DEU NO JORNAL

* * *

De fato, a mídia incendiária tem toda razão.

Queimadas no Pantanal aumentam a temperatura no Rio de Janeiro.

No Rio, no Brasil e na América do Sul.

Tá de lascar.

Aqui mesmo no Recife, por conta das labaredas no Centro Oeste, a temperatura subiu bastante.

Tem gente fritando ovo só com o calor que faz na cozinha: não precisa nem ligar o fogão.

Hoje cedo entrei no banheiro pra dar a rotineira obrada matinal e tive que ligar o ventilador enquanto estava sentado no vaso.

Mesmo assim, ainda fiquei com a bunda assando e as partes pegando fogo.

De tão vermêio, fiquei até parecendo um petralha.

Essas queimadas no Pantanal são mesmo de lascar.

Vôte!!!

12 pensou em “TÁ PEGANDO FOGO NO BRASIL TODO

  1. Cientificamente falando, a fumaça pode, pela ação do vento, atingir grandes distâncias, como já ocorreu na europa onde a erupção de um vulcão jogou ciinzas a milhares de quilômetros. E a fuligem é precipitada com a chuva cauysando a “chuva negra”. Este fato já foi comum em cidades que tinham usinas térmicas a carvão, como Tubarão (SC) onde, quando chovia, a chuva vinha mistuada com a fuligem do carvão.

    Assim, a notícia tem razão de ser, não é problema da mídia.

    Em tempo, a delegação do Flamengo que jogou em Guaiaquil teve o voo atrasado pela fuaça gerada pela erupção de um vulcão.

  2. Quem incendeia a mata não é “a mídia incendiária”, mas, sim, os institutos de meteorologia.
    Aqui está a prova!
    “Nos últimos dias, a fumaça dos incêndios nos biomas brasileiros, e também da Bolívia, avançou para locais como as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e municípios de Minas Gerais, segundo a Metsul Meteorologia”.
    Pernambuco está na mira da sanha incendiária dos meteorologistas que estão pondo fogo nas matas!

  3. Segundo o que o especialista de Caetes / Garanhuns já disse: este problema ocorreu porque a Terra é redonda. Se fosse quadrada não tem como a poluição atingir outros países

    • Eis que surge a quadratura do círculo ou a circuléia do quadrado, não necessariamente nesta ordem… Certo mesmo são as vidas perdidas nos reinos vegetal e animal dos biomas atingidos… Como é coisa de ano sim e outro também, nos períodos de seca, que órgãos municipais, estaduais e federais envolvidos no combate aos incêndios se preparem melhor para os anos vindouros (como nossos governantes, em qualquer esfera são ruins em planejamento, meu Deus). Desde menino que entra ano, sai ano é este mesmo cenário trágico e desolador.

      Como diria minha sábia vovozinha: prevenir é melhor do que remediar.

  4. Aqui também no Sertão de Irecê. Tocaram fogo em.uma propriedade vizinha, queimou integralmente duas outras,( cercas, pastos, casa), parcialmente outras cinco, sem contar no que pode ter.morrido de aves pequenos répteis, e uns três bons pedaços da nossa já quade inexistente castinga. Perdi de 1200 a 1500.metris de cercas , e do fui dormir lá pelas 11 da noite, após ter feito aceiros em áreas de lavoura e em.um santuário de caatinga nativa, onde praticamos a Apicultura.
    Estamos estudando a possibilidade de descobrirmos a origem( temos suspeita), e me lembrando da época de Engenheiro Perito Ambiental no Âmbito da Agronomia realizarmos um B.O. para subsídio de inicialmente um TCA juntamente com.o MP.
    Pena que andei checando e a Cidade onde a Fazenda está ( São Gabriel), parece nao ter Conselho Municipal do Meio Ambiente e o MP ficar na sede da Comarca ( Irecê), fizem em asoberbados , acumulando Comarcas…
    Foi um sufoco!

  5. Testemunho de um amigo que teve fazenda no Mato Grosso, por muitos anos, desde a década de 90
    “Nesses momentos agudos surgem especialistas pomposos que falam montões de asneiras com ar professoral, e eu, como testemunha ocular vou dar meus pitacos, pois vi de perto e acompanhei esses desastres ecológicos por quase 30 anos.
    Comecei a viajar mensalmente para Mato Grosso a partir de 1990, para acompanhar de perto e aprender um pouco sobre a sociedade que mantinha com um irmão mais velho, fazenda e gado de corte.
    Partia do Rio em voo de carreira até Cuiabá, de onde seguia até Pontes e Lacerda, distante 440 km, onde ficava a sede da empresa do mano.
    De julho a setembro, percorrendo o longo trecho de carro, ficava assombrado com o número de queimadas e com a fumaça, pois ao longo da rodovia, logo após o trevo de Cuiabá, era comum o fogo queimando a vegetação seca do acostamento e em diversos casos atingindo as fazendas próximas. Não dava para saber se as causas eram acidentais (toco de cigarro) ou propositais.
    Mais ao longe, principalmente nas viagens noturnas, era impressionante ver a muralha de fogo que se estendia ao longo da serra, constante, sem interrupções.
    Percorria esses mais de 400 km e mais 80, de Lacerda a Vila Bela da Santíssima Trindade, sem enxergar o céu.
    Uma cortina espessa de fumaça cobria toda a atmosfera local.
    O pior mês sempre foi agosto, época de seca na região, onde normalmente as últimas chuvas mais densas caem em final de abril, começo de maio.
    O estrago dessas queimadas era impressionante, vegetação rasteira reduzida a cinzas, esqueletos de árvores retorcidas, imagens sombrias de um lugar outrora verdejante,
    Ano seguinte, na época das chuvas a situação já estava totalmente diferente.
    Desde que mantidas, as árvores ressequidas e queimadas brotavam novamente com uma rapidez espantosa. O milagre da natureza ressurgia com força total. A vida e as cores voltavam a seu lugar de origem.
    Acredito, que para a fauna a recuperação seja mais demorada, embora nunca tenha percebido grandes diferenças no volume de bichos e pássaros que cruzavam meus caminhos.
    A natureza é sabia e pródiga, aceitando e superando normalmente esses desafios, desde que mantido o “status quo” das regiões submetidas ao flagelo.
    O desmatamento interrompe a regeneração, é talvez seja mesmo a causa de mudanças climáticas, pois percebi, ao longo de minhas viagens e andanças pela fazenda, que um pequeno local desmatado mudava completamente. Se era seco, tornava-se úmido e vice-versa, como se a natureza reagisse, alterando o resultado que se esperava.
    Não vi de perto a situação das queimadas atuais, porem dado o contexto, tenho quase certeza do exagero da mídia, que tenta culpar o governo por um evento calamitoso que ocorre há décadas.
    Precisamos realmente aparelhar melhor nossos órgãos de fiscalização e controle, punindo rigorosamente os verdadeiros agressores da natureza, com uma legislação mais dura, não admitindo recursos infindáveis.
    Contudo, nenhum país do primeiro ao terceiro mundo, tem o direito de meter o bedelho e criticar as queimadas em nosso país, pois no geral, já reduziram a cinzas toda floresta com madeiras aproveitáveis existentes em suas fronteiras.
    Desmataram quase tudo, inclusive de suas ex-colônias, arvorando-se atualmente de legítimos guardiões da natureza.
    Que vão cuidar de seu quintal e não encham nosso saco.
    NOTA= opiniões de um grande especialista e observador de ecossistemas”
    https://opiniaoze.blogspot.com/2020/09/

    • Por mais de 20 anos percorrendo com meu caminhão as estradas de meu Brasil, vi cenários muito parecidos com o descrito pelo amigo, sendo por por duas ou três vezes tais incêndios de beira de estrada quase causaram dano a meu caminhão que se viu envolto por túnel de chamas, sem nenhuma grave consequência, graças ao bom Deus e à experieência deste condutor.
      Os meses de julho, agosto e setembro são extremamente secos em boa parte do território nacional, causando sempre tais estragos. Este ano, por exemplo, a seca está sendo bem mais rigorosa nas áreas afetadas.

      Também nunca consegui concluir se tais incêndios em nossa vegetação foi obra acidental ou criminosa. Creio que um pouco de ambas. Persiste em muitos lugares as práticas de eliminar rapidamente mato seco com fogo… Aí os ventos fortes levam à perda de controle e quem sofre é quem não tem como se proteger das labaredas, fumaça e fuligem.

      Malditos, mil vezes malditos os que, de forma criminosa, ceifam, com suas taras incendiárias, a vida das inocentes criaturas silvestres.

  6. Berto, tô aqui imaginando a cena.
    Ventilador ligado, você sentado no vaso a bunda assando e as partes pegando fogo.
    JBF deveria ser considerado uma doença crônica, causada pela dependência dos comentários do editor.
    JORNAL DA BESTA FUBANA É O MELHOR DO BRASIL!

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