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  1. Quando morre alguém como ele, também morre uma parte de nós.  Nós somos de uma geração privilegiada, que passou pelo mundo em uma época de grandes transformações. O Século XX ficará marcado na história da Humanidade em vários campos do conhecimento. Os cem anos do Século XX são mais ricos do que os 1900 anos que o antecederam no calendário cristão e os 3000 mil anos anteriores da história conhecida do Homem. Nós fomos testemunhas de acontecimentos únicos. Nós fomos contemporâneos de homens superiores em todas as áreas. Uma delas, o cinema. E hoje partiu um dos maiores ícones dessa arte. Talvez o maior. Uma figura emblemática. Um carisma inigualável. 90 anos. Quando se atinge essa idade, pode-se dizer que cumpriu-se a jornada aqui. A qualquer momento a partida é esperada. Mas sempre choca e entristece. Porque a imagem que guardamos conosco não é a de um homem no final da sua vida. A memória que fica é a do personagem, aquele herói imaginário que embalou a nossa juventude, a nossa adolescência e também a nossa vida adulta. Ele foi e sempre será James Bond. O primeiro e o melhor. Mas também foi o protagonista de outros papéis e quando coadjuvante ofuscou o protagonismo de alguém. O Nome da Rosa, Caçada ao Outubro Vermelho, Highlander, Indiana Jones, Os Intocáveis. São essas as lembranças que vou guardar dele. O Cinema está menor. A Escócia perdeu seu filho mais ilustre. O Mundo perdeu um pouco da Fantasia que ainda resta. (AUTOR DESCONHECIDO)

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