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Bem, Seu Nêumanne Pinto, se Banânia “sesse” um país sério não teria, pra começo de conversa, um QI médio tão raquítico. Com esse QI médio de — desculpe a expressão — cagadoiro não é de admirar que a patuléia em Banânia costumeiramente escolha manés,
desses encontradiços em botequins de subúrbio e sempre atrás de uma mesa já cheia de garrafas vazias, como governantes. Líderes com esse pedrigree são considerados típicamente oriundos do “povo”, e claro, motivos para orgasmos de orgulho e alegria desse mesmo “povo”. É assim que de fabricam países falidos, ou cagadoiros, pois não!?
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