A PALAVRA DO EDITOR

O togado Alexandre Cabeça-de-Pica de Morais censurou ditatorialmente a revista Crusoé.

Um gesto revoltante, absurdo, condenável, rechaçado de imediato por todas as entidades e cidadãos de bem, de norte a sul, de leste a oeste.

Uma coisa impensável num regime aberto, constitucional e democrático.

O ministrinho Cabeça-de-Pica só fez confirmar o nível absurdo em que se encontra aquele antro de canalhas denominado de “supremo”. Uma linha que está bem abaixo do nível de um esgoto subterrâneo.

Vejam outro exemplo que demonstra a que ponto chegou a indecência dos componentes daquele que é o órgão máximo do nosso poder judiciário.

Escutem este depoimento do colunista fubânico Augusto Nunes sobre um dos maiores canalhas da nossa ínfima corte, o abominável soltador de ladrões e corruptos conhecido como Gilmar Beiço-de-Buceta:

“Se eu processar Augusto, tô fudido. Melhor ficar de beiços fechados”

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