Quanta gente, que se acha tão bonita.
Como apenas, só a beleza contasse,
E nunca expõe aquele monstro que habita
E se esconde, sob sua bela face.
Quanta gente, em quase nada acredita
Passa a vida, como só a incomodasse
A ausência de um espelho que reflita
O seu rosto, em qualquer lugar que passe.
Quanta gente, ao cuidar só da beleza.
Se esquece que no âmago se revela
Uma parte, onde a humana natureza
Leva a Deus, que vê tudo do seu jeito.
Pois da carne, inda que seja a mais bela.
Só os vermes tirar-lhe-ão algum proveito.

Jenário de Fátima, Brasília-DF (1955)
Oi, meu poeta lindo e sábio, Janário de Fátima , continua fazendo versos londo
De viver, eu tenho seu livro, e poesia que ganhei de você, você mora na minha saudade. Vera.t. Luamor
Oi, meu poeta lindo e sábio, Jenário de Fátima, amo seus versos e tenho seu livro
E poesia que você fez e deu para mim,
Hoje você vive na minha saudade,