A PALAVRA DO EDITOR

MEU CARNAVAL

EU ENCHO A CARA DE AMOR
DE AMOR PELO MEU PRÓXIMO

No Centro de Convenções
O clima era propício
Eu não estava de serviço
Fui ouvir as pregações
Os cânticos as orações
Eu faço sempre que posso
Aquele fervor endosso
Pois alivia minha dor
Eu encho a cara de amor
De amor pelo meu próximo

FOLIÃO QUE TEM PEGADA
NÃO PEGA SEM PERMISSÃO

Te mostrei o polegar
Me acusaste de assédio
Te mostrei o dedo médio
Mas sem querer me vingar
Percebi que porfiar
Não seria a solução
Melhor seria o perdão
Vingança não tá com nada
Folião que tem pegada
Não pega sem permissão

DESCONJURO, CREDO EM CRUZ
MELHOR É NEM PENSAR NISSO

E se o mundo acabasse
E só ficasse nós dois
E algum tempo depois
Quando o frio apertasse
Ajuda você me negasse
e se eu morresse por isso
Já pensou o reboliço
Quando me faltasse luz…
Desconjuro, credo em cruz
Melhor é nem pensar nisso

Se sem roupa eu ficasse
Se você me desse a sua
Ficasse de costa e nua
Para que eu me trocasse
Quando você se virasse
E visse este estrupício
Dissesse, não era isso
Isso aqui não me seduz
Desconjuro, credo em cruz
Melhor é nem pensar nisso

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