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Comentário sobre a postagem QUEM VÊ BOLSONARO INIMIGO DA IMPRENSA FECHA OS OLHOS PARA CPI E STF

Arael Costa:

É interessante que a entidade máxima do jornalismo brasileiro – a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), que já foi a mais ilustre e significativa guarda da liberdade de imprensa em nosso País esteja recolhida, neste tempos ingentes que estamos vivendo, a um silêncio que quase podemos dizer sepulcral.

Causa espécie a nós, jornalistas mais antigos, muitos dos quais bem conhecem a história das lutas lideradas por figuras do porte de Herbert Moses – ícone maior dessa entidade, e figuras como Gustavo de Lacerde (seu fundador e 1º presidente), Adonias Filho, Barbosa Lima Sobrinho e Raul Pederneiras, dentre tantos ilustres nomes que a presidiram ao longo desses anos em que ela foi digna guardiã do ideário estabelecido por Cipriano Barata e Borges da Fonseca, o mutismo da entidade nestes dias sombrios que estamos vivendo, graças à famigerada CPI da Covid e outros procedimentos que se manifestam em profusão.

Cumpramos, pois, meus colegas, nossa obrigação de resguardar a liberdade de imprensa, que bem sabemos, é repositório das diretrizes maiores da verdadeira democracia.

Com a palavra a ABI.

1 pensou em “SILÊNCIO SEPULCRAL

  1. (…) um silêncio que quase podemos dizer sepulcral.

    Na época de Gustavo de Lacerda frente à ABI os donos de jornais se referiam à Associação Brasileira de Imprensa nos seguintes termos: “Aquilo é um grupo de malandros chefiados por um anarquista perigoso…”. Longe se vão tais tempos… Hoje o que é a ABI ?

    Escreve Arael: Ela foi digna guardiã… Eis o verbo no passado a indicar ideais que ficaram perdidos no tempo… INFELIZMENTE…

    Sou leitor compulsivo e agarrado a tal vício, FUI leitor (e assinante de alguns) do Jornal do Brasil, Estado de São Paulo, O Globo, O Dia, Revista Veja, Revista IstoÉ, QUE fui abandonando à medida que suas redações abandonaram os ideais conservadores e viraram redutos progressistas, algo que nunca foi minha praia.

    Lembro o quanto admirei, só para citar dois que sabem escrever, textos de Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi.

    Hoje larguei toda a mídia tradicional e contento-me com a turma maravilhosa que Berto publica no NOSSA escrota gazeta.

    Interessante que o Sancho de outrora é igualzinho ao de hoje. QUEM MUDOU e muito, foram ELES…

    Abração, Arael

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