ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

O Brasil não tem muita sorte com o sistema presidencialista. Só os últimos mandatos foram uma sucessão de ladravazes sem similar na história: Dois ladrões fichados na polícia, outro completamente imbecil e também ladrão, uma louca e um boçal socialista de bar. Na eleição de 2018, participaram do circo 13 palhaços:

1 Ciro Gomes
2 Vera Lúcia
3 Guilherme Boulos
4 Jair Bolsonaro
5 José Maria Eymael
6 Henrique Meirelles
7 Cabo Daciolo
8 Luiz Inácio Lula da Silva
9 Geraldo Alckmin
10 João Amoêdo
11 Marina Silva
12 Alvaro Dias
13 João Goulart Filho

É digno de menção que o candidato Luiz Inácio, por se encontrar impedido temporariamente de circular pelas ruas, devido seu alto grau de afinidade com o patrimônio público, foi substituído pelo fantoche Haddad.

Com a pequena exceção de alguns deles, cujos sonhos e planos eram altamente ingênuos e rocambolescos, se juntarmos todos os demais e espremermos, o extrato que sairá ao final será merda pura, com a única e honrosa ressalva a Jair Bolsonaro. Esta foi a razão pela qual tantos milhões de brasileiros decidiram votar nele.

Hoje, e por conta da nova eleição programada para o distante ano de 2022, estamos vivendo momentos extremamente interessantes e de verdadeiro frenesi na classe política do país. A verdade é que…

NUNCA TIVEMOS TANTOS FILHOS DA PUTA QUERENDO SER PRESIDENTE A QUALQUER PREÇO.

Comecemos a descrição da longa lista de lobos vorazes, fornidos e cevados por gordas verbas partidárias, e que se avizinham novamente dos incautos eleitores tal qual uma imensa alcateia de hienas sanguinárias.

O primeiro batalhão é composto pelos indefectíveis perdedores do triunvirato do PSDB: Alkmin, Serra e o morto vivo político de Minas, Aécio Neves. Essa trinca só me traz à mente a imagem de Cérbero, aquele cão de três cabeças que guardava a entrada do Reino dos mortos, o Hades.

Seguindo com a nossa teratologia, vemos a chegada de toda uma plêiade de politiqueiros dos mais variados matizes e calibres, todos também com uma longa história de lutas e patifarias, sempre visando se apoderar de algum butim político e, felizmente para nós, sempre sem sucesso na corrida presidencial. O grupo inicia com um cangaceiro alucinado, sempre disposto a “tratorar” quem se opuser às suas ideias insanas e delirantes. Muda de opinião e de partido como quem troca de camisa. Conseguiu sair brigado de todos os partidos em que participou. Não quer nem saber de planos, projetos e coisas afins. Só quer mesmo é ser presidente. Para que, mesmo, nem ele sabe direito.

A candidata seguinte é uma simpática senhora de Q.I. limitadíssimo e que foi convencida pelas hordas do PT de que teria envergadura para voos muito mais altos. Muito simpática e carismática, possui todas as qualidades para ser uma excelente governanta doméstica.

O último do grupo é um Ex-governador de estado cujo desempenho foi muito bem avaliado, e cuja atuação política posterior, em diversas posições, não apresentou nenhum destaque. Num país dominado pela cleptocracia, como o nosso, essa já é uma característica que recomenda muito bem. Só que não é suficiente. O cara se dá bem com todo mundo. É um verdadeiro vaselina! Nunca diz absolutamente nada que possa vir a antagonizar as hordas de bandidos que se apossaram da política nacional. É “BONZINHO”! Só que não estamos em hora de lideranças boazinhas.

O bloco seguinte é a turma do et Cetera. São aqueles candidatos folclóricos e de pouquíssimos votos. Neste pacote nós temos de tudo um pouco: Desde um militar evangélico a simpáticos senhores idosos, cheios de boas intenções e pouquíssimo pragmatismo, o que torna a implantação das suas boas ideias praticamente impossível. Estes são coadjuvados por líderes operários ainda iludidos pela utopia do “Paraiso Socialista”, juntamente com puros e simples terrorista disfarçado de ativista político. Este já deveria estar preso há bastante tempo.

Tivemos ainda a candidatura de um banqueiro riquíssimo, candidato de si mesmo, juntamente com outro que fundou um partido para chamar de seu. Só por isso, tiveram que bancar suas pífias campanhas com recursos próprios. Outro que não disse a que veio foi o filho de um ex-presidente cuja memória não serve como uma recomendação muito alvissareira, juntamente com uma simpática senhora revoltada com o capitalismo.

Podemos ver que não foi por falta de opções que elegemos o nosso capitão presidente.

Com relação à próxima eleição em 2022, já está sendo uma briga de foice no escuro. O primeiro pelotão, daqueles que estão se cacifando para a disputa, é composto por alguns governadores de estado. O aspecto comum entre todos eles é que são ABSOLUTAMENTE FILHOS DA PUTA. Maquiavélicos e sinuosos, são capazes de vender a própria mãe e ainda perguntar se quer que a mesma seja fatiada feito picanha argentina, caso isto seja um pré-requisito para alcançar a presidência. Estão torpedeando o governo de Jair Bolsonaro de todas as maneiras possíveis e imagináveis, de forma tal que se tornaram ridículos. O mais forte é o comunista que está conseguindo deixar ainda mais falido o estado mais pobre da federação. Isto porque é apoiado pelos outros oito filhos da puta que (des) governam os demais estados do Nordeste, e que são tão ou mais comunas que ele e que adorariam ver um comparsa da gangue se apoderar desta posição altamente estratégica.

O pelotão seguinte vem a ser composto por outro grupo de cínicos ladravazes, todos tão ou mais perigosos que os ofídicos e traiçoeiros governadores de estado acima. Nessa trupe tem de tudo: Primeiro, um ladrãozinho medíocre que virou presidente da Câmara de Deputados por um aborto do destino e que quer inviabilizar o presidente a qualquer custo, dar uma rasteira legal no vice e assumir algo que não lhe pertence. O crápula já se comporta até como “1º Ministro Branco”, seja lá isso o que for. O outro, um boiolinha gorducho, cuja principal característica parece ser sua dúvida existencial sobre qual dos banheiros deve usar. A seguir, um ridículo animador de auditório cuja principal vantagem é o apoio sub-reptício da grande máquina de imbecilização e prostituição nacional chamada Rede Globo. Por último, mas nem de longe o menos perigoso e canalha de todos, o maior ladrão de toda a história da humanidade. Um ladravaz já condenado e re-condenado duas vezes e, nem por isso, engaiolado.

Se algum desses patifes, numa hipótese aterradora, conseguir sucesso nessa empreitada diabólica, será o caso de toda a população brasileira fazer suicídio coletivo, tal como Jim Jones.

Se Bolsonaro encher o saco e largar de concorrer a essa merda, NÓS ESTAMOS LASCADOS!!!!

3 pensou em “PRESIDENCIÁVEIS…ARRRRRGGGGHHH!

  1. Temos que reconhecer que o gosto dos brasileiros sempre foi o de eleger gente recém-chegada, sem experiência e que promete “mudar tudo”.

    Da ditadura Vargas para cá (as eleições da república velha não contam) tivemos nove presidentes eleitos, incluindo o ex-ditador. Cinco destes nunca haviam sido governadores ou prefeitos.

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