Como ele gosta de humilhar as forças armadas, coisa que Bolsonaro sempre enalteceu, mas traíram mesmo assim
Tenho dó não, bem feitos
Bom dia pic.twitter.com/n8jFHQnmzo
— Pavão Misterious 🇧🇷 (@misteriouspavao) February 9, 2026
DEU NO X
Como ele gosta de humilhar as forças armadas, coisa que Bolsonaro sempre enalteceu, mas traíram mesmo assim
Tenho dó não, bem feitos
Bom dia pic.twitter.com/n8jFHQnmzo
— Pavão Misterious 🇧🇷 (@misteriouspavao) February 9, 2026
As caras de bundas dos aspones do ladrão, são imperdíveis.
Sabe aquela cara que diz: Puta que pariu. Cagou pelo comedor de lavagem.
Há um tipo de degradação que não faz barulho. Ela não explode, não quebra vitrines, não derruba prédios. Ela acontece quando quem ocupa o topo do Estado fala sem medir o peso das próprias palavras. Instituições não são brinquedos retóricos. Forças armadas, diplomacia, ciência, educação — tudo isso existe para funcionar apesar dos governos, não para servir de palco a bravatas, ressentimentos ou frases de efeito. Quando um presidente expõe o próprio país ao ridículo, não está sendo “autêntico”. Está sendo imprudente. Quando diminui publicamente estruturas nacionais, não está sendo “crítico”.
Está sendo irresponsável.
Existe uma diferença abissal entre crítica séria e autodepreciação institucional.
A primeira fortalece. A segunda humilha — e humilha sempre quem não pode responder: servidores, militares, técnicos, diplomatas, cidadãos comuns. O constrangimento estampado no rosto de quem estava ao lado não é detalhe. É o sinal mais honesto de que algo foi ultrapassado. Porque o corpo reage antes do discurso, e o silêncio constrangido é a última linha de defesa quando o decoro já foi violado.
Países não se governam com piadas mal colocadas, nem com comparações infantis.
Estado não é mesa de bar. Geopolítica não é meme. E liderança não é licença para falar qualquer coisa sem consequência. Essa lama institucional não cai do céu.
Ela é produzida, frase por frase, gesto por gesto, até que o excepcional vire rotina e o absurdo vire “estilo”.
E talvez o mais triste seja isso: não é o ataque externo que mais fragiliza um país —
é quando quem deveria sustentar o edifício resolve chutar os próprios pilares.
Isso é o esgoto institucional disfarçado de sinceridade.
Disse tudo e algo mais caro Maurino, faz nojo essa criatura que aí se encontra no poder.
Não há classificações suficientes para definir este verme, Luiz.
Esse imundo é nefasto, abjeto, pulha ao extremo e muito cínico.
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Imagino o que passou pela ideia dos que fizeram cara feia
Não tem dinheiro pra comprar bala pra defender o país, mas tem dinheiro pra comprar avião presidencial novinho. Talvez, pra fugir em caso de guerra…faz o L FFAA
Até quando meu Deus?
Conheci alguns ex pracinhas que lutaram na Itália; também tive a honra de conhecer um ex-combatente paulista da revolução de 1932. O que todos tinham em comum era um orgulho e um brilho no olhar sempre que falavam das forças às quais serviram.
Não sei onde foi parar este orgulho; por muito menos aqueles homens teriam mandado este comunista traidor para os quintos dos infernos!
O rebaixamento moral vermelho corroeu tudo, até a honra da FFAA.