CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Nulla Salum

“Nulla Salum Extra Eclesian!” dizia Cipriano de Cartago, um dos pais da Igreja Católica e que foi o grande dístico da Igreja na Idade Média, ou seja, “Não há salvação fora da Igreja”.

Hoje, eu lavando as minhas vasilhas de ontem parei para pensar nesse dístico e fiz uma associação com o grande clamor da mídia bananeira que pede à organização criminosa que atende pelo nome de Partido – que Deus me perdoe – dos Trabalhadores, uma autocrítica se quiser sobreviver.

Primeiro ponto – o dístico da seita criminosa é uma variante do dístico de Cipriano de Cartago: “nulla salum extra PT”, “não há salvação fora do PT”. Esse dístico é importante para que se possa entender porque essa seita criminosa é tão renitente em permanecer nos mesmos crimes. Tanto para a seita, quanto para seu único santo, padroeiro e deus – que o Papa Berto chama com propriedade de Lapa de Mentiroso, ou Lapa de Corrupto – estão certos desde o dia da criação.

Aliás, se for deixar para eles a narrativa do Gênesis, o Deus Todo-Poderoso, foi apenas um operário, ou peão de obra, que puxou a fiação para que Lapa de Mentiroso desse a ordem para se fazer a luz. Não há erro, o deus deles é infalível, inamovível e nunca erra. E também estarão certos até o dia do Juízo Final, quando mandarão o pai Eterno sair do Trono Branco para que Lapa de Corrupto possa nele se sentar e julgar toda a humanidade.

Em vista disso, tudo o que a seita e o padroeiro deles diz é a verdade eterna. Nem Jeová, nem Deus, nem Alá, nem Brama – o primeiro deus da trindade indu-, nem qualquer outra divindade teriam o poder de modificar essa assertiva eterna. Daí pode-se concluir porque, tanto o santo de bordel deles, quanto seus fieis insistem tanto em criar um “novo homem” que seja a imagem e a semelhança do dono da quadrilha.

Segundo ponto: quando a mídia bananeira pede para a organização criminosa – leia-se PT – e o deus supremo deles – Lula, ou Lapa de corrupto – fazerem uma autocrítica, estão pedindo algo que é impossível. Autocrítica se faz quando quando se comete erros – e erros podem ser cometidos por três fatores: negligência, imperícia e imprudência. E não é o caso do PT.

O que a organização criminosa cometeu chama-se crime. Deixe-me repetir: C.R.I.M.E.

Ao se pedir que eles façam uma autocrítica, eles sabem que se fizerem isso todos vão parar na cadeia, puxando uma pena “braba”. E nem Congresso e nem STF, por mais manobras que façam não terão condições de tirá-los de lá.

Diante disso, pode-se perceber o motivo da seita teimar em dizer que se acham o suprassumo da verdade e da salvação moral, e os motivos pelos quais eles nunca farão uma autocrítica, pois se assim o fizerem estarão confessando todos os crimes praticados pela seita desde a fundação até o presente momento.

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