DEU NO JORNAL

José Mauricio de Barcellos

Sempre me parece aconselhável não falar acerca de um assunto no calor dos acontecimentos, mas depois de a poeira baixar e a vista de muita reflexão. É o caso da recente visita do “Ogro Duplamente Condenado” ao Sumo Pontífice e quanto a esta mais propriamente em relação às viagens internacionais do bruto, bem como aos seus inconfessáveis interesses e a seus escusos propósitos que invariavelmente tipificam a grande maioria delas. O faço com o objetivo de ressaltar a força e o poder da influência dos agentes externos que rondam, espreitam e tramam contra esta Terra de Santa Cruz.

Não tenho porquê comentar a decisão de Francisco de receber o mau ladrão, conquanto venha sendo instado e provocado a fazê-lo. Não tenho autoridade para criticar o Papa e pessoalmente até então suas decisões não me surpreenderam, afinal é, antes de tudo um homem como sempre se revelou São Pedro – seu antecessor mais antigo – e além do mais é altivo como seu povo e um Jesuíta convicto. Só isso quer dizer que será uma “encrenca braba” para a turma dos “Conservadores”. Creio nas boas intenções do “Bispo de Roma” e ademais não critico a minha igreja nem tenho autoridade para tanto, “prefiro errar com a Igreja de Cristo do que acertar fora dela.”.

Entendo que não cabe aqui a discussão teológica que possa sustentar o fato relativo ao surpreendente encontro informal – longe dos protocolos do Palácio – de Lula com Francisco na “Casa de Santa Marta”, no Vaticano, porque teríamos que cautelosamente ir longe – muito, muito longe e profundamente – para justificar a decisão pontifícia que talvez esteja amparada nos ensinamentos do “Rabi” quando naquele tempo, por exemplo, disse e demonstrou com atitudes, por muitas vezes, que veio para cuidar dos pecadores e não dos justos; quando salvou da morte certa e acolheu a prostituta Maria Madalena; quando se sentou à mesa com os publicanos e os ladrões de impostos do povo; quando antes de expirar foi a um ladrão que perdoou e prometeu a vida eterna.

Não creio que esse papa – que acusam de comunista – saiba com certeza e convicção dos verdadeiros propósitos do bandidaço Lula da Silva e duvido que o recebesse na qualidade de coautor de um crime ou de um malfeito qualquer. Isto fica claro para quem quer que veja como Francisco vem procedendo em relação aos desvios que são descobertos dentro dos muros da Cidade do Vaticano, os quais combate radicalmente, com independência e coragem.

O que sei – e certamente não estou enganado – é quanto às más intenções e quanto ao verdadeiro propósito do “Ogro” ou das quadrilhas internas e externas que lidera e das quais participa, ao lograr conseguir esta entrevista no Vaticano, só para camuflar a prática de um crime contra o Brasil. A rigor, com exceção de raríssimas ocasiões em que as viagens do bruto ocorriam por dever da função, as idas do “Ogro de Garanhuns” ao exterior sempre esconderam atos de banditismo. Foi assim que ocorreu quando viajava para fazer do avião e dos luxuosos hotéis pagos com nosso dinheiro verdadeiros lupanares; quando viajava para celebrar acordos lesivos com sanguinários ditadores da “América Latrina”, da África e da Palestina; quando viajava para, a título de dar palestras no exterior, ir realmente vender serviços para empreiteiros corruptos objetivando ganhar milhões de dólares de comissão às custas do erário etc.

Pelo que corre no território livre da rede mundial de computadores, o povão, com poucas críticas ao Papa, já indica sua visão do fato e seu juízo de valor acerca dos envolvidos. Piadas e sarcasmo não faltam. Uma, onde supostamente o Papa dizia: “De presente vou lhe dar um terço, senhor Lula”, Lula retrucava, “Eu quero a metade, Santidade”. Em outra montagem aparece o Papa, com o crucifixo no pescoço e, 5 minutos depois, em uma segunda, surge o pontífice sem o crucifixo que sumiu do seu pescoço e foi parar por dentro do paletó de Lula. Em uma terceira se coloca a figura de Francisco ao lado da de Lula com a legenda abaixo: “Dupla Sertaneja – Vigário e Vigarista”. Na quarta montagem aparece Lula fantasiado de papa ao lado dos papas atuais com seus tradicionais paramentos e a legenda diz assim: “Novo filme de Petra Costa, Três Papas – Papa Francisco, Papa Bento XVI e Papa Tudo XIII”. Aquele idiota não se cansa de ser desmoralizado.

Inobstante essa ridicularia toda, a ida de Lula a Roma trouxe à tona um fato antigo cuja lembrança foi suscitada por um correspondente do “Grupo Por Um Brasil Melhor” das redes sociais e cuja fonte é a edição 30 de novembro de 2016, da revista VEJA que voltou a fazer circular a matéria para desespero da vermelhada, qual seja: “o estranho caso do voo de Lula para Roma, em pleno governo da “Anta Guerrilheira”, quando um delegado da PF proibiu que a bagagem fosse averiguada”.

Diz a VEJA – que transcrevo – que na manhã de 03 de junho de 2015 no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, um jato particular, prefixo PP-SCB, se preparava para decolar e já estavam taxiando quando os pilotos e os cinco passageiros foram surpreendidos por um cerco. Viaturas da Polícia Federal e da Receita Federal interceptaram o avião com sirenes e alertas luminosos ligados. A ordem para parar era clara, mas o comandante seguiu com as manobras para levantar voo. Para impedir a decolagem, uma viatura se posicionou em frente à aeronave. Um policial, uniformizado e portando uma submetralhadora, desceu do carro. Por meio de sinais usados na aviação, insistiu para que o piloto desligasse os motores. A operação, atípica, fora deflagrada por iniciativa da Receita Federal. Os fiscais foram informados de que malas haviam sido embarcadas de maneira suspeita no jatinho, sem passar pelo raio-X, numa burla aos sistemas de controle.

Os fiscais não sabiam quem estava a bordo, tinham informações imprecisas sobre o destino do avião e haviam sido alertados de que a bagagem embarcara durante a madrugada, driblando a fiscalização alfandegária. Diante da suspeita, não restava alternativa: era preciso correr para fazer uma inspeção, antes que o jatinho partisse. A operação cinematográfica, porém, foi abortada antes de ser concluída – e isso deu origem a uma investigação sigilosa em curso na Polícia Federal e no Ministério Público Federal.

Após o piloto desligar os motores e abrir a porta, um delegado e um agente da Polícia Federal entraram no jato, um Bombardier Challenger 605, com capacidade para até oito passageiros e três tripulantes. Dentro do avião, sentado em uma das poltronas da cabine de passageiros, estava o ex-presidente Lula, acompanhado de um segurança e de mais três auxiliares, seu fotógrafo particular, um assessor de imprensa e um tradutor.

Assim que os policiais entraram no jato, Lula se trancou na cabine de comando, conforme registrou a própria Polícia Federal em um dos documentos que integram a investigação e ao qual VEJA teve acesso: “O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparentava estar bastante nervoso, tendo ingressado e se mantido trancado por um tempo na cabine de comando”. A bordo, os federais foram informados de que o destino do voo era Roma, a capital italiana, onde Lula cumpriria nos dias seguintes uma série de compromissos, entre eles uma reunião com o primeiro-ministro italiano Matteo Renzi e uma palestra para ministros da Agricultura de diversos países.

As malas estavam na parte traseira da aeronave. Eram doze, ao todo, e sete delas não haviam passado pelo “raio X”. Enquanto o agente se preparava para inspecionar a bagagem, o delegado saiu da aeronave para conversar com um assessor do presidente em terra. Alguns minutos depois, o delegado voltou a bordo e determinou que a operação fosse suspensa e o avião, liberado. Houve um estranhamento geral com a ordem do chefe da operação – e o caso foi levado aos superiores. A denúncia deu origem à investigação sigilosa.

Em depoimento, um dos agentes contou que fora acionado pelos funcionários da Receita ainda de madrugada, quando as malas estavam sendo embarcadas no jato. Passou então a preparar a operação. Acionou o serviço de cães da PF para fazer a inspeção e procurou o delegado Luís Pardi, chefe do plantão naquele dia, para organizar a operação. O depoente disse que, embora fosse necessária uma decisão rápida (“A aeronave estava prestes a decolar”), o delegado “estranhamente aparentava querer retardar a ação”. O agente relatou ainda que encontrou na pista um pedaço de papel dobrado com o registro do voo. Ali, o destino não era Roma, mas a Ilha do Sal, em Cabo Verde, entreposto no meio do Oceano Atlântico usado para abastecimento por aeronaves sem autonomia de voo da América do Sul para a Europa. Procurado por VEJA, o delegado disse: “O que eu tinha para falar já foi explicado internamente”. O empresário Michael Klein, dono do jato à época, informou que cedeu o avião a pedido do ex-presidente.

O lado podre do STF soltou esse vagabundo internacional e ele, por sua vez, voltou a proporcionar vergonhas desta ordem para o nosso povo. As viagens do petista ainda não têm explicação aceitável e, assim, continuam causando danos à imagem do País, perante o concerto das nações livres e soberanas. Pelo que consta está sendo preparada mais uma malandra viagem do malandro-mor por toda Europa, acompanhado de membros de sua quadrilha (Dilma e Haddad) que, junto com a anterior custará aos cofres públicos quase meio milhão de reais. Auguro que se investigue e se conheça a fundo, durante o governo atual, qual o real propósito dessas viagens do malandrão.

2 pensou em “VIAGENS MALANDRAS

  1. LULA é o sujeito mais pilantra que deus ou o satanás já pôs no mundo!

    Esse cabra-safado não reconhece a primeira esposa, não reconhece a segunda, não reconhece os filhos, não reconhece o neto, que morreu recentemente, não reconhece nada porque ele não tem coração.

    “É um cadáver ambulante!”

    Esse marginal só reconhece a si próprio porque ele é protótipo dele mesmo!

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