CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Almanaque “FF”

– AO DEUS DIONÍSIO (grego)
– POEMA x POESIA
– PRIMEIRO AMOR
– AO DEUS DIONÍSIO (não confundir com o nosso comentarista di DOMIZIO nenão Sancho ?)

Segundo “as previsões” uma onda de frio intenso se aproxima e os sulistas (claro) vão bater o queixo !

“Una bella spaguettata” e “uno bueno vinho tinto” ajuda e muito !

Quem gosta do universo do vinho sabe que esta bebida é repleta de valor simbólico. Segundo a mitologia ela é associada ao Deus Dionísio e servia também para alimentar as divindades. Por isso mesmo não é de se espantar que haja tantas crenças que cercam este líquido até hoje.

Mas nem todas as crenças são reais e pode ser que elas estejam impedindo você de desfrutar bons vinhos neste exato momento.

Não sou “enóloga” mas vou enumerar alguns mitos que aprendi sobre vinhos e que devemos parar de acreditar.

– Um bom vinho precisa ter rolha.

Não é verdade que os vinhos fechados com rosca sejam piores que os que têm rolha. Para entender vamos lembrar qual é a função da rolha: vedar o vinho e permitir uma entrada controlada de ar para que ele envelheça aos poucos. Só que nem todos os vinhos se beneficiam com o envelhecimento (isso, na verdade, só acontece com os bem caros). Sendo assim podemos ter certeza de que existem ótimos vinhos vedados com rosca.

– Vinhos tintos precisam ser decantados.

O decantador é um utensílio de boca estreita e fundo largo que serve para separar os sedimentos do vinho e o faz “respirar”. Sendo assim só se beneficiam do decantador os vinhos que possuem algum sedimento.

Se não é o caso do vinho que você irá abrir não há razão para usar o decantador mesmo o vinho sendo tinto.

– E ulalá … vinhos que misturam uvas não são bons ?

Não necessariamente. É preciso saber que um bom vinho não tem a ver com a quantidade ou a variedade de uvas que foram usadas mas com outros fatores: a qualidade da videira e da colheita, a técnica, a higiene empregada no processo e a qualidade da safra. Sendo assim, um vinho “assemblage” pode ser tão bom quanto um feito com apenas uma qualidade de uva.

– Hehe … podemos tampar um vinho frisante com uma colher ?

Os antigos faziam isso com todas as bebidas gasosas: colocavam uma colherinha na boca da garrafa para manter o gás contido de um dia para o outro. Só que não funciona. Melhor investir em utensílios próprios para isso.

– Hmmmm … vinho tinto combina com carne e vinho branco combina com peixe.

Pode até ser mas (embriagado) nem sempre são os únicos “matches” que funcionam. Alguns vinhos de uva chardonnay vão super bem com carne vermelha. Vale a pena ousar e testar novas combinações.

– Vinho rosé é uma mistura de vinho tinto com branco ?

Em alguns casos sim. Mas (não aprecio rosés) na maior parte das vezes o vinho rosé surge da fermentação de uvas tintas que tiveram pouco contato com a casca que é o que garante a cor..

– Países quentes não produzem bons vinhos.

Não é verdade. Na realidade o que o vinho precisa é de um ambiente com grande amplitude térmica que varie entre o quente e o frio. O fato de o Brasil ter uma ótima produção já é uma ótima pista de que este mito é irreal.

– Não se deve gelar vinhos tintos.

Há vários tintos que se beneficiam de alguns minutos de geladeira. A título de curiosidade há a indicação padrão de que espumantes sejam apreciados entre 4ºC e 6ºC, os brancos de 8ºC a 10ºC e os tintos de

15ºC a 18ºC. Se você está em uma região mais quente do que isso um pouco de geladeira pode ser recomendado para o seu tinto (pode apostar)

Existem outras curiosidade bastante interessantes sobre o líquido dos deuses só que vou deixar para outro dia. Marya Yelena, a milionária, dona de uma bela adega vai gostar de conferir suas garrafas depois !!!

Ontem, o menino dos cocos recebeu 5 garrafas de tintos chilenos. A sogra já estava a enrolar a língua. Quem será que ganhou a jogatina ?

Beba com moderação. Não dirija após consumir bebidas alcoólicas.

E que venha o frio … (será que os nordestinos aguentariam ? O que você me diz Berto ?)

– POEMA x POESIA

Nos tempos de escola (boa escola) era bem comum nos depararmos com alguns estilos de textos e entre eles, certamente, estavam os poemas e as poesias (e como eu os apreciava e ainda aprecio. Por aqui, no JBF, encontramos várias pessoas com o dom desta arte).

Ainda que muitos possam pensar o contrário, poema e poesia não são a mesma coisa.

Mas quais são as diferenças entre eles ? (vixie, nem sei se lembro)

Em linhas gerais, um poema é um texto literário que contém versos, estrofes e algumas vezes rimas.

Já a poesia, por sua vez, nem sempre precisa ser baseada em palavras já que aceita formatos como pinturas e esculturas (apenas citando dois exemplos).

Tomemos por base a pintura “A noite estrelada” feita por Vicent Van Gogh em 1889. (Tomei por base esta pintura pois a noite estrelada mais linda que me vem a memória foi quando atravessava um canavial em Cambará/PR. Nenhuma luz artificial. Apagando os faróis do carro logo acima estava o céu como veludo azul marinho salpicado de incontáveis estrelas. Inesquecível).

Apesar de não ter nenhuma palavra (o quadro), a obra pode ser considerada uma poesia quando observamos todo seu contexto trazendo uma abrangência muito maior aos sentidos de quem a observa.

Claro que uma pintura não é a única forma de encontrar este estilo, que também pode aparecer em uma fotografia (a de Sancho pode ser considerada uma poesia ?), músicas (Peninha que o diga), arte digital e, creiam, até mesmo em uma peça publicitária. Mais ainda, nas “bufas” do Berto também pode ser encontrada – desde que a uma distância segura !

Sendo assim, qualquer categoria de criação artística que cause algum efeito nas sensações, sentimentos e emoções do observador pode ser considerada uma poesia.

Jogo de palavras

O poema, por sua vez, precisa necessariamente de palavras para existir. Além disso, ele possui algumas divisões de acordo com sua temática:

. Poemas épicos – trazem a história de um herói, sendo uma epopeia um bom exemplo dessa modalidade;

. Poema lírico – neste encontramos um aspecto mais sentimental e subjetivo;

.Poema dramático – possuem elementos que permitem uma encenação daquilo que foi passado para o papel.

Outro ponto importante para sua existência é o fato de ser escrito em versos que podem ser rimados ou não. Um clássico exemplo:

Soneto da Fidelidade – Vinícius de Moraes

Bom lembrar dos estilos existentes em nossa literatura. O saber é sempre sublime.

“Sublime”. Esta palavra me leva ao próximo tópico:

– PRIMEIRO AMOR ( sempre o amor )

Quem não lembra, nos tempos de escola, do primeiro deslumbramento ? O príncipe encantado ou a princesa encantada ! O primeiro amor !

Querer sentar perto. No recreio ficar por perto. Suspirar inocentemente (nada de pedreiras). Entristecer aos finais de semana pois seriam dois dias sem ver o/a escolhido/a. (O “causo” a seguir não se compara aos do Magnovaldo )

Pois bem. Naqueles velhos tempos as meninas costumavam ter um “álbum de recordações” que todos na sala colocavam um poema como lembrança. Cada dia um levava para sua casa, preenchia e trazia de volta para o próximo levar. Até as professoras colocavam as suas. Pois bem, euzinha era apaixonada pelo Carlos Augusto Zanicotti que nem tomava conhecimento da minha existência pois sua escolhida era uma ruivinha (coincidência ?) sardentinha que eu detestava. Já eu tinha dois admiradores. Sérgio o nome de ambos. Um era quietinho e tinha dificuldade com os estudos (a professora sempre me colocava para ajudá-lo e isso não me deixava muito feliz pois meu pequeno coração pertencia ao Carlos Augusto). O outro, um “capeta”. Sérgio Martins Olesko.

Jamais esqueci o nome e logo vocês vão entender o porque. Vivia puxando meu cabelo pois sentava logo atrás de mim. Vivia sujo mas era excelente aluno. Claro que ambos assinaram o álbum e escreveram seus poemas. O Carlos Augusto não assinou pois a ruivinha iria ficar triste (detestei ainda mais a criaturinha que voltou a estudar comigo anos mais tarde e juntas demos boas risadas com as lembranças).

Enquanto o Sérgio quietinho escreveu:

“Sabiá, oh sábia !
Se sabes do meu tormento
busca dar-me cantando
um doce contentamento”

E preencheu a página toda com flores que certamente a mãe desenhou.

O outro ? Até hoje lembro da vontade que tive de socar ele todinho quando me devolveu o álbum.

Cheguei em casa chorando (vixie, já era cebollita). Tantos e tantos belos poemas e ele (isso que era apaixonado por euzinha) escreve: (teria ele algum parentesco com o Adônis ?)

Para Schirley (aquela letrinha de criança)

“Na alcova sombria e quente,
Pobre demais, se não erro,
Repousa um môço doente (Isso mesmo, moço com acento)
Sobre uma cama de ferro;

Pede-lhe baixo, inclinada
Sua mulher que adormeça,
Em cuja perna curvada
Ele reclina a cabeça …

Vem uma loura figura
Com a colher da “tintura”.
Que ele recusa num ai !

Mas o solícito anjinho
Diz-lhe com riso e carinho:
Bebe que é doce, papai”.

De seu colega – Sérgio Martins Olesko – 21/04 do século passado.

Pode isso ? As diferentes fases do amor … sempre o amor. Para que fique registrado vou fotografar a página do álbum, já amarelada, e tentar colocar aqui a “prova” do meu primeiro “desmantelo”.

QUE A PAZ INVADA NOSSOS CORAÇÕES. (Onde anda Cícero ?)

Um ótimo domingo a todos e lembrem-se: 2022 É JAIR OU JÁ ERA !!!

E não esqueçam: LULA É LADRÃO !!!

22 pensou em “SCHIRLEY – CURITIBA-PR

  1. Schirley, meus amores, uma gripe estupidamente lulista me acometeu para eu não sair por aí atirando vírus eletrônicos no chefão-mor, filho de Caetês, um delinquente que não deveria estar entre nós, perturbando a paz da Democracia.

    Abraçaço, e feliz domingo.

    • “Apareceu a margarida”.
      Desejo melhoras com os 3 “C”.
      Vitamina C, Canja e Cama.
      Você faz falta, muita falta.

      Abraçaçãooooooo meio de longe pra não pegar a danada da gripe.

  2. Eu ia até comentar agora, mas tem muita gente gripada na sala da colunista. Mais tarde eu retorno. Favor chamar o pessoal da limpeza para tirar os vírus gripais que foram deixados nos comentários.

    • Mestre e querido Sancho,

      Eu já expulsei vários vírus H1N1 e outros variantes, mas a redação está empestada.

      Cheguei, Doente, mas cheguei!

      Abraçaço

      • Ciço,

        Sai pra lá, cabra, que se pego gripe a sogra me bota de quarentena, o que me fará perder a comissão sobre o frete do coco.

        Aquela véia disgramenta e sovina anda regulando os caraminguás por conta da queda das vendas cocoleiras em virtude do frio aqui no Chuveste.

        Por falta de grana até a cafetina Beth Tagarella anda deixando de atender minhas ligações e a Íris Toda Boa disse que “por amor” só faz com o Betão Minhocão.

        Tô ligano agorinha para o pessoal da vigilãncia sanitária dar uma conferida nas condições de higiene e limpeza das salas do JBF.

        Tem mais vírus nos comentários do que gente nos jogos do meu vasquim.

  3. Excelente, Schirley !

    Tudo muito bem tramado ! Vinhos , Amores , Poemas & Poesias !
    Além de harmonizar com saborosos pratos , os vinhos acompanham boas conversas ,boas companhias , azeitam as palavras e são ótimos desinibidores ! Também são ótimos para um conversa solitária , ótimos para ouvir desabafos . É um poderoso e santo remédio , diria que quase tão vital como o sangue que corre em nossas veias ! Não por acaso ,fui criado na mamadeira de vinho kkkkk adorava ver meu pai no seu ritual diário de abrir a garrafa , extrair os aromas na taça , e beber sabendo que estava prestes a iniciar mais uma viagem cercada de alegrias ! Qualquer assunto ficava mais fácil de ser tratado com ele kkkkkkk boas recordações !

    Grazie Mille !! Buon Domenica !

    P.S.Diários : kkkkk fiquei pensando aqui qual teria sido a reação da garota que me deu seu diário para eu preencher … ” Dio Santo !!”

    • Isso mesmo Di,

      O líquido dos deuses. A italianada da família também vem seus rituais. Aqui em casa , no jantar, sempre uma taça de um bom vinho.
      Quem sabe não seja isso que falta para o Sancho se curar de suas insônias crônicas. Nem sei se quero que ele se cure. Nas madrugadas ele se torna o encantador. Das palavras e das pessoas.
      Eu, só uma vez num casamento, tomei um “pifão” com vinho. Na primeira taça percebi que não era grande coisa e mesmo assim, fui bebendo. Essa foi a única vez que um tinto não me trouxe bons papos, viagens solitárias,
      E belas recordações.

      Tim Tim e Buon Domênica !!!

      Beijão

    • PS do PS: Agora bateu forte uma invejinha sobre esse negócio de diário para preencher. Ou as meninas de Desengano não tinham diário ou Sancho não arrebanhou nenhum coração naquela fase da vida.

      Nem Ritta Boca Ligeira, que levou Sancho para ver estrelas à noite no campinho de Desengano me deu alguma folha para versos. E olha que andei arriscando neste campo, pois era Sancho apaixonado por Sandrinha Manca, que só tinha olhos e sorrisos para Kaike.

      Eita que ser jovem é bom dimais da conta, sô!!!!!!

      • Escreve a colunista… Quem sabe não seja isso que falta para o Sancho se curar de suas insônias crônicas.

        Como sou filho de alcoólatra, sempre tive muito cuidado com copos e afins…

        Tanto é verdade que bebo apenas em grandes eventos, como Natal, Ano Novo, Carnaval, Páscoa, Festa Junina, aniversário de todos os parentes., Cosme & Damião, Todos os Santos, Aniversário de todos os cachorros que já tive, aniversário da morte de todos os cães que tive, vitórias e derrotas do Vasco, Vitórias do Palmeiras, sucesso nas vendas, derrotas do Flamengo, derrotas do Corinthians, títulos do Real Madrid, encontro com amigos, encontro com inimigos (será que os tenho? Não, não tenho nenhum desafeto) e Finados,

        Nos demais dias mantenho abstinência total.

        • Hoje é “Dia da Família. Pode pegar a taça. Se é que sobrou alguma garrafa. Quem foi o vitorioso, ou vitoriosa, da noite ?

      • Hehe, deixou para “arrebentar” corações depois de velho.

        Sandrinha Manca … Ritta Boca Ligeira … kkkkkkk

        Como era bom ser jovem …

  4. Existem outras curiosidades bastante interessantes sobre o líquido dos deuses só que vou deixar para outro dia. Marya Yelena, a milionária, dona de uma bela adega vai gostar de conferir suas garrafas depois !!!

    Mandei o recado através e-mail para a vermelhusca e comunista irmã e ela disse que aguarda as próximas dicas.

    A esnobe sommelière, que cuida da adega da maninha, duvidou que alguém possua alguma dica sobre o assunto que ela desconheça.

    Como o futuro a Deus pertence, veremos se a cronista trará alguma “novidade” para eu esfregar nas fuças da francesa metida a besta.

    Sempre que vou à mansão e me dirijo à adega aparece ela com umas luvinhas especiais para eu não “manchar” com minhas digitais as garrafas. Entro, tiro as luvas e aproveito para deixar todos os dez dedos devidamente carimbados nas garrafas que toco. kkkkkkkkkkkkkkkk

    Se um dia eu aparecer assassinado lá pela bandas do Leblon ou de Mogi das Cruzes podem vocês mandarem a polícia prender a sirigaita francesa que cuida dos vinhos da Leninha, minha irmã.

    Marya Yelena, que quando pobre era Leninha… e não é que por coincidência das coincidências a minha irmã foi se apaixonar por Lênin? Eita mundão que dá voltas, meu Deus.

    PS: Só agora que eu exerguei: Leninha… Lênin… Misericredu!!!!!!

    • Leninha. Minha melhor amiga. Maria Helena.

      Vou te dar uma dica. Ao entrar na adega da comunista e tirar as luvas, passe talco nas mãos. As garrafas ficarão lindas !!!
      Novidades. Aguarde e confie. Quem sabe você não vai surpreender a sirigaita francesa.

      Cruzes … vire a boca pra lá … assassinado Sancho ? “Misericredu”

      Cícero diz ser Schirley a maior fã de Sancho. Fico a pensar o que pode existir em Portugal, na Espanha, na França, nas estradas, nos sonhos, nos cabarés. Paro por aqui porque a lista é longa. Ainda bem que a grana de Sancho anda curta …

      Vixie … até eu já estou espirrando ! Nem pensar em outra.

      Você não comentou sobre sua foto poder ser considerada “uma poesia”.

      O editor não comentou aqui. Me mandou um zap dizendo que nós somos
      “phoda”. Que não queremos deixar que ele “peide” em paz !!!
      Criou fama …

      Ainda preciso ler o texto do suseJ.

  5. Schirley, “A Inspiradora”, não sei como você consegue armazenar tanto conhecimento em sua agridoce cabeça.
    Desde que me entendo por gente aprendi que o vinho liberta a alma e adoça o espírito. Se alma e espírito são a mesma coisa então o vinho liberta os dois juntos.
    Você é fantástica.
    Um beijo enológico para você, estralado de poemas e poesias.
    Tenha uma boa semana.
    Magnovaldo

    • Liberta os dois juntos. Alma e espírito. E tem vezes que ambos pedem pro mundo parar de girar. Kkkk.

      Beijão estraladão procê também. Uma semana cheia de alegrias.

  6. Sem querer desmerecer seus conhecimentos sobre o vinho eu sempre resumo assim:
    1. Todo vinho tem o essencial, tem álcool;
    2. Do meio da garrafa para baixo é mais gostoso.

  7. Caríssimja Schirley.

    Que belíssima crônica. Mil aplausos são poucos para festejar este seu
    trabalho de tanta qualidade.
    Para mim, este foi o seu melhor texto publicado, pois adoro vinho e
    nunca perco a oportunidade de aprecia-lo devidamente,

    Como você entende tanto de vinho ? Lamento que não goste dos Rosés , pois quando estive em Portugal, regava as minhas refeições, TODAS, com
    o magnífico Matheus Rosé português , que como se sabe deve ser servido bem gelado e
    é ótimo para acompanhar carnes leves e nunca carne bovina pesada.
    Não pára por ahí, sua sabedoria é imensa e dispara conhecimentos sobre, literatura, poesia, pintura do mestre Van Gogh e seus textos são fartos e saborosos como uma
    excelente refeição à moda Italiana, regada com bons vinhos e com muita
    simpatia, pois qualquer refeição que não venha acompanhada de um bom ambiente simpático, produz indigestão e não conforto e gratificação estomacal.

    Mas pode estar certa que este seu texto como muito dos anteriores , não
    me causaram surpresas , pois tenho acompanhado todo o seu ótimo
    trabalho já publicado e sinto inveja , no bom sentido, do seu raro talento.

    Alvissaras pelo seu bom gosto, gostei muito da parte poética, pois para mim
    a poesia é sempre bem vinda, não sendo necessariamente em versos, pois um belo relato, com muito bom gosto , eu considero como um poema em prosa e
    já li aqui neste JBF, outrora, muitos textos poéticos em prosa, os quais muito
    alogiei, mas o seu autor infelizmente não mais escreveu poesias como
    aquelas de antigamente.
    Parabéns pela bela crônica e continue escrevendo sempre, mais, mais, mais!!
    Grande abraço.

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