3 pensou em “PRESIDENTE FALA EM PRIVATIZAÇÃO DA PETROBRAS

  1. Em minha coluna semanal, sempre às sextas, neste JBF, mando recado ao tal JAIR: privatiza saporra toda, Bolsonaro!!!!!

    Governo não sabe administrar empresa. O vasto histórico brasileiro de falcatruas em órgãos publicos, empresas estatais e um largo etcétera não recomenda governantes em todas as esferas possuirem poder sobre empresas. É um cofre por demais escancarado, sempre disponível para assaltantes de todas as vocações.

  2. A Petrobrás e coligadas é um feudo de empregados hiper privilegiados com benesses para toda a família.
    Só frequentam hospitais seis estrelas, remédios de graça para todos, etc. etc. etc.
    Além de uma régia aposentadoria paga pela Petrus que é dona de vários edifícios e imóveis alugados para a Petrobrás.
    E o pior, a empresa paga uma merreca de imposto de renda ao seu acionista a União ou melhor, o povo brasileiro.
    Extrai o petróleo a US$15.00 por barril e o vende à cotação do dia, US$80.00 ou mais.
    Escapela o povo brasileiro com os preços escorchantes dos combustíveis.
    Ainda dá dinheiro para uma tal de AEPET que é uma associação privada de engenheiros da mesma.
    É uma caixa preta de benesses comparável à do BNDES.
    Vergonha pois o povo sofre para sustentar estes marajás.

  3. Petrobras tem 52 benefícios diferentes para o funcionário
    Ministério da Economia elabora relatório no qual abre os valores de salários e de vantagens que vêm nos contracheques das empresas controladas pelo governo federal. Sobressaem-se a Petrobras, o BNDES, a Eletrobras e a Codevasf

    O Ministério Economia apresentou, ontem, um relatório no qual mostra todos os benefícios bancados pelas estatais. A publicação detalha salários e benefícios, como abonos, adicionais, ausências autorizadas, auxílios e estabilidade, entre outros. De acordo com o levantamento, algumas das empresas sob controle direto da União pagam adicionais de férias, “acima da previsão legal”, de 33%. Algumas garantem 100% do benefício aos trabalhadores.

    No quesito salário, a Petrobras se destaca pelos altos valores. A remuneração máxima chega a R$ 106,1 mil –– 6.932% maior que a mais baixa da empresa, de R$ 1.510. O vencimento mensal médio da petroleira, segundo o Ministério da Economia, é de R$ 18.930 e tem 52 benefícios diferentes. Entre eles, chama a atenção a gratificação de férias, que corresponde ao valor integral do salário –– contra um terço nas empresas privadas, que pagam o mínimo previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 33,3%.

    A estatal gastou ainda R$ 4,4 bilhões em planos de previdência complementar, em 2019, de acordo com a Secretaria Especial de Desestatização. A assistência alimentar da Petrobras também está entre as maiores da lista: são R$ 1.254,48 mensais e os empregados têm direito a mais R$ 192 de vale-refeição.

    O benefício só não é maior que o pago pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de R$ 1.521,80 mensais, com 12 auxílios por ano. Além disso, os funcionários recebem cesta-alimentação no valor de R$ 654,88 mensais, com 13 cestas por ano. O BNDES tem o segundo maior salário mensal entre as empresas públicas, de R$ 75.650 — a remuneração média, segundo o ministério, era de R$ 29,230 em 2019. O Programa de Assistência Educacional do BNDES pode chegar a R$ 1.261,65 ao mês por dependente com até 17 anos e 11 meses de idade.

    Em terceiro lugar, aparece a Eletrobras, com remuneração que varia de R$ 1,9 mil a R$ 71,1 mil. O auxílio-refeição é de R$ 1,2 mil por mês, sendo 13 por ano. Auxílio-creche e pré-escola (para crianças de seis meses a seis anos) chega a R$ 863,83 por mês. Assim como a Petrobras, a empresa do setor elétrico também paga gratificação de férias acima do mínimo previsto (de 75% da remuneração). Os gastos com plano de previdência em 2019 ultrapassaram os R$ 555 milhões.

    Outra empresa que chama a atenção pelo auxílio-refeição/alimentação é a Companhia de Desenvolvimento dos Vale do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), de R$ 1.015,50 mensais, com 13 tíquetes ao ano. O valor é maior do que o pago pela Caixa Econômica Federal (CEF), onde o auxílio é de R$ 807,40 mensais, de acordo com o Relatório de Benefícios das Empresas Estatais Federais (Rebef).

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