11 pensou em “A NEGUINHA E OS IDIOTAS DO “POLITICAMENTE CORRETO”

  1. Sou fã irrestrito da Glória Maria desde a minha adolescência. Mulher linda e inteligentíssima.
    Também considero o politicamente correto um porre, um saco. O mudo está muito chato.
    Tenho 53 anos e também não sei como viver em mundo sem liberdade.
    A esquerdalha está nos tirando o prazer de viver.
    Deixo aqui todo o meu repúdio a todo e qualquer imbecil esquerdalha.

    Abraços desde Goiânia.

  2. Isso aí …. Politicamente correto é o respeito pelo outro.

    E o outro sempre sabe se está sendo respeitado ou não …., excetuando-se os esquerdalhas que adoram o estúpido do Lulla, a Anta da Dilma, acham o cu um motivo de discussão e conseguem enxergar no assalto uma lógica defensável, para ser politicamente correto….. ….. VTNCTV.

    Fá incondicional desta neguinha do cacete ……….
    Grande Glória …….Politicamente correto é um porre…..

  3. “Deixem-me ser politicamente incorrecto”, não precisam pedir os que acessam o JBF. Berto, MESTRE EM TAL ARTE, deixa. Outra coisa não tem feito nas últimas décadas, aliás, concede carta branca nas colunas e no espaço de comentário. Berto é o “Señor politicamente Incorreto”? Lá vai o cabra de Palmares permitindo que os seus fãs ou detratores se expressem e que emitam sua opinião. JBF é um antídoto contra a irrelevância e um atalho para os cliques, os likes e os comentários de esquerdistas, direitistas e AQUI até o Centrão tem vez. Imensa é a quantidade de colunistas politicamente incorrectos no JBF e tal é a semelhança entre as suas reflexões e a opinião do cidadão comum num café, num boteco, num cabaré ou numa caixa de comentários.

    Em qualquer outro jornal há uma hierarquia entre colunistas e comentaristas. Os primeiros escrevem e aos demais só cabe aplaudir. AQUI não. Aqui colunistas comentaristas se fundem, se misturam e são igualmente valorados. ninguém é melhor do que ninguém nas páginas fubânicas e é aí que reside a mágica, o diferencial, o mérito. O único lugar no Brasil onde se aplica a DEMOCRACIA PLENA é nas págicas desta gazeta maravilhosa.

    Quanto à Glória Maria o histórico desta fantástica mulher já diz tudo. A ela apenas deixo um beijo e minha admiração.

  4. Em uma visão mais rasa, politicamente correto é acreditar que pode-se resolver um problema chamando-o por outro nome. Basta chamar a favela de comunidade e o preto de afro-descendente e tudo está resolvido.

    Mas em uma análise mais cínica, a própria expressão “politicamente correto” é um nome politicamente correto para uma coisa bem mais séria: a censura, a opressão, o totalitarismo de uma minoria que, não contente em controlar os atos alheios, quer também controlar-lhes o espírito, dizendo o que podem e o que não podem falar ou pensar.

  5. O politicamente correto limita as palavras das pessoas e, portanto,
    limita os pensamentos. Pode ser comparado à Novilíngua. Novilíngua
    no romance 1984 de George Orwell era a língua oficial e foi concebida
    para atender às necessidades ideológicas do Ingsoc, ou socialismo
    Inglês. Orwell afirmou:
    “O objetivo da Novilíngua não foi apenas fornecer um meio de
    expressão para a visão de mundo e hábitos mentais adequada para
    os devotos do Ingsoc, mas para tornar impossível todos os outros
    modos de pensamento.”
    Isto é o que o politicamente correto faz. Ele esquece a verdade e
    nega os pensamentos da sociedade porque, como Orwell observou,
    quando a política se envolve a linguagem é a primeira vítima.

  6. O Jornal da Besta Fubana é a obra-prima do Luiz Berto.

    O comentário do Sancho Pança (que é colunista) e o do Marcelo Bertoluci (também), resumem essa sacada do mestre Berto, que nos proporcionou exercer a Democracia na sua plenitude.

    Em nenhum lugar do mundo existiu ou existe um jornal assim, aberto como uma porteira. Nem com O PASQUIM!

    • O colunista Cícero Tavares fala em democracia fubânica. Pego o gancho e reafirmo: Em qualquer outro jornal há uma hierarquia entre colunistas e comentaristas. Os primeiros escrevem e aos demais só cabe aplaudir. AQUI não. Aqui colunistas comentaristas se fundem, se misturam e são igualmente valorados. ninguém é melhor do que ninguém nas páginas fubânicas e é aí que reside a mágica, o diferencial, o mérito. O único lugar no Brasil onde se aplica a DEMOCRACIA PLENA é nas págicas desta gazeta maravilhosa.

      Ah, e a concorrência baba de ódio e morde o próprio rabo…

      • Cícero e Sancho, desculpem o preciosismo mas é uma questão cara para mim: No Jornal da Besta Fubana não existe democracia, existe LIBERDADE.

        Democracia é onde 51% obrigam os outros 49% a fazer o que eles querem.

        • Discordo. O JBF é uma democracia.

          É uma Democracia porque Luiz Berto detém 51% das ações do JBF e os outros 49% pertencem à ‘The Marvelous Mrs Berto’, também conhecida como Aline Berto.

          “A liberdade, Sancho, é um dos mais preciosos dons que os céus deram aos homens.” El Ingenioso Hidalgo Don Quijote de La Mancha.

          Pela frase acima dá para observar que Alonso Quijano concorda com Bertoluci. Como Cervantes não deu nome a meu burrico, vou chamá-lo de Polodoro em homenagem ao democrático Berto…

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