A PALAVRA DO EDITOR

Quarta-feira passada fiz aqui uma postagem sobre a suprema pornografia que tomou conta do órgão maior da justiça brasileira.

O STF se transformou num cabaré com enorme projeção em toda a imprensa deste país macunaímico.

Como todo cabaré tem um fundo musical condizente com o ambiente, o nosso supremo puteiro deveria tomar as providências cabíveis pra botar som em suas salas.

Acabei de enviar mensagem pro gerente do prostíbulo togado, sugerindo que músicas pornográficas sejam tocadas no serviço de som interno do STF, de tal modo que todos os gabinetes e espaços do edifício sejam premiados com esta inovação.

Mandei pro lulo-petista Dias Toffoli dois vídeos com músicas interpretadas pelo viado alagoano Danny Bond, um talentoso compositor baitola, cujas letras se casam admiravelmente com o ambiente putárico da nossa corte suprema.

Os títulos das duas músicas, Tcheca e Prikito, são apenas dois das dezenas de sinônimos da querida e apreciada tabaca que, por uma coincidência bem pertinente, tem o formato da cara de Gilmar Boca-de-Buceta.

Um recanto da anatomia feminina que aqui no nordeste é conhecido como “A Porteira do Mundo”, aquele lugar que se escancara pra nós entrarmos na vida.

Enfim, as músicas que mandei pra Toffinho são de uma safadeza e de uma baixaria que está bem mesmo à altura do amontado de togas enlameadas que dão expediente na Praça dos Três Poderes.

Prestem atenção no lirismo bucetal das duas músicas:

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