UM CAVALO NO TELHADO, UM BURRO NA PRESIDÊNCIA
O Brasil sem ter comando
Virou de ponta cabeça
Por incrível que pareça
Tudo vai desmoronando.
No Sul enchente matando
No palácio, negligência
E o povo sem paciência
Vendo o país devastado;
Um cavalo no telhado
Um burro na presidência.
Quem votou em vigarista
Já sente o drama na pele
Hoje até quem fez o L
Vive triste e pessimista.
Quem elegeu comunista
Grita pedindo clemência
Diante da impotência
Desse ser degenerado;
Um cavalo no telhado
Um burro na presidência.
Só vive de fanfarrice
Viajando o mundo inteiro
Torrando o nosso dinheiro
Com tamanha canalhice.
Faz de fantoche o seu vice
Num amor de aparência
Nos conduzindo a falência
Deixando o pobre de lado;
Um cavalo no telhado
Um burro na presidência.
Hoje resta o sofrimento
Num pesadelo sem fim
Haja feno, haja capim
Pra cavalo e pra jumento.
Salário sem ter aumento
Greve sempre em evidência
Certeza só a ausência
De um governo fracassado;
Um cavalo no telhado
Um burro na presidência.
Em meio a tudo até os cavalos evoluiram e um foi parar no terceiro andar agora o burro, continua na presidência.
Relincho vem do cavalo
Se afogando em lamento
Filho de égua e jumento
Zurrando vem em estalo
Se é galinha, não me calo
Melancias, decadência
Bananas, antes, excelência
Povo palhaço é montado
Um cavalo no telhado
Um burro na presidência.
Muito boa a poesia. Cruel como nossa atual realidade. Um amigo me passou o link. E estou a ver outras coisas do site., e pensei na ideia de, primeiramente publicar este texto no meu site, e também propor-lhe uma parceria, para pinçar alguns dos seus textos no mesmo. Aguarrdo seu retorno.
Caro amigo barata, já está autorizado, pode publicar numa boa
Muito grato, meu amigo! Vou provicenciar, e se for possivel colar aqui, deixo o link da publicação.
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