ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

Ou Os Fins Justificam os Meios!

Há cerca de 100.000 anos, uma espécie de macacos pelados (Homo Sapiens) apareceu lá pela África, vinda ninguém sabe de onde ou porquê. Tinha tudo para desaparecer rapidamente: Não era veloz, não subia em árvores, não tinha garras ou dentes fortes. Nada! Possuía “apenas” um cérebro maior, no limite da capacidade de suas fêmeas parirem, já que células cerebrais não se reproduzem (a cabeça do bebê tem o tamanho do adulto), junto com capacidade de compartilhar informações com seus semelhantes e de agir em conjunto, infinitamente superior à de todas as outras espécies. Rapidamente se espalharam por todos os cantos da terra. Onde chegavam, duas consequências: Eliminar a “concorrência” pelo habitat, dizimando as outras espécies de hominídeos. Foi assim que exterminaram os Neandertais, Cro-Magnon, Afarensis, etc. O máximo de convivência que permitiram foi o acasalamento com alguma Neandertal mais gostosa, o que se reflete em uns 3% de seu DNA remanescentes no nosso. O seguinte, foi a exaustão dos recursos naturais locais. Onde chegaram, exterminaram todas as espécies de mamíferos de maior porte e reprodução lenta. Aconteceu na Austrália, nas Américas, e sabe-se lá onde mais. Daí para a frente, por falta de adversários, passaram ao saldável esporte de tentar exterminar os grupamentos humanos que fossem posseiros de algum território que os interessasse. Exemplos de carnificinas são inúmeros e foram potencializados cada vez mais, à medida que a tecnologia da matança evoluía.

Exemplos:

1. A batalha contra o Madi no Sudão – Fazia já uma década que movimentos nativistas questionavam o domínio dos egípcios, com o apoio dos ingleses, sobre o Sudão. Em 1898, forças combinadas avançaram Nilo acima a fim de reconquistar o território sudanês. A título de exemplo sobre o que ocorreu, na Batalha de Atbara, em 8 de abril de 1898, morreram 26 ingleses e mais de 3.000 sudaneses. Era o início da gloriosa carreira das metralhadoras no campo de batalha. Na batalha seguinte, a de Omdurman, foi pior ainda: Para 47 britânicos mortos e 382 feridos, morreram 12.000 sudaneses e 13.000 ficaram feridos.

2. Campos de concentração na Guerra dos Bôeres – A primeira aplicação sistemática de campo de concentração foi feita pelos ingleses durante a 2ª Guerra dos Bôeres, entre 1900 e 1902, quando o comandante britânico Horatio Kitchener (o mesmo dos massacres do Sudão) os utilizou como parte de sua estratégia de combate. Ele ordenou a destruição das fazendas que abasteciam os bôeres e confinou os fazendeiros e seus empregados em campos de concentração. Eram, em sua grande maioria, mulheres e crianças. Os prisioneiros morriam lentamente de desnutrição, ou vitimados por epidemias. Morreram assim cerca de 26 000 mulheres e crianças bôeres. Dizem que foi fundamental para a vitória inglesa.

3. Massacre Armênios na Turquia em 1915 – O Império Otomano perseguiu minorias étnicas e religiosas entre 1913 a 1923. Foram os genocídios armênio, sírio e grego. Resultaram num total de mais de 3,5 milhões de mortes. Durante as perseguições promovidas pelo governo, os perseguidores fizeram amplo uso de campos de concentração e extermínio, como estratégia de eliminação das populações perseguidas. Estes foram criados para encarcerar os sobreviventes das deportações e marchas da morte que lhes haviam sido impostas. Existiram 25 campos na proximidade das atuais fronteiras com Síria e Iraque. A Turquia nega tais fatos.

4. Afundamento do Lusitânia – 07 de maio de 1915. 1ª Guerra Mundial no auge. A Inglaterra, pressionada pela Alemanha, necessitava desesperadamente que os EUA entrassem na guerra ao seu lado. Eis que um grande transatlântico, cheio de civis americanos e ingleses, é abandonado à própria sorte, frente aos submarinos alemães, na esperança de que a repulsa àquela carnificina fizesse o clamor popular empurrar os americanos à guerra. Não deu outra! Das 1959 pessoas a bordo, somente 764 sobreviveram. Apenas 284 corpos foram recuperados. 65 nunca foram identificados. A maioria eram mulheres e crianças.

5. Limpeza étnica na Crimeia – Aconteceu entre 18 e 20 de maio de 1944. Foi executado por Lavrentiy Beria, seguindo ordens de Stalin, sob o pretexto da suposta colaboração dos tártaros da Crimeia com os nazistas durante a ocupação, entre 1941 e 1944, Cerca de 193.865 tártaros foram deportados, dos quais 151.136 para República do Uzbequistão, 8.597 para a República de Mari, 4.286 para o Cazaquistão, e o restante (29.486) para vários “Oblast”. Devido à fome, sede e doença, cerca de 45% do total morreu no processo de deportação.

6. Holodomor – Palavra ucraniana para “deixar morrer de fome”. É empregada para definir os acontecimentos que levaram à morte por fome de milhões de ucranianos entre os anos de 1931 e 1933, o genocídio do povo da Ucrânia pelo comunismo soviético. Seguiu-se à coletivização forçada das propriedades agrícolas, cuja administração passou a ser do Estado soviético. A Ucrânia foi o país da URSS que mais resistiu a tais medidas. A partir de 1929, as metas de produção de cereais, destinados ao poder central soviético, eram tão altas que os camponeses só conseguiam atender à demanda se passassem fome. Tudo passou a ser de propriedade do governo. Estima-se que o número de mortos foi de cinco milhões. Se considerar os efeitos a longo prazo e os condenados a trabalho forçado que morreram, o número pode ser superior a 14 milhões.

7. Holocausto Nazista – Assassinato em massa de cerca de seis milhões de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Foi um programa sistemático de extermínio étnico patrocinado pelo Estado Nazista e que ocorreu em todos os territórios ocupados pelos alemães durante a guerra. Dos nove milhões de judeus que residiam na Europa, cerca de dois terços foram mortos; mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens judeus morreram durante o período. Um total de cerca de onze milhões de civis (principalmente eslavos e prisioneiros de guerra), foram também intencionalmente mortos pelo regime nazista.

8. Afundamento do navio de retirantes alemães – Final de janeiro de 1945. Poucas semanas para o fim da 2a Guerra. Multidões de alemães fugiam do avanço soviético sob temperaturas de -20 graus Celsius, em direção ao Mar Báltico, na esperança de entrar num navio para o Ocidente. No porto de Gdansk, estava ancorado o Wilhelm Gustloff. Concebido pela organização Força pela Alegria, do partido de Hitler, fora construído em 1936. Era um enorme navio de passageiros, razoavelmente novo e luxuoso, usado para cruzeiros de férias. Aportou em Gdansk, em 22 de janeiro de 1945 e haviam 60 mil pessoas à sua espera. A capacidade era só 1.400 passageiros. Conseguiram embarcar 7 mil, maioria de mulheres e crianças. Deixou o porto na tarde do dia 30. O número exato de passageiros pode ter sido maior. Foi rastreado pelos soviéticos e posto a pique por 3 torpedos lançados de um submarino. Resistiu por 62 minutos até afundar. Os barcos de salvamento não foram suficientes. Mais de cinco mil pessoas perderam a vida nas águas geladas e cerca de mil sobreviveram.

9. O Bombardeio de Dresden – Entre 13 e 15 de fevereiro de 1945, quatro ataques-surpresa com 1.300 bombardeiros pesados, lançaram mais de 3.900 toneladas de bombas explosivas e incendiários na capital barroca da Saxônia. Destruiu 39 quilômetros quadrados do centro da cidade (mais de 90% do centro). Uma investigação independente, em 2010 estimou um total mínimo de 22 700 vítimas, com um número máximo de mortos em torno de 25.000 pessoas. Continua conhecido como um dos piores exemplos de sacrifício civil provocado por bombardeio estratégico, ocupando lugar de destaque entre as causes célèbres morais da guerra. Alega-se que Dresden era um marco cultural, de pouca ou nenhuma significância militar, uma “Florença do Elba”, como era conhecida, e que foi indiscriminado e desproporcional aos ganhos militares.

10. O Khmer Vermelho – O genocídio cambojano foi o assassinato em massa promovido no pelo regime do Khmer Vermelho, liderado por Pol Pot, entre 1975 e 1979 e empurrou o Camboja para o comunismo. Estima-se que, em quatro anos, cerca de 1,7 a 2 milhões de pessoas foram executadas, cerca de 25% da população.

11. Revolução Cultural da China – Movimento sociopolítico na China entre 1966 e 1976. Lançado por Mao Tsé-Tung, seu objetivo era preservar o comunismo chinês, purgando os restos de elementos capitalistas e tradicionais da sociedade chinesa. Destroçou a economia e a cultura tradicional da China, com um número estimado de mortos variando de centenas de milhares a 20 milhões. Deu-se em seguida à Grande Fome Chinesa (1958 a 1962), considerada como a fome mais mortal e um dos maiores desastres provocados pelo homem na história da humanidade, com um número estimado de mortes que varia de 15 a 55 milhões.

12. Expulsão dos palestinos para criar Israel – Fazem já mais de 70 anos da partilha da Palestina e do início do processo de limpeza étnica. Culminou, em 1948, com mais de 418 aldeias árabes destruídas, seus nomes sendo posteriormente apagados dos mapas, e cerca de 700 mil palestinos sendo expulsos de suas terras.

13. A COVID 19 – Junte no mesmo balaio: vírus especialmente criado para apoiar projeto de hegemonia mundial chinesa, interesse MULTIBILIONÁRIO EM DÓLARES das empresas farmacêuticas; organismos mundiais cooptados por esquerdistas totalmente comprometidos com o projeto; hordas de esquerdistas loucos por assumir um poder absoluto sobre as massas ignaras, doutrinando-as para uma obediência bovina através de todo tipo de decisões arbitrárias e incongruentes; imprensa canalha e venal, toda ela comprometida com o projeto de “Um Mundo Mais Igual”, seja lá isso que diabos for, sempre deblaterando maciçamente as suas “narrativas” fantasiosas; manipulação maciça da opinião pública através de métodos Gobellsianos de repetir as mentiras até que se tornem verdades inquestionáveis e “científicas”, sempre visando “salvar vidas”; radicalismo absoluto contra toda e qualquer manifestação de discordância, ou mesmo de simples dúvida, com relação às “verdades científicas” propagadas com força de dogmas papais; derrocada econômica mundial, menos China, já que esta havia se preparado, e milhões de mortos, especialmente dos mais idosos, inúteis que são em termos econômicos, a fim de eliminar os questionamentos oriundos dos mais sensatos e experientes, bem como reduzir drasticamente a superpopulação do planeta.

Se tudo isso descrito acima não estiver sendo o maior genocídio já praticado pela humanidade, cientificamente projetado e executado, eu corto meu saco fora!

Quer saber mais um pouco sobre isso? Visite a entrevista do Ex Vice-Presidente da Pfizer clicando aqui .

12 pensou em “SEM PERDÃO!

  1. Mestre Adônis, um ponto importante precisa ser dito: os fatos dos números 1 a 12 tem a ver com violência. As vítimas não podiam defender-se.

    O caso atual é diferente. Aldous Huxley disse “A ditadura perfeita terá a aparência de democracia, uma prisão sem muros no qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga, um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão”.

    É forçoso admitir que o mundo entregou-se com amor à escravidão. As pessoas andam sozinhas de automóvel com vidros fechados e máscara! E xingam quem não faz como elas.

    As pessoas imploram ao papai governo para serem cobaias de vacinas duvidosas – e xingam dos piores nomes os que se atrevem a citar o fato de que não pode haver certeza sobre a segurança a longo prazo de um medicamento desenvolvido a menos de seis meses. Se o governo disse que é seguro, é seguro e ponto final. E se a ANVISA não quiser dizer que é seguro, os políticos vão obrigá-la a dizer que é – problema resolvido.

    Já é praticamente certa a adoção, inicialmente na Europa, de um “passaporte COVID” que limitará drasticamente os direitos fundamentais dos não-vacinados. O tal passaporte será implantado através de um app de smartphone, o que implica que o porte do tal aparelhinho será praticamente obrigatório. Não é bacana? Eu, que não tenho smartphone, em breve serei praticamente um pária, um não-cidadão.

    Consumo, divertimento e amor à escravidão. É nisso que chegamos após cinco mil anos construindo civilizações. Eu me recuso a achar que somos todos pobres coitados inocentes e que a culpa é só de alguns vilões malvados. O fato é que teremos que esperar uma nova era glacial para “limpar o terreno” e depois tentar de novo.

  2. Caro Marcelo,

    Mais uma vez, foste direto ao ponto onde eu queria chegar. Por falta da competência necessária, precisei das tuas certeiras observações para o fechamento perfeito deste artigo.

    Considere este um artigo escrito a quatro mãos. E vamos ao “Admirável Mundo Novo”!

  3. Caro Prof,Adonis, voce não só mostra a cobra, como mostra o pau, o mundo atual não é só “democrático”, ele é simplesmente “cúmunista, os chineses estão comendo pelas beiradaas e os governadores, em especia osl do nordeste, estão adorando! O povo vai se arrepender!!!

  4. Caro Adônis, muito boa sua explanação sobre a evolução do mal na humanidade.

    Na parte do surgimento do ser humano pensante e capaz de criar tecnologias, estou mais para a história do o povo sumério, o primeiro a usar a escrita, com a mistura dos Anunakis, que a História Oficial nos omite. O desenrolar das coisas aparece em várias civilizações (egípcia, grega, nórdica, maia), como o acontecimento do Éden e do dilúvio, recriado na Bíblia.

    Quanto a Israel, os judeus não expulsaram totalmente os palestinos de seu território, uma vez que 40% de sua população ainda é palestina. Detalhe: podem votar e vivem melhor do que os outros palestinos exilados. Israel só não abre totalmente sua fronteiras para os demais, pois os mesmos têm como missão destruir e eliminar todos os judeus.

    Um Abraço e boa semana.

    • Caro João,

      Com relação a Israel, as coisas não são bem como tu as descreve não!
      Primeiro, os árabes são só 20,9% do total (Ainda e por enquanto). Com relação a viverem melhor, eu tenho minhas dúvidas. Certamente que, mesmo vivendo em um país radicalmente dominado por uma religião que não a sua, deve ser muito melhor que viver em um território ocupado militarmente por um país estrangeiro, sempre submetido a uma pressão militar extrema, sem as mínimas condições para uma vida digna, até mesmo água, que é o mais básico, sem definição sobre o seu status político com relação à cidadania e vendo a sua terra sendo sistematicamente invadida por colonos radicais de uma potência estrangeira, sempre apoiados pelo governo deles, DEVE SER UM INFERNO.

      Eu estive lá e vi tudo isso. Não falo de ouvir dizer. O judeu sionista de hoje é o nazista de ontem. Ocupação de territórios em busca de “Lebesraum”, limpeza étnica, muro de Berlim, brutal ocupação militar, etc. TUDO!

      • Caro Adônis, se v. foi lá e viu isso tudo, eu reformulo meu ponto de vista, porém falar da história daquela região é muito complicado

        • Caro João,

          Concordo 100% contigo.

          O que eu sei, e o que eu vi, é um povo tosco, primitivo até, porem de uma cultura belíssima, sendo esmagado por uma potência infinitamente superior em todos os aspectos (financeiro, cultural, organização social, estrutura de governo, etc.), simplesmente porque deu o azar de estar vivendo pacificamente há milhares de anos numa terra que os judeus cismaram que Deus deu para eles e mais ninguém.
          Esta seria a racionalização para justificar os campos de concentração, os muros da vergonha, a limpeza étnica, e por aí segue.
          Eu mesmo, por ter cara de árabe e só falar em árabe, não hebraico, fui tratado como cachorro inúmeras vezes. Só sabe quem viveu.

          • caro Adônis, só para apimentar um pouco a nossa conversa, eu ouvi dizer que a origem do sobrenome Oliveira (assim como Pereira, Nogueira e outras derivadas de árvores) no Brasil, remete a judeus. Vou pesquisar mais o assunto.

            • Pior que é sim! Tudinho descendente de judeus marranos, expulsos da Espanha pelos reis católicos Fernando de Aragão e Isabel de Castela e foram para Portugal.
              Quando a filha deles foi para Portugal, para casar com o Rei D. Manoel, só foi depois do rei, que se dava muito bem com a judeusada, prometer expulsar todos os judeus que não convertessem.
              Foram convertidos na marra. Daí o nome Marranos. Como não tinham nomes cristãos, receberam nomes de árvores e de bichos.
              Sugiro que leias GENTE DA NAÇÃO, de Evaldo Cabral de Melo.

              • Obrigado pela s informações grande Adônis, mais uma que aprendi hoje.

                V. é demais. (mas não vai ficar muito convencido rsrsrs)

  5. Professor Adônis, já ouvi dizer que Deus, (“se existir”), criou o homem sua imagem e semelhança. Certamente, com todo seu “poder e sabedoria”, jamais criaria a sua semelhança um ser tão inescrupuloso, maldoso, ambicioso, cruel , assassino e genocida como o ser humano.

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