A PALAVRA DO EDITOR

Como gestor dessa gazeta escrota, me cumpre apenas editar e postar os textos que os colunistas mandam pra cá.

Cada um é dono do seu espaço e tem inteira liberdade de manifestação.

Não me meto, não interfiro e tenho como norma não proteger ou favorecer qualquer um dos nossos colaboradores.

Todos são iguais perante a lei que regula este jornaleco.

É o que diz a Constituição Bestânica.

Mas, nesta tranquila terça-feira, vou abrir uma exceção.

Vou fazer propaganda do trabalho de um colunista em particular.

Recomendo a todos vocês, com muito entusiasmo, que não deixem de ler a coluna de hoje do nosso estimado confrade Goiano Braga Horta.

Está uma peça fantástica, maravilhosa.

Um primor de lucidez argumentativa e de fatos indesmentíveis.

É só ir descendo a tela que vocês chegarão lá.

Boa leitura!

13 pensou em “RECOMENDAÇÃO DO EDITOR

  1. Goiano fala sobre fascismo e, óbvio usa o adjetivo fascista a Bolsonaro e a todos que o aceitam como Presidente da República, melhor dizendo; todos os 57,8 mi de Brasileiros que votaram nele.

    Segundo o filósofo Goiano “agora o termo “fascista” é dirigido às pessoas que abraçaram uma visão do mundo repleta de preconceitos”.

    Se você pensa:

    – na família como núcleo da sociedade,
    – no direito à liberdade individual como um bem inalienável,
    – no direito à vida desde a barriga da mãe,
    – na igualdade dos cidadãos independente de sexo, cor e religião,
    – no direito à defesa da vida e propriedade contra a invasão,
    – na defesa da soberania da pátria,
    – no uso adequado dos meios naturais abundantes no Brasil para o desenvolvimento da nação.

    Pensou em qualquer coisa destas, você é um fascista, preconceituoso, um extremista, um ser abjeto, segundo a filosofia do Goiano.

    Sua coluna já tem até o presente momento 22 comentários e pasmem, nenhum é do próprio. O debate é intenso.

  2. Caro editor ! Estou enviando um tambor de querosene de aviação para o senhor. Prá derramá-lo no texto do Goiano. Deixe com nós, fubânicos, a missão de acender o fósforo.

  3. Caro papa Berto…espero que elogio que vc esteja fazendo ao texto do Goiano seja uma ironia (ainda não inventaram o ponto de ironia); depois de tanta merda que o goiano já postou nesta gazeta não perco mais tempo de ver a primeira linha. Só o título diz tudo…Goiano falando de fascismo só pode ser brincadeira.
    Mas se não for ironia já estou levando a caixa de fósforo que o Carlos pediu acima

  4. Vou utilizar aqui o que George Orwell escreveu no último parágrafo do seu artigo, publicado no livro “O que é fascismo e outros ensaios”, Cia. das Letras (2017, pg. 89):
    “Mas o fascismo também é um sistema político e econômico. Por que, então, não podemos ter dele uma definição clara e aceita por todos? Ai de nós, não teremos uma – ainda não, pelo menos. Explicar a razão disso é algo que levaria muito tempo, mas basicamente é porque é impossível definir satisfatoriamente fascismo sem admitir coisas que nem os próprios fascistas, nem os conservadores, nem socialistas de nenhum matiz querem admitir. Tudo que se pode fazer no momento é usar a palavra com certa medida de circunspecção e não, como usualmente se faz, degradá-la ao nível de um palavrão”.
    O texto do Goiano apenas faz proselitismo político utilizando o termo “fascista” de acordo com a conveniência das suas ideias e não chega a nenhuma conclusão, foi mais ou menos a mesma coisa que “limpar o cu sem ter cagado”!

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