SONIA REGINAS – SANTOS-SP

Sr. Editor,

se possível, publique meu agradecimento a excelência ministra da agricultura e ao governo que ela representa.

É fato que a ministra inovou no que se refere a garfar o bolso dos brasileiros. Não aproveitou grandes eventos do tipo: Copa Mundial de Futebol ou festejos Carnavalescos. A preferência foi pela aproximação dos festejos de Natal e Ano Novo. Aliás, foi quase um black Friday ao contrário no principal alimento para o gosto da grande maioria dos brasileiros que, ao invés de baixar o preço da carne bovina, aumentou de forma meteórica.

Também notei que, a dita excelência não está bem informada quando diz que o novo preço iria afetar o churrasco dos brasileiros. Não senhora ministra. A maioria da população utiliza cortes de carne mais baratos para mandar moer ou adquiri em pedaços para cozinhar o delicioso “picadinho com batatas” etc. Churrasco para a grande maioria são feitos em datas comemorativas ou quando recebe o pagamento mensal.

Talvez seja necessário outro esclarecimento. Quando um produto sobe e a procura migra para outro, esse também começa a subir. Tem mais, vai alterar os preços dos derivados da carne e cito dois exemplos: linguiça e mortadela.

Encerro agradecendo também a informação da senhora ministra sobre as dificuldades dos frigoríficos com a falta de aumento nos produtos. Eu não sabia que nossos frigoríficos estavam em má situação até porque, durante este ano já se percebia lentamente a mudança de preços nas carnes.

Desculpe senhora ministra, não tenho condições de participar do seu contentamento com o aumento das exportações, ela mexeu com algo que considero o principal responsável pela saúde:

Alimentação Saudável.

17 pensou em “SONIA REGINAS – SANTOS-SP

  1. Os 25 milhões de trabalhadores nas fazendas, pecuaristas, frigorificos,veterinários, nas fábricas de papelão, de tratores, portos e nas demais indústrias que suprem este ramo do Brasil ficaram sensibilizados com a sua carta e vão pensar em pedir a conta para parar de exportar e viver como o PT quer, como uma Cuba. Vejam que em outubro 45% das exportações que passaram pelo porto de Santos, de onde vive a missivista, foi de carne para a China e o resto do mundo. A cidade de Santos agradece a exportação, pena que vão pagar mais caro pelo churrasco mas pelo menos tem emprego.

  2. Pois é…Nossa amiga Sônia falou besteira!
    Realmente, vai ficar mais caro fazer um churrasco na laje,
    Quer uma solução? Trabalhe mais e melhor. Dê sucessivos ganhos de produtividade naquilo que você faz para ganhar seu pão (ou churrasco) de cada dia. Inove, invente, crie, a fim de se diferenciar de seus concorrentes e ganhar mercados, igualzinho a aquilo que os chineses estão fazendo.
    Se não souber, ou não quiser, seguir esta minha receita, fique comendo pão com manteiga. Se ainda tiver trigo e este também não subir de preço!

  3. Fique tranquila, os produtores de carne vão aumentar logo o número de cabeças de gado no pasto e em pouco tempo haverá novamente um aumento da oferto do mesmo que baixará o preço. Uma lei primordial do mercado; oferta/procura. Pegar dinheiro de todos para propiciar a missiva de um churrasco subsidiado é coisa de petralha e um atraso.

  4. Olha, eu nem sei prá que existe um ministério da agricultura. Planta nunca precisou de ordem ou carimbo do governo para crescer, bicho nunca precisou de alvará ou regulamentação para comer, engordar e virar carne. É só um hábito nosso achar que para tudo que existe no mundo, tem que ter um ministério do governo tomando conta e baixando normas.

    Dito isso, nossa ministra da agricultura, cargo que nem precisaria existir, não tem nada a ver com o preço da carne, a não ser para quem quer que o Brasil vire a União Soviética de vez, com o governo determinando o quê vai ser vendido, por quanto e em que quantidade.

    Se algum ministro tem algo a ver com isto, é o ministro da economia, junto com o presidente do banco central, que acham bonito o país ter moeda fraca. A consequência é óbvia: quem tem moeda fraca é pobre, porque moeda fraca não tem poder de compra. Se nossa moeda fosse forte, não só a carne mas tudo que compramos seria barato.

    Como nossa moeda é fraca, os outros compram as nossas coisas pagando barato, só que o barato deles fica caro para nós.

      • Moeda forte ou fraca não tem relação com valor nominal.

        Se tivesse, era só cortar zeros (coisa que o brasileiro tem experiência) e teríamos a moeda mais forte do mundo, mas não é assim.

        O renmimbi passou o ano estável em relação às outras moedas fortes, o real não para de cair.

        • Vamos ao economês do penúltimo paragrafo. ” se algum…………………………………………….seria barato”.
          Temos que alertar o governo : Precisamos de uma moeda fraca , mas estável, segundo o raciocínio do nosso economista, já que não podemos por enquanto equiparar a libra ou dolar. Desculpe meu caro , mas dona Reginas escreveu algo que não faz sentido e as explicações de economia deixam a desejar. O início do comentário já foi um desastre, a menos que seja gozação. Apesar de achar legal ficar escrevendo , tenho que ir.

    • Prezado Sr. Marcelo.

      Os agradecimentos foram endereçados a ministra porque o anuncio dos motivos que levaram a alta no preço da carne foi feito por ela. Sei perfeitamente que o produto em questão é vendido por frigoríficos.

      Até onde entendo um ministro de estado tem obrigações com os cidadãos do País a que representam, aqueles que vendem e aqueles que compram e portanto, deve sempre haver equilíbrio para “tentar” satisfazer os dois lados. Não deve ser fácil, principalmente quando a maioria dos cidadãos dessa Nação precisam rebolar para conseguir manter um padrão de vida razoável.

      Agradeço seu comentário que sempre coloca mais luz na complicada arte da “Economia”.

  5. Tá. O que a ministra tem a ver com isso? Oscilação de preços para cima provocada pelo aumento da demanda.Vai querer que a ministra tabele a carne? Kkkkkkk

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