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“Eis o caso do dedo que criou vida própria, dominou a hermenêutica dos ensandecidos e se arvorou na última prateleira do poder que era para ser o mais inerte dos três, mas que hoje define como caso de vida ou morte até se você deve usar cinto de castidade num puteiro pinga-pus.”
Merece um filme. Inclusive, dada a sua obscenidade e tetricidade, estrearia um novo gênero cinematográfico: o “PORNOTERROR”.