5 pensou em “CONTRARIANDO A GRANDE MÍDIA, CONTINUA TUDO VAZIO…

  1. Argumento interessante, quem sabe atém para ser publicado no JBF.
    “Engenheiros Hidrólogos versus Médicos Políticos

    Nós, os engenheiros hidrólogos, estamos acostumados a lidar com gráficos parecidos: os hidrogramas (que mostram vazões ao longo do tempo).

    No estudo de reservatórios destinados a regularizar vazões (para diversos propósitos: geração de energia, irrigação, navegação, abastecimento de água, etc.) ou destinados ao controle de cheias (proteção contra inundações, etc.), sempre existe um hidrograma de entrada (afluente) e um hidrograma de saída (defluente).

    O primeiro é sempre mais concentrado que o segundo. O primeiro apresenta pico mais pronunciado, é menos achatado e dura menos tempo. Tudo igualzinho a esses gráficos da epidemia. Até a forma analítica (matemática) de ambos é semelhante; descrita aproximadamente pela forma da Distribuição Gama de probabilidades.

    Essa lengalenga toda é para concluir o seguinte: os hidrólogos já têm automaticamente na cabeça que os dois gráficos (afluente e defluente) embora diferentes entre si, têm o mesmo volume, ou seja, toda a água que entrar no reservatório terá, mais cedo ou mais tarde, que sair dele.

    Em termos ainda mais simples: as áreas contidas sob as duas curvas (afluente e defluente) são rigorosamente iguais.

    Vendo os gráficos da epidemia (o agudo e o achatado), o engenheiro, que não é médico, conclui de imediato que, em ambos os casos, o número total de doentes será também rigorosamente o mesmo!

    O engenheiro, que é mais esperto que os médicos, conclui facilmente olhando os dois gráficos, que o número final de contaminados será rigorosamente o mesmo, havendo ou não achatamento da curva, ou seja, havendo ou não confinamento social.

    Se o engenheiro for mais esperto ainda, ele descobre também que a área sob os dois gráficos sendo a mesma, o número total de contaminados nas duas situações corresponderá também rigorosamente à população total.

    Em outros termos, o engenheiro esperto concluirá que, iniciada uma epidemia, ela só terminará depois que toda a população estiver imunizada (supondo que não haverá reposição). E essa imunização resultará da proteção por vacina (que ainda não está disponível) ou por ter tido a doença (nas formas sintomática ou assintomática, ou seja, perceptível ou não).

    O engenheiro esperto concluirá também que até os velhinhos da turma de 69 serão acometidos pela doença, tendo ficado em casa, tendo saído para ir à padaria ou tendo sido recolhidos pelo Caminhão Cata Véio.

    Num rasgo final de esperteza, o engenheiro descobrirá que o tal achatamento da curva não teria o objetivo de “salvar vidas” e muito menos de proteger os velhinhos. Poderia ter tido, no máximo, o propósito de fazer com que a demanda hospitalar não ultrapassasse, no momento de pico, a capacidade hospitalar instalada.

    Porém, se o objetivo do confinamento for só este, o engenheiro esperto mostrará que é muito mais barato (a economia continuará funcionando) construir emergencialmente hospitais de campanha devidamente equipados com leitos e ventiladores mecânicos para atender esse pico de demanda.

    Mas, como o nosso engenheiro é super esperto, ele sabe que quando se aproxima do reservatório uma onda de cheia maior do que ele suporta, o procedimento padrão é abrir preventivamente as comportas e jogar logo para baixo toda a água possível a fim de criar um volume de espera para o hidrograma grandão que se aproxima.

    Sabendo disso, esse engenheiro super esperto descobre que o melhor seria começar a ocupar a capacidade hospitalar instalada o mais cedo possível e que seria um absurdo deixar leitos ociosos no hospital no período inicial da epidemia, tal como se verifica hoje no Brasil.

    Quanto mais cedo o engenheiro abrir as comportas, maior será a sua capacidade de laminar a cheia afluente, ou seja, quanto mais cedo começarem a ser ocupados todos os leitos hospitalares, maior será a capacidade de atendimento final do reservatório; ou seja, do hospital!

    Mas, e se não existir uma demanda muito grande para ocupar a totalidade dos leitos hospitalares logo no período inicial?

    Ora, pensa o engenheiro esperto, é só aumentar o contágio, já que toda a população vai ter que ser afetada mesmo, um dia, para que a epidemia se extinga, melhor que o seja logo, para ocupar os leitos ociosos e facilitar a laminação da enchente; ou seja, para facilitar o achatamento da curva epidêmica.

    E para fazer isso, melhor mandar à população toda sair logo de casa, começar a trabalhar e conviver. Sem gerar prejuízos astronômicos para a economia.

    Bem, depois de tudo isso, nunca é demais lembrar daquela máxima militar: “a guerra é importante demais para deixá-la na mão dos civis”. O engenheiro mega esperto dá um sorriso e pensa: a epidemia é importante demais para deixá-la na mão dos médicos!

    A análise é perfeita!

    Bilhões de reais estão sendo entregues nas mãos de governantes sem nenhum controle.

    Não seria mais prudente, inteligente além de mais racional, gastar esses recursos (talvez menos de 20% deles) em leitos hospitalares fixos ou de campanha, para atendimento aos infectados e deixar a economia funcionar?”

    Fonte: Facebook de Antonio Claudio Assumpção

  2. Essa foto mostra os leitos reservados para os pacientes do grupo de risco (acima de 60 anos) mas os pacientes que não fazem parte do grupo de risco vãg ter que aguardar os governadores fazerem licitações para a construção dos hospitais para atendê-los, o que deve acontecer lá pelo final de 2021.

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