Karina Michelin
Lula resolveu escancarar de vez sua guinada radical; ao voltar dos EUA, já prepara o anúncio de Guilherme Boulos (PSOL) como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, em substituição a Márcio Macêdo. Não é qualquer cargo, trata-se da pasta responsável pela interlocução direta do governo com os “movimentos sociais” – leia-se, MST, MTST e demais braços de pressão que vivem de invadir terras, prédios e espalhar caos sob a bandeira da “justiça social”.
Boulos não chega como um simples ministro, mas como o porta-voz do braço mais agressivo da extrema-esquerda brasileira, alçado no regime. Lula sinaliza ao país e ao mercado que não se importa mais em disfarçar moderação, o “estadista” que prometia diálogo com “todos os brasileiros e os líderes mundiais” entregou as chaves do Palácio para o chefe dos sem-teto, discípulo confesso da revolução bolivariana.
Enquanto o Brasil enfrenta desemprego, fuga de investidores e instabilidade jurídica, Lula prefere dobrar a aposta na radicalização, empoderando um ativista que construiu sua carreira política com base na ocupação de propriedades privadas e na retórica de luta de classes. A mensagem de Lula da Silva é clara – não haverá moderação, haverá confronto.
Boulos não chega para negociar, chega para pressionar e criar o caos. E quem perde é o país, que vê a Presidência da República se transformar em palanque de guerrilha ideológica. Lula está juntando todo o seu exército de guerrilheiros para radicalizar e afundar ainda mais o país.
Lula resolveu escancarar de vez sua guinada radical; ao voltar dos EUA, já prepara o anúncio de Guilherme Boulos (PSOL) como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, em substituição a Márcio Macêdo. Não é qualquer cargo, trata-se da pasta responsável pela interlocução… pic.twitter.com/2TzGvA1PnY
— Karina Michelin (@karinamichelin) September 24, 2025