TIPOS DE CAPITAL E A GESTÃO PETISTA

Dedicado à minha sobrinha Gabriela Reis

São muitos os significados atribuídos ao termo capital. Subjacentes a todos está sempre presente a ideia de riqueza. Ocorre porem que riqueza e capital nem sempre são termos sinônimos. Na visão tradicional (marxista?), só era considerada capital a riqueza que estivesse diretamente a serviço de um processo produtivo. Isto significava dizer que o dinheiro e a riqueza só seriam considerados como capital se estivessem ligados à produção de bens e serviços, especialmente quando utilizados na aquisição de bens relacionados como meios de produção. Coisas como edifícios, matérias-primas e máquinas, dentre outros. Atualmente, estendeu-se o conceito de capital a diversos outros aspectos das sociedades humanas e estes passaram a ser considerados como sendo também de fundamental importância no sucesso ou fracasso destas sociedades, quando da busca de bem-estar e desenvolvimento. As formas de capital hoje consideradas são, basicamente, as seguintes:

1. Capital Financeiro – Forma mais tradicional. No imaginário popular, sempre representou de forma monopolista, embora errônea, os recursos que as pessoas e as sociedades usam para adquirir bens e serviços de que eventualmente necessitam. Esta categoria engloba todos os ativos financeiros tais como: Pecúnia em Moeda, Depósitos Bancários, CDBs, Títulos de Capitalização, Ações, Debêntures, Ouro, e por aí vai.

2. Capital Físico – Outra forma do capital tradicional, já que estes são normalmente adquiridos ou construídos através do investimento de trabalho humano e capitais financeiros. Seriam todas as propriedades tais como prédios, estradas, pontes, portos, canais, aeroportos, barragens, sistemas de geração de energia, de telecomunicação, de transporte, e toda uma imensa estrutura de bens físicos disponíveis em uma sociedade, inclusive aqueles ligados mais diretamente a algum sistema produtivo.

3. Capital Natural – Todos os bens fornecidos espontaneamente pela natureza, a maioria dos quais é não renovável. Grande parte deles se encontra em estado bruto na natureza e em progressivo processo de escassez, principalmente em virtude da sua utilização desenfreada pela humanidade. Por esta razão, os países detentores das suas maiores reservas passam a ser alvo de cobiça cada vez maior dos países desenvolvidos, seus grandes consumidores. Esta forma de capital só realiza plenamente o seu potencial de geração de riqueza e bem-estar ao ter seu valor incrementado através do trabalho humano.

4. Capital Humano – É a capacidade de trabalho e a força de vontade, geradores da riqueza dos seres humanos que compõem uma determinada sociedade. A ideia deste capital surge diretamente associada à produtividade dos trabalhadores. Está amplamente provado e demonstrado que esta capacidade pode ser infinitamente aumentada, desde que se eleve o nível das qualificações académicas e profissionais. Poderia também ser chamado de “Capital Intelectual”. Este conceito de capital tem seu valor aumentado ou diminuído em função da eficiência, eficácia e da produtividade dos trabalhadores desta mesma sociedade.

5. Capital Moral – É o valor representado pelos princípios que guiam e comandam as ações de cada um dos componentes de uma determinada sociedade, individualmente ou em grupo. O modelo de análise do valor deste capital é o modelo psicológico, onde cada ser humano é analisado individualmente em suas idiossincrasias. A depender de um somatório maior ou menor das competências individuais em se relacionar com seus semelhantes, guiados por milenares padrões éticos e morais de comportamento, que se cristalizaram ao longo do desenvolvimento da humanidade como sendo os mais eficazes, esta sociedade terá uma relação mais harmônica e mais produtiva nas interações humanas.

6. Capital Social – É o componente básico e mais importante daquilo que se convencionou chamar como sendo a “Cultura” de uma dada sociedade, em termos sociológicos. A depender destes valores, que devem priorizar a abdicação de interesses individuais mesquinhos pelo bem comum, teremos uma sociedade com maior ou menor propensão a uma ação conjunta eficaz e harmônica, de todos os elementos que a compõem, quando da busca pelos objetivos comuns de bem-estar e de prosperidade material.

7. Capital Institucional – É a capacidade que a estrutura de governança supra individual de uma sociedade possui para prover segurança e tranquilidade e, ao mesmo tempo, prover incentivos e garantir o progresso individual e coletivo rumo às grandes aspirações nacionais.

O fato que mais chama a atenção com relação aos anos de governo do PT é que esta gangue de facínoras, apesar de ser a autora da maior obra de espoliação de uma nação na história da humanidade, com valores estimados que se aproximam de UM TRILHÃO DE REAIS (R$ 1.000.000.000.000,00), não foi só isso. Foi muito mais. O mal causado à nação brasileira foi infinitamente maior e mais profundo! Podemos dizer, sem medo de errar, que a gangue de Lula conseguiu (com extrema competência, diga-se de passagem) destroçar

TODAS AS FORMAS DE RIQUEZA DA NAÇÃO BRASILEIRA.

Vamos aos fatos! Vou analisa-las do fim para o começo.

7. Capital Institucional: Todas as nossas instituições estão em frangalhos! O congresso nacional totalmente dominado por ladrões, os tribunais superiores, com raras e honrosas exceções, dominados por ladravazes e capachos do comunista preso, tiranete de ópera bufa que os indicou. A justiça inteira, dominada por nababos arrogantes e egocêntricos, só preocupados com as imensas mordomias e com a impunidade, para si e para seus pares, na eventualidade de alguma das suas patifarias vir à luz do dia, ocasião na qual receberiam a “punição exemplar”(?) de serem aposentados com vencimentos integrais.

6. Capital Social: A população inteira está totalmente desenganada com relação à possibilidade de um futuro melhor e dilacerada com a perda de todos os valores morais superiores. Vê-se dividida entre facções que se odeiam visceralmente. Uma parte, que ainda tem algum neurônio funcionando, só pensa em ir embora do país espoliado. A outra parte, só sonhando em retornar os velhos tempos da esbórnia petista, onde toda forma de capacidade empreendedora, toda ênfase no mérito, todo apoio à decência, à hombridade, à verdade, à honradez, ao patriotismo, às formas superiores de cultura, foi solenemente “desconstruído” para dar lugar ao “novo homem socialista”. Com isso, o país regrediu à selvageria e ao vale tudo moral.

5. Capital Moral: Após anos de doutrinação e esforços ingentes, foram solenemente jogados na lata do lixo todos os resquícios da boa e velha moral ocidental cristã. Verdade? É tudo aquilo que ajuda à revolução! Decência? É luxo pequeno burguês! Moralidade? Tudo pode, se for para ajudar ao partido! Segundo Percival Pugina: “em flagrante dissintonia com a sociedade, desenvolveram o talento de entortar boas ideias, contornar o bem, tangenciar a verdade, enterrá-la viva, na vertical e sob toneladas de falácias”.

4. Capital Humano: Com a perseguição da quimera da “igualdade a qualquer custo”, junto com a eliminação de “dívidas sociais” e “preconceitos” diversos, ampliou-se desmesuradamente o acesso às universidades para todo o tipo de retardado mental. Com isso, passamos a ter hordas de jumentos diplomados (nulidades parasitas apelidadas de advogados, sociólogos, psicólogos, assistentes sociais, etc.), todos a vagar, diploma em riste, em busca de emprego para “dotô”. Só que, com a hecatombe que se abateu sobre a indústria nacional, sabidamente a locomotiva de qualquer processo de desenvolvimento econômico (Vide as teorias de Kaldor e o modelo econômico Heckscher- Ohlin), a saída foi abrir concursos públicos para acolher toda essa galera no generoso regaço estatal, de preferência com nababescos salários a fim de torna-los todos ardorosos defensores do modelo de “desenvolvimento” socialista. A consequência? Sabemos muito bem: Estado falido, desemprego rampante, indústria nacional falida, vontade de empreender zerada, perspectiva nula de sair da recessão a curto prazo e, o que é muito pior…Toda a juventude estudando para passar em um concurso público e se locupletar. Além de ignorantes e embrutecidos, também corrompidos e cooptados. Quem ousar se posicionar contra, é taxado de recalcado pois, na realidade, “gostaria mesmo é de ter sido também aprovado em um concurso público”. Que belo futuro nos espera!

3. Capital Natural: Neste aspecto podemos assegurar que somos a nação mais rica do mundo. Só que, ao contrário de umas contas malucas que circulam na internet, onde se compara o valor potencial das nossas jazidas de Nióbio com o PIB anual (Valor agregado) de algumas economias, esta riqueza só terá valor se submetida a um competente trabalho humano. De nada nos adianta exportar o minério de Titânio (Rutilo), encontrado na Paraíba, a US$ 0,10 o Kg, para depois compra-lo da China, já como Dióxido de Titânio, a US$ 5,00 o Kg. Esse é o motivo pelo qual a Paraíba continua pobre e a China está ficando rica.

2. Capital Físico: A imensa esbórnia praticada com os recursos públicos fez com que todas as áreas da infraestrutura nacional se vejam abandonadas e à míngua de investimentos. Nossa taxa de inversão em capital fixo tem oscilado ao redor de 16 ou 18%, enquanto na China é de 40% do PIB anual. Esta é a razão pela qual eles crescem 10% a cada ano, estão cheios de trem bala e de pontes e rodovias magníficas, enquanto nós nos arrastamos, sempre na miséria. Gastamos tudo para pagar funcionários públicos inúteis.

1. Capital Financeiro: A consequência final do festival de horrores acima narrado é a desgraça econômica em que estamos inseridos. Na pisada que vai, quando a minha aposentadoria sair, só vai dar para comprar um pacote de jujuba lá na Europa, pois o Dólar estará valendo uns R$ 100,00.

Até para ir embora desta merda de país está difícil.

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