Abrsços

        • Caro Hipólito, me desculpe, mas comparar isenção de escritores, jornalistas e professores com a de igrejas não é correto.

          É comparar profissões com instituições.

          Falo pela igreja católica. Ela mantém santas casas, asilos, creches, escolas, distribui cestas básicas e dá conforto espiritual para comunidades não assistidas pelo Governo. Sua arrecadação vem de pessoas da sociedade, que já pagaram impostos pelo dinheiro doado. O Padre paga impostos pelo seu salário e para ter aposentadoria.

          Quanto ao IPVA, eu não tenho lancha ou aviões, mas sei que quem tem paga taxas caras para licenciar suas aeronaves ou embarcações. Esta história de que não paga IPVA é para enganar trouxas.

          Um avião monomotor de 4 lugares custa 300 mil por ano em taxas para ficar parado.

          O IPVA é imposto para veículos automotores. Veículos são carros, caminhões. Aviões são aeronaves. Barcos são embarcações. Trem é composição ferroviária. Entende?

  3. Prezado João

    Não comparei profissões com instituições, seria injusto. Comparei isenções.
    Também sou católico e ao que saiba, a Igreja não têm impostos não pagos.

    Quanto ao IPVA, procurei no Dr Google, que me deu várioslinks, todos de 2020, dizendo que aeronaves ou lanchas não pagam IPVA.

    http://www.guiadotrc.com.br/noticiaID.asp?id=36802
    e
    https://exame.com/revista-exame/iate-de-luxo-e-isento-de-ipva-mas-carro-popular-paga/

    Abraços

  4. Opa, vou mandar novamente.

    Prezado

    Não comparei profissõescom entidades, seria injusto.

    Também sou católico, e não consta que a Igreja tenha impostos a pagar.

    Quanto ao IPVA, produrei no Dr Google, e aí vai:

    (guia do TRC Set 2020)

    A polêmica vem desde 2002. Na época, o Supremo Tribunal Federal decidiu que, ao contrário de proprietários de carros, caminhões e motos, os donos de embarcações e aeronaves de uso particular estariam isentos do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores, o IPVA, recolhido pelos estados. O entendimento da Corte foi que o IPVA substituiu a chamada Taxa Rodoviária Única, em 1969, e portanto só deveria ser aplicado aos veículos que têm rodas e utilizam estradas e ruas.
    Sendo assim, o proprietário de um iate Viking Grand Duke de 70 pés, que vale cerca de 28 milhões de ­reais, não paga nada de IPVA, enquanto o dono de um carro de passeio movido a gasolina ou biocombustível que custa cerca de 70.000 reais precisa desembolsar anualmente 2.800 reais do imposto — se o veículo estiver registrado em São Paulo, onde a alíquota desse tipo de veículo é de 4% ao ano.

    Iate de luxo é isento de IPVA, mas carro popular paga até 4% de seu valorIate de luxo é isento de IPVA, mas carro popular paga até 4% de seu valor (Revista exame 27/8/2020)

    Não sei porque seu amigo paga; será que são taxas da ANAC? A explicar

    Abraços

    PS: não fui bloqueado (ainda bem), mas o comentário não foi encamnhado antes nãosei porque

    • Hipólito, v. leu o que v. copiou?

      “O entendimento da Corte foi que o IPVA substituiu a chamada Taxa Rodoviária Única, em 1969, e portanto só deveria ser aplicado aos veículos que têm rodas e utilizam estradas e ruas.”

      Está muito claro que IPVA é para veículos rodoviários. Aeronaves e embarcações pagam outros tipos de impostos, mas pagam. Algumas reportagens são tendenciosas, como a da exame.

      A Igreja católica tem isenção de impostos (IPTU ou impostos sobre os dízimos) as demais igrejas por isonomia pediram a mesma isenção. Se isso é devido ou não, está na questão que já explanei acima.

      Quanto a bloqueios de comentários tenho mais de 10 anos neste espaço e isso nunca aconteceu comigo.

      • Mas foi o que eu falei, meu caro. Não pagam IPVA. Pagam outras taxas.

        E, realmente as igrejas não são isentas. Mas eu disse que não tinha conhecimento de que elas tinham impostos a pagar (e não pagos)
        Abraços

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