DEU NO JORNAL

A advogada Ana Luísa Gonçalves Rocha, que figura como autora do pedido de habeas corpus em favor de André Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo, foi estagiária até o fim de 2019 no gabinete do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF).

No início de outubro, o decano da Corte concedeu liberdade ao criminoso, que ostenta conexões internacionais e condenações em diversas instâncias da Justiça por inúmeros crimes.

Ana Luísa Gonçalves Rocha, que é recém-formada em Direito pela Universidade de Brasília (Unb), montou em março um escritório de advocacia com o também ex-funcionário de Marco Aurélio, Eduardo Ubaldo Barbosa.

Ambos se conheceram durante o período em que trabalharam no gabinete do ministro do STF.

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É de lascar.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Chega a feder e empestear os ares.

Lá vai a minha banana:

9 pensou em “SUPREMA ZONA BANÂNICA

  1. Para acreditar na infima corte precisa ser muito crédulo. Aliás, acreditar no sistema judiciário já exigiria uma credulidade absurda. Tivemos um juiz da infima corte liberando um criminoso cuja capivara deve ter mais de metro, tivemos um deputado enfiando dinheiro no orifício rugoso, agora temos um juiz subtribunal de justiça aparecendo numa seção virtual do stj só de cuecas e toga!

  2. Esses sinistros togados do olimpo. Devem, sentir-se um “Prometeu” ao contrário.
    Totalmente avesso aos sêres humanos. Porém, presos pela corrente que lhes unem em todas infâmias, malfeitos, injustiças, tiranias, impobridades, desonestidades, deslealdades, traições, antipatriotismo…

    Desejosos, que nunca apareça um Hércules para libertá–los.
    Como o “fígado” de “Prometeu”. Eles se regeneram “per saecula saeculorum”.

  3. Agora temos um novo ministro, incólume colosso e vamos ver se se agrega à turma do “notório” saber juridico, ou do notório saber soltar, ou do notório saber arquivar…..

    Entrou para a turma da lagosta e do caviar.

    “você sabe o que é caviar?/ Nunca ví nem comi, eu só ouço falar” (Zeca pagodinho cantando o sentimento do povão)

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