DEU NO JORNAL

Um bar com bebidas alcoólicas em sala anexa ao próprio gabinete, na Procuradoria Geral da República (PGR), pode render dissabores a Rodrigo Janot.

Em seu livro, onde também revela o plano de matar o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, Janot conta que foi na “Farmacinha”, o bar do seu gabinete, onde saboreou pela primeira vez as gravações de Joesley Batista com o então presidente Michel Temer.

“Batemos ao teto!”, exultou um auxiliar na Farmacinha.

Janot relata no livro que às vezes reunia sua equipe na “Farmacinha” e “todos voltavam ao trabalho” após “uma dose de qualquer bebida”.

“Para tudo, moçada! Todo mundo para a Farmacinha, sô!”, dizia Janot quando queria a equipe participando de uma “solução heterodoxa”.

“Farmacinha”, disse Janot, foi o “nome carinhoso” que deu à geladeira com bebidas usada para “incrementar” sua sala de descanso.

Ao definir a “Farmacinha”, Janot afirmou que mantinha “vinho, cerveja, uísque, cachaça, rum, vodca, gim etc”.

Só faltou explicitar o “etc”.

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Esse cabra, nomeado pra Procuradoria Geral da República por Dilma Peidona, desmoralizou até a nobre arte de beber.

Em tudo que o PT se mete, tem coisa errada e mal feita.

Até a nobre arte de encher o rabo com cachaça foi avacalhada por um PGR nomeado por uma petista.

Eu, como cachacista em abstinência compulsória, declaro meu repúdio a esse sujeito.

Vá se danar!!!

Janot, o molenga que não concretizou o sonho de milhões de brasileiros em relação a Gilmar, enchando o cu de cana no sacro recinto de um boteco

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