10 pensou em “SUPREMA VERGONHA

  1. É um negócio inconcebível e incompreensível, para dizer o mínimo.

    Como uma Corte Suprema declara inconstitucional um instrumento garantidor e comprobatório da lisura dos escrutínios dos seus eleitores.

    Logo ela, que tem o dever precípuo de honrar e cumprir a Carta Magna do País.

    Nada de excepcional ou anormal nessa atitude. Tendo em vista, que nas últimas décadas, tornou-se fato corriqueiro, por parte desses senhores togados olímpicos. Pautar e judicializar, toda e qualquer conjuntura ou cenário que favoreça o povo Brasileiro.

    “É pra arrombar a tabaca de Xôlinha.” Frase significamente escrota, proferida pelo nosso democrático Editor Berto, à exaustão.

    Só nos resta confiar piamente nas urnas eletrônicas chinesas: invioláveis, invulneráveis, intocáveis, intangíveis, sacrossantas e sagradas.

    Quem viver, verá!

  2. Quando eu era jovem e alguém comprava alguma coisa “importada” do Paraguai o vendedor sempre dizia “la garantía soy yo” agora temos o stfzinho dizendo “la constitución somos nosotros” e tal como aquele que comprava coisas “importadas” do Paraguai nós os brasileiros só podemos parafrasear (no plural) o Saulo Ramos!

  3. Esta instituição, chamada Supremos Trapalhoes Fdps está funcionando sim …

    Mal e porcamente…… “craro”

    Nao é possível auditar entao a eleição é venal, como toda a camarilha de estupidos, muito estupidos que se acham…….

    Estao esticando a corda e perdendo qualquer nocao do perigo……

    Quem sabe quando a gota d’agua vai transbordar…..

    Pode ser a qualquer tempo em qualquer lugar……. hihihihi…….

  4. Ou começamos o quebra -quebra de direitos e direita para esses parasitas ou vamos ficar alimentando essas imundícies até não termos mais condições de para-los, a população TEM QUE ENTENDER QUE QUEM PAGA POR TUDO ISSO SOMOS NÓS,TODOS NÓS e se FICARMOS BOVINAMENTE / PASSIVAMENTE ePAGANDO POR TODA ESSA PATIFARIA ESTAREMOS FU-DI-DOS.

  5. Senhor editor Luiz Berto,
    eu não entendo nada do juridiquês dessas supremas excelências, mas fico conversando aqui, com os botões da minha braguilha: a Constituição brasileira é de 1988; a primeira eleição brasileira com urnas eletrônicas foi em 1996.
    Mas, a primeira eleição com votos totalmente apurados em urnas eletrônicas, se a memória não me trai, foi em 2000, quando o povo de São Paulo teve que escolher entre Marta Suplicy e Paulo Maluf no segundo turno.
    Aí eu pergunto aos meus botões: se o voto impresso é inconstitucional, as eleições entre 1988 e 2000 são todas nulas?
    Se não são nulas, é porque o voto em papel estava conforme a constituição.
    Então, por que cargas d’água o que era constitucional deixou de ser?
    De 1988 pra cá a Constituição proibiu o voto impresso?
    Ou foram as supremas excelências que inventaram uma mudança na Constituição?
    Sabe o que eu acho? Que ao invés de fazer suas decisões conforme a Constituição, as supremas excelências fazem a Constituição conforme o que querem decidir.

    • Meu caro Enesidemo, ilustre membro da família Crates, fique no aguardo: suas dúvidas serão devidamente esclarecidas pelos especialistas e peruadores que por aqui abundam.

      O que mais tem nesta gazeta escrota são especialistas na lexicografia da ciência do juridiquês.

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