DEU NO JORNAL

A decisão do Luiz Fux, anulando outra do próprio presidente da Corte, Dias Toffoli, reafirma a “tutela” que o Supremo Tribunal Federal acha que o direito de exercer sobre Legislativo e Executivo.

Não basta aprovar e sancionar leis; agora, precisa a “segunda sanção” do STF.

Como a moda é invadir competências, se um ministro do STF tem o poder de anular a vigência de uma lei, logo o Congresso vai achar uma boa ideia votar decretos legislativos anulando decisões do Supremo.

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As atividades putáricas no cabaré togado continuam a pleno vapor.

Um lupanar presidido por um militante petista, ex-funcionário de Zé Dirceu e pau-mandado de Lula, não poderia atuar de outra forma.

Que o digam Gilmar, Lewan, Marco Aurélio.. etc… etc… etc…

4 pensou em “SUPREMA PUTARIA

  1. Hoje a Suprema Putaria é o que mais atrapalha o progresso do Brasil.

    Nós dependemos de investimentos estrangeiros.

    Eles estão com muita vontade de colocar os Bilhões de dólares aqu.

    O Brasil já é o 4º país de destino de tais investidores.

    Porém a coisa fica meio empacada por falta de segurança jurídica que o Congresso e a Justiça passam.

  2. “Como a moda é invadir competências, se um ministro do STF tem o poder de anular a vigência de uma lei, logo o Congresso vai achar uma boa ideia votar decretos legislativos anulando decisões do Supremo.” Só se o Saci-pererê, a mula sem cabeça e outros aparecem ao meio dia de uma quarta-feira na Avenida Paulista! O Congresso só enfrenta a opinião pública pois estão com o rabo preso com os demais.

  3. Com o devido respeito, não foi isso que aconteceu. Fux é o Ministro sorteado para o caso do juiz de garantias. Como estava de férias, o Presidente da Corte, no plantão, exarou o seu despacho. Toffoli poderia ter deixado de despachar, esperando a volta do titular. Com a volta de Fux, ele revogou a decisão anterior, o que é plenamente legal e possível – mesmo que desagrade Toffoli. E fez mais: apontou todas as incongruência e inconstitucionalidades do texto legal, inclusive as questões atinentes as dificuldades e custos para a implementação da nova figura processual. Enfim, começou a esclarecer o que se sabia, ou seja, o jabuti foi feito às pressas, com objetivos velhos e conhecidos.

  4. Eu sigo as palavras de Fernando. Dizer os fatos não chamaria a atenção de ninguém. Dizer que a decisão de Toffoli foi violada, gerou esse debate. Embora registre essa convergência, não posso deixar de lembrar que em outros momentos o STF invadiu outros poderes

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