DEU NO JORNAL

Quando a gente acha que se esgotaram todas os motivos para o Brasil virar motivo de galhofa mundo afora, os ministros do Supremo estão prestes a oficializar a bigamia, instituindo pensão para amante.

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O Supremo se inspirou na música A mulher que é mulher, da autoria de Armando Cavalcanti e Klécius Caldas.

A letra desta composição, que fez muito sucesso nos anos 50, diz que “a mulher que é mulher, se o homem errar, perdoa“.

Conforme este resolução do STF, se o homem errar arranjando uma amante, não só tem que ser perdoado como, mais ainda, a rapariga dele deve receber pensão.

Nesse ponto, apoio inteiramente a teoria de Dona Quiterinha, minha saudosa mãe.

Ela dizia que o homem pode ter tantas mulheres quantas possa sustentar.

Seu  Luiz não apenas adorava esta teoria dela como, mais ainda, a  praticava com muita gulodice.

Ô véio que era raparigueiro que só a bixiga lixa!

Canta, Dircinha Batista!

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