SUPREMA MEDIOCRIDADE

Antes que critérios políticos e conveniências partidárias interferissem na escolha de seus integrantes, o Supremo Tribunal Federal abrigava o que havia de mais respeitável no mundo do Direito. Só era escolhido quem tivesse notável saber jurídico e reputação ilibada, exigências impostas pela Constituição.

Se até no futebol brasileiro os craques sumiram, é compreensível que seja menos numerosa a linhagem dos grandes juristas. Isso talvez explique a escassez de sumidades no STF, mas não a extraordinária mediocridade da maioria do time da toga.

No meu tempo de estudante, os jovens juízes queriam ser, quando crescessem, um Nelson Hungria ou um Victor Nunes Leal, dois dos tantos que iluminaram a trajetória do tribunal. Num Supremo presidido por Dias Toffoli, cujo mentor é Gilmar Mendes, as sessões da Corte só ensinam a magistrados iniciantes o que um juiz não deve ser nem fazer.

5 pensou em “SUPREMA MEDIOCRIDADE

  1. Ontem Tóffoli se mostrou por inteiro.

    Quatro horas de enrolação que deixaram o Barrosão boquiaberto. Disse que precisaria um tradutor de Javanês para entender o voto do colega.

    Não precisaria ir tão longe.

    Nós aqui do JBF estamos acostumados com o Ceguinho Teimoso, que é do mesmo jeito do Tóffoli.

    Fala, fala, fala e não diz nada.

  2. Novos juízes honestos hoje , qdo veem um bosta como Toffoli, querem mais é serem jogador de futebol. E pensar que hoje o expoente maior é a figura de um Barroso. É pacabá.

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